Confesso que tomo viagra para ajudar minha companheira ter prazer.
Ela é muito fogosa e eu tento satisfaze-la.
Chegando nosso aniversário de casamento ela cobrou um passeio em paris e na Europa.
La fomos nós. Ficamos num hotel de luxo. No 3º dia não dei conta. Ela pediu para irmos numa festa de casais. Uma casa 5 estrelas. Onde os casais vão para se distraírem.
Chegamos mais tarde, depois de ter reservado. Só entram casais. Havia uma brincadeira: onde os casais colocam mascaras, maridos e esposas. Todos nús. Os organizadores um rapaz e uma moça. Consistia da esposa uma de cada vez. Os homens perfilados, um ao lado do outro. A mulher com máscara aproximava com ajuda da moça ou rapaz coordenador. Ia passando a mão no homem. No seu membro, no seu corpo, no rosto. Se gostasse arrastava-o para outra suíte com controle da moça ou rapaz organizadores.
Na suíte ambos retiravam as máscaras e transavam.
Assim cada mulher fazia até sobrar o último casal. Portanto transariam. Quando retirei a máscara vi uma mulher mais velha que a minha esposa. Mas conservadona. Tinha tomado o viagra.
Abraçamos. A mulher gosta de felação. 69.
Caímos na cama. Ela veio por cima pegou meu pau e colocou aquele bucetão no meu rosto.
Para não gozar na boca dela pedi para meter na buceta.
Fui por cima e castiguei a coroa. Ela gemia e pedia mais.
Gozamos praticamente juntos. Cada suíte tinha um roupão para o casal se vestir e ir até onde deixaram suas roupas.
A mulher não queria ir. Sair. Queria outra metida. Meu pau flascido não entrava. Me chupou e nada.
Foi preciso eu fazer ela ter prazer com a língua.
Quando voltamos e cada casal se juntaram, minha esposa falou que escolheu um cecetudo. Que arrombou sua buceta.
Ficou ardendo de tanto meter.
Nessa casa não levo mais minha Margarida.