Comendo meu amiguinho pela primeira vez

Por: carla-354 • 24/07/2026 • 740 leituras
Capa do conto

O dia em que comi meu amiguinho vendo revista porno

Olá Pessoal, sou eu novamente, Hórus! Moreno, olhos claros, pica de 17 cm, bi ativo, 38 anos.
Hoje vou contar do dia que comi meu coleguinha!
Nós tínhamos uns doze anos, Ali era um menino branquinho, tinha cabelos negros e uma bundinha redondinha.
Nós brincávamos todos os dias na rua depois que voltávamos do colégio, porém nesse dia estava chovendo e então tínhamos que ficar dentro de casa.
Nossas mães estavam em minha casa e eu fui para a casa dele para vermos um filme.
Até então eu e Ali só tínhamos ficado na broderagem, ou seja, uma punhetinha entre amigos.
Mas naquele dia ele me disse que tinha pegado uma revista de um tio, sem ele saber.
Corremos para o quarto dele para vermos juntos e batermos uma punheta, detalhe, eu batia para ele e ele para mim.
Fazia pouco tempo que havíamos começado a gozar, estávamos entrando na puberdade, nossos paus ganhando pelo e tudo mais. Bem, chegamos no quarto e ele apanhou a revista que estava escondida em baixo do colchão.
A primeira foto mostrava uma loira linda, com peitos grandes de fora e vestindo uma calcinha branca socada na bunda grande e redonda e isso já me deixou de pau duro.
Mas na segunda, ela tinha tirado a calcinha, exibindo uma pica enorme, rosada, dura e brilhante.
Olhei para Ali, que estava me olhando atentamente, sem falar nada. Eu não disse nada sobre aquele pauzão rosado da loira, era o primeiro travesti que eu via na vida e não sabia ao certo o que pensar.
Ali sem falar nada, levou a mão a minha bermuda e baixou, meu pau duro saltou para fora e ele sem falar nada, começou uma punhetinha.
Decidi continuar a folhar a revista e na próxima página a loira trans estava de quatro com o cuzinho rosada bem aberto. E como sempre nessas revistas, sem explicação havia um rapaz moreno já com o pau duro de fora.
Ali, continuava me punhetando, mas eles já estava sem a bermuda, completamente pelado, a punheta dele estava suave hoje, estava mais segurando minha rola do que batendo a punheta.
Na próxima página da revista a loira já estava chupando o pau do cara e na página seguinte o rapaz já socava no rabo dela a pica até as bolas. Ali olhava profundamente em meus olhos sem soltar o meu pau.
Na última página da revista, via-se o cuzinho da loira rosado e cheio de porra escorrendo. Quando cheguei nessa página, ali me tirou a revista e me olhando nos olhos disse que queria fazer parecido.
Ficou de quatro na cama e me disse vem e faz igual o cara lá!
Olhei a bundinha branca e redondinha e cheguei perto. Meu pau estava muito duro e babando de tesão. A cabeça parecia que ia explodir de tão vermelha e dura.
Não sei por que, acho que extinto, olhei o cuzinho rosadinho dele e começando a nascer pelinhos e meti a língua.
Chupei aquele buraquinho, mesmo sem saber direito o que fazer, meti a língua e salivei muito no cuzinho rosadinho dele, enquanto Ali apenas suspirava forte.
Ele me disse: Agora coloca teu pinto no meu cú!
Segurei na base da rola e apontei para aquele buraquinho rosado e cheio de saliva e tentei colocar a cabecinha.
Mas não entrava, forcei um pouco, mas sem sucesso e Ali deu um gritinho de dor.
Cuspi na cabeça do meu pau e também no cuzinho do Ali, e tentei novamente, dessa vez a cabecinha quase entrou, escorregando por pouco para fora.
Ali se colocou ainda mais de quatro e com as mãos abriu as nádegas, deixando o cú ainda mais aberto. Olhei aquele buraquinho rosado e redondinho piscar.
Com todo o cuidado coloquei a cabeça no olhinho do cúzinho dele e soquei.
O pau entrou até a metade e Ali deu um grito alto. Parei com o pau dentro dele e esperei.
Ali, vagarosamente começou a balançar para frente e para traz, gemendo baixinho, isso fez com que meu pau quase saísse todo e voltasse para dentro do cúzinho.
Mais um pouco e meu pau estava todo dentro do Ali, e ele gemia, então começou a bater punheta.
Mantendo a mão esquerda na sintura dele, com a direita fui pegar na pica. O pau dele era rosado, do mesmo tamanho do meu, mas circuncidado.
Acertei a velocidade da punheta com o entra e sai do meu pau no rabinho dele.
Isso nos deu um tesão sem medidas, meu pau entrando e saindo do cúzinho dele e minha mão descendo e subindo no pau de Ali, o qual estava duro como uma pedra.
Ficamos assim por mais alguns minutos e então eu senti que ia gozar e o avisei.
- Meu leite vai sair e vai ser no seu cú, será que tem problema?
Ele não respondeu, apenas acelerou o movimento do corpo, se jogando para frente e para traz.
Não aguentei e gozei, enchi o cúzinho dele de porra quentinha. Caí sobre o corpo dele suado e arquejante.
Tirei meu pau do cú e olhei o resultado. Nossa o buraco dele tava grande, as pregas estavam com um pouquinho de sangue, e o resto era apenas porra escorrendo. Pingou um pouco no cobertor da cama.
Ali estava ainda de quatro segurando o próprio pau, pois ainda não tinha gozado.
Eu olhei ainda meio assustado para ele, mas ele sorria e puxou minha mão para o pau dele. – Você precisa me ajudar a terminar. Disse arfante.
Cuspi na minha mão e a coloquei no pau duro e rosa. Comecei um vai e vem bem gostoso.
Lembrei de uma revista que tinha visto em outra oportunidade onde uma mulher colocava o pau do cara na boca e decidi fazer igual.
Coloquei o pau de Ali na boca, mas só sabia fazer isso. Fiquei lá com o pau da boca esperando algo.
Ali começou a enfiar e tirar o pau da minha boca, ele estava fodendo minha boquinha.
O pau ia quase na minha garganta e saia todo babado.
Apertei um pouco os lábios e Ali segurou minha cabeça e acelerou o ritmo.
Quando gritou que ia sair o leite dele, tirou o pau da minha boca e esporrou na mão dele.
Depois sentou na cama, suado e sorrindo.
Nós somos loucos! Ele disse e foi colocar a bermuda.
Depois desse dia, começamos a fazer troca, troca, juntos aprendemos a chupar o pau um do outro.
Hoje somos amigos, Ali é casado e tem duas filhas, nunca conversamos sobre o que fazíamos n infância, mas nos tratamos com carinho. Para nossas famílias somos dois machos que nunca brincaram com o pau ou o cú um do outro.
Temos muitas aventuras juntos, comemos algumas meninas também, e gozamos muito. Nossa infância e juventude foi muito boa e sem preconceitos. Juntos descobrimos os prazeres do sexo e o real valor da amizade.
Na próxima eu conto do dia em que eu e Ali comemos a filha da vizinha, detalhe tínhamos apenas 13 anos.
E vocês mulheres e trans de Curitiba, continuem a mandar suas fotos para o e-mail.

Beijos safados e safadas. Não esqueçam, sem preconceitos sempre.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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