Olá,
Pra quem não leu meu primeiro conto, estou comendo uma casada putinha que viciou em dar pra mim porque tenho uma rola negra tamanho G enquanto o corno tem um pintinho inexpressivo, segundo ela. Já nos encontramos há quatro meses, mas dessa vez foi diferente. Como comentei no conto anterior, a putinha começou chamando o marido de corninho e agora o chama de grande corno. A cada dia ela fica mais ousada e da última quis fazer uma surpresa... De ínicio, tudo como sempre. Quando ela chegou ao meu apartamento, eu já estava de pau duro esperando pela vagabunda. Ao entrar, ela viu o meu cacete duro e foi logo dizendo pra eu ter calma que a minha putinha havia chegado pra domar a minha rola negra. Tirou a roupa, ficou de quatro e foi logo me chupando sem cerimonia. A visao da bunda branca dela empinada me deixa louco. Nao entendo como o corno nunca quis comer aquela bunda - nessas horas tenho certeza que o maridinho dela merece ser corno. Pois bem, como de costume, me chupou com maestria, revezando entre o cacete e as bolas. Como ela tem a boca pequena e meu pau é muito grosso, ela não consegue engolir tudo, mas isso é questão de tempo. Depois de muito me chupar, perguntou se eu queria comer a buceta dela, mas falei que não queria, falei pra ela pedir ao corno pra colocar o pintinho dele. Ela não titubiou, ficou de quatro, olhou pra tras e me chamou pra enrabá-la, mas ao mesmo tempo pegou seu celular. Não entendi muito, mas já fui pegando o gel. Dei aquela lubrificada básica e comecei a tentar a penetração. Sempre como o rabo dela, mas cada vez parece a primeira, pois na hora fica o buracão, mas depois o cuzinho se fecha todo de novo e a cada vez, parece que ela está perdendo o cabaço de novo - ela diz que adora isso. Quando já estava com a rola negra toda enterrada no rabo dela, ela manda eu ficar imóvel, pega o celular e liga para o corno. Não é que a vagabunda resolve falar com o corno com a minha rola dentro da bunda? Eu tomei um susto. Começou a falar que estava com saudade do corno e que ele não demorasse a chegar em casa, que estava o dia inteiro pensando nele. Não aguentei e comecei a entrar e sair do rabo dela. Ela conseguia disfarçar o gemido, mas começou a ficar ofegante. O corno desconfiou e perguntou o que estava acontecendo. Ela respondeu que estava subindo a escada do escritório, enquanto de quatro olhava pra trás pra me ver enrabando ela. Que vagabunda deliciosa. Quando ela sentiu que minha rola estava inchando e ficando perto de gozar, deu uma desculpa e desligou. Saiu da posição pra me chupar até receber o primeiro jato de leite. Como ela gosta disso.. Eu já terminado de gozar e ela me chupando cada vez mais rápido, querendo arrancar de mim todo o leite possível. Ela diz que está viciada na minha rola negra e em beber leite de pica. Adoro essa vagabunda...
Pra quem não leu meu primeiro conto, estou comendo uma casada putinha que viciou em dar pra mim porque tenho uma rola negra tamanho G enquanto o corno tem um pintinho inexpressivo, segundo ela. Já nos encontramos há quatro meses, mas dessa vez foi diferente. Como comentei no conto anterior, a putinha começou chamando o marido de corninho e agora o chama de grande corno. A cada dia ela fica mais ousada e da última quis fazer uma surpresa... De ínicio, tudo como sempre. Quando ela chegou ao meu apartamento, eu já estava de pau duro esperando pela vagabunda. Ao entrar, ela viu o meu cacete duro e foi logo dizendo pra eu ter calma que a minha putinha havia chegado pra domar a minha rola negra. Tirou a roupa, ficou de quatro e foi logo me chupando sem cerimonia. A visao da bunda branca dela empinada me deixa louco. Nao entendo como o corno nunca quis comer aquela bunda - nessas horas tenho certeza que o maridinho dela merece ser corno. Pois bem, como de costume, me chupou com maestria, revezando entre o cacete e as bolas. Como ela tem a boca pequena e meu pau é muito grosso, ela não consegue engolir tudo, mas isso é questão de tempo. Depois de muito me chupar, perguntou se eu queria comer a buceta dela, mas falei que não queria, falei pra ela pedir ao corno pra colocar o pintinho dele. Ela não titubiou, ficou de quatro, olhou pra tras e me chamou pra enrabá-la, mas ao mesmo tempo pegou seu celular. Não entendi muito, mas já fui pegando o gel. Dei aquela lubrificada básica e comecei a tentar a penetração. Sempre como o rabo dela, mas cada vez parece a primeira, pois na hora fica o buracão, mas depois o cuzinho se fecha todo de novo e a cada vez, parece que ela está perdendo o cabaço de novo - ela diz que adora isso. Quando já estava com a rola negra toda enterrada no rabo dela, ela manda eu ficar imóvel, pega o celular e liga para o corno. Não é que a vagabunda resolve falar com o corno com a minha rola dentro da bunda? Eu tomei um susto. Começou a falar que estava com saudade do corno e que ele não demorasse a chegar em casa, que estava o dia inteiro pensando nele. Não aguentei e comecei a entrar e sair do rabo dela. Ela conseguia disfarçar o gemido, mas começou a ficar ofegante. O corno desconfiou e perguntou o que estava acontecendo. Ela respondeu que estava subindo a escada do escritório, enquanto de quatro olhava pra trás pra me ver enrabando ela. Que vagabunda deliciosa. Quando ela sentiu que minha rola estava inchando e ficando perto de gozar, deu uma desculpa e desligou. Saiu da posição pra me chupar até receber o primeiro jato de leite. Como ela gosta disso.. Eu já terminado de gozar e ela me chupando cada vez mais rápido, querendo arrancar de mim todo o leite possível. Ela diz que está viciada na minha rola negra e em beber leite de pica. Adoro essa vagabunda...