No dia da matrícula, eu a atendi e veio com outro monumento que era sua mãe. Tem uns 40 anos, mas é a sogra que todo tarado gostaria de ter. Ela é tudo que eu falei da filha, mas com 40 anos.
Fiz meu trabalho e elas me perguntando como era a cidade, o curso, como fariam para arrumar moradia... enfim, perguntaram um monte de coisas e quando terminei, Bruna se despediu e levantou, ficando Clara me perguntando alguma bobagem. Ao final, todo educado, convidei-as para jantar em restaurante em uma cidade próxima e que servia comida japonesa. Bruna não quis, mas Clara aceitou.
Oito da noite e eu estava na porta do hotel delas e lá fomos, eu e Clara rumo ao jantar. Conversamos sobre um monte de coisas e descobri que além de separada, ela não saía muito com homens para não se machucar de novo e eu fui sorteado por ter sido muito solicito e educado com ela e a filha dela.
Deixei-a no hotel com beijinhos no rosto, pois percebi que teria que remar meu barquinho com muita calma e marcamos de sair pela manhã para procurar moradia para Bruna.
Achamos um apartamentinho bem bacana e como era quinta-feira, convidei-as para uma baladinha ótima. Clara não quis por estar cansada, mas Bruna se animou e dez da noite estava eu na porta do hotel.
Fomos a um barzinho para fazer um esquenta e ela disparou:
-sei que você está saindo minha mãe, mas ontem eu saí e fiquei com um menino muito bobo e comecei a pensar como seria com você. Vou ser sincera, você pode transar com minha mãe amanhã, mas hoje é minha vez.
Deu-me um beijo gostoso, molhado. Alisou minha perna e olhando nos meus olhos disse: -Eu sei que sou muito direta, mas quando decido algo, vou a luta e agora quero você. Me leva pra onde você quiser.
Conta paga e estamos a caminho do melhor motel da região. O tempo todo no carro ela veio acariciando minha perna, com eventuais alisadas em meu pinto que estava duríssimo devido à perspectiva da noite maravilhosa.
Da garagem até a cama carreguei-a no colo, beijando aquela boca carnuda e deliciosa. Acomodei Bruna na cama e fui lambendo seu pescoço, acariciando seus seios e levantando a blusa. Sem sutiã, seus seios saltaram durinhos e fartos, com biquinhos clarinhos e duros. Chupei-os por longo tempo, enquanto ia livrando a loira da calça. Desci por suas pernas e tirei as sandálias, puxando as calças, quando pude ver sua pele clarinha e uma minúscula calcinha cor de vinho.
Deitado entre suas pernas, subi com minha língua e boca, lambendo, chupando e mordendo cada centímetro daquelas coxas.
Cheguei à calcinha e fui tirando e lambendo cada pedacinho do que surgia, até que estava sentindo o cheiro daquela fêmea maravilhosa. Beijei sem pressa seus grandes lábios e fui pouco a pouco lambendo sua vulva, até atingir seu clitóris. A gata estava muito molhada e senti seus sucos escorrerem buceta afora. Lambi seu grelinho e aos poucos fui enfiando minha língua na sua rachinha. Que delícia. A loira puxava meus cabelos e me esfregava no seu sexo sem me dar tempo para respirar, estava realmente com muito tesão e com mais algumas enfiadas e lambidas, senti suas coxas pressionando minha cabeça e ela coiceava o corpo, deixando bem claro o orgasmo que se aproximava. E ele chegou.
A mulher deu um grito me chamou de tesudo gostoso, pedia para eu enfiar minha língua o mais fundo que eu pudesse e gozava deliciosamente.
Aos poucos ela retornava do clímax e me puxou para me dar um delicioso beijo.
Virou-se e veio para cima de mim. Abriu o zíper da minha calça, puxou-a para baixo, juntamente com a cueca. Ficou olhando e parecia admirar meu pinto duro feito um pau. Lambeu minhas coxas até o saco, colocou uma bola na boca, empunhou o cacete e começou a lambê-lo. Ao chegar com a língua na cabeça, lambeu toda a extensão e mandou o que pode pra dentro da boca. Que boca era aquela. Com muita vontade, fechou a boca na base do pinto, que não é dos menores e foi tirando-o sem pressa, com lambidinhas por toda extensão.
Começou um entra e sai do pau na boca que eu tive que me concentrar muito para não acabar ali naquele momento. Punha a cabeça na boca, dava linguadinhas e punhetava o resto, num ritmo delicioso, de quem sabia o que estava fazendo. Deixei-a explorar meu pau mais um pouco e chamei-a para sentar nele. Dei uma camisinha e ela vestiu com a boca, subindo por meu corpo, beijando minha boca e mirando o pinto na porta da bucetinha. Ela adorava curtir cada momento, pois sentou com calma, sentindo cada movimento da invasão e eu só conseguia delirar e me sentir o mais sortudo dos homens. Não é sempre que um quase cinquentão consegue uma deusa maravilhosa destas e decidi que estava na hora de dar minha contribuição àquela foda.
Deitei-a de bruços, admirei aquela bunda enorme, durinha e com marquinha de sol, lambi seu rego, abri as nádegas e penetrei minha língua naquele cuzinho cheiroso e apertado. Lambi até a buceta e puxei-a para ficar de quatro. Mirei a rola na portinha da bucetinha molhada e enfiei de uma vez. A gata gemeu alto e pediu para eu meter: -isso, mete com vontade... enfia esse pau em mim... judia bastante dessa cachorra... eu quero ser só sua de agora em diante... que pinto delicioso é esse...mete, mete...
Bombeei bastante, senti ela ter pelo menos mais 2 orgasmos e não aguentando mais, gozei fazendo escândalo, seguindo os gritos da minha deusa loira. Que foda maravilhosa.
Deitamos lado a lado e ficamos abraçados, voltando do passeio que acabamos de fazer no paraíso.
Ela olhou nos meus olhos e disse:
- Eu sabia que ia valer a pena. Sei que minha mãe está muito interessada em você, mas não pude resistir a esta vontade que me deu de estar com você... e está valendo cada segundo.
Fomos grudadinhos para o chuveiro e ela ajoelhou e começou a me chupar novamente. Deixou meu pau duríssimo de novo, virou de costas para mim e mirou o pau naquela xoxotinha maravilhosa. Desta vez ela jogou o corpo para trás de uma vez e mais uma vez gritou de tesão, mexendo aquela buceta, rebolando aquele bundão e me levando a loucura.
Virei-a de frente, encostei-a na parede, levantei suas pernas nos meus braços e com ela no colo, enfiei o pinto de volta, ritmando os movimentos cada vez mais rápidos, até que ela estava gozando.
Eu sabia que por ser a segunda, eu ia demorar um pouco e decidi prolongar ao máximo aquela trepada.
Levei-a na posição que estávamos até a cama e coloquei-a deitada, toda molhada. Levantei suas pernas e em pé, fora da cama, socava com vontade naquela boceta. A mulher estava super melada. Deitei ao seu lado, puxei outro preservativo, coloquei e voltei ao combate de ladinho. Algum tempo depois de passarmos por varias posições, coloquei-a de quatro novamente e abrindo seu cuzinho, mirei a cabeça ali. Minha vontade era entrar de uma vez, mas comecei a forçar a entrada. Bruna disse que nunca conseguiu dar atrás, mas que eu podia tentar, que ela ia amar dar este prazer para mim.
Lambi muito aquele botãozinho e fui tentando, mas em vão. Precisaria de algum lubrificante e ela saiu da posição, ajoelhou na cama e falou para eu ter calma, que seu cuzinho seria meu, mas em outra oportunidade, que certamente nós teríamos. Deitou-me na cama e veio me chupar. Chupou com tanto tesão que eu avisei que não aguentava mais. Ela simplesmente disse: -goza, meu gostoso... Enche minha boca com seu leitinho que estou louca para experimentar.
E eu gozei. Enchi sua boca com meu esperma e ela lambeu tudinho, sem perder nenhuma gota.
Levei-a de volta ao hotel e ela me deu um beijo delicioso, dizendo: - aproveita minha mãe neste fim de semana, porque quando as aulas começarem, você vai me ver mais do que você espera.