Comeu o meu cu e gozou na minha cara

Por: carlos-303 • 09/07/2026 • 378712 leituras
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Daniel chegou em casa. Eu o esperava na sala, sentindo um tesão peculiar e intenso que me acompanhava durante todo o dia.

Naquele fim de tarde, meu desejo era singular, quase uma urgência que pulsava em mim: eu queria apenas sexo anal. Nenhum outro toque parecia me chamar com tanta força quanto a ideia daquela entrega profunda.

Ele me encontrou com aquele sorriso familiar, e eu não precisei dizer uma palavra. Meus olhos já falavam do meu anseio. Daniel me puxou para um beijo, e a paixão entre nós era uma corrente elétrica que ignorava o cansaço do dia.

"Você está com um brilho diferente hoje, meu amor," ele sussurrou, a mão já na minha cintura, apertando suavemente.

Eu sorri, um ar de cumplicidade que só nós dois entendíamos. "Tenho um desejo especial. E não quero esperar."

Daniel assentiu, um brilho de excitação em seus olhos. Em vez de seguirmos para o quarto, ele me guiou para a garagem de casa. O espaço era mais fresco, mais reservado, com a penumbra dos carros estacionados criando um refúgio perfeito.

O cheiro de borracha e gasolina misturava-se ao perfume dele, e a ousadia do local só intensificava o momento.

Ele me empurrou suavemente contra um dos carros, minhas costas sentindo o metal frio. Minhas mãos já estavam em seu cinto, desabotoando-o com agilidade, enquanto Daniel se apressava em abrir minha calça e remover minha calcinha. Eu já estava molhada, e o desejo pulsava com força.

"Eu te quero, meu amor," sussurrei, meus quadris se erguendo um pouco em convite.
Daniel se posicionou. Com carinho e um cuidado que só ele tinha, ele me preparou, seu toque gentil aquecendo e relaxando cada fibra. Senti a ponta do seu pênis contra minha entrada, quente e firme.

A penetração no meu cuzinho foi lenta, um misto de pressão e um prazer que se intensificava a cada milímetro. Ele me comeu o cuzinho com um ritmo cuidadoso e depois mais forte, uma intensidade que me arrebatou.

Senti-o preencher-me por completo, e os gemidos incontroláveis escaparam dos meus lábios, abafados pelo silêncio da garagem.

Nossos corpos se moviam em uma dança de êxtase, o ranger abafado da suspensão do carro nos embalando. A cada estocada, sentia Daniel preencher-me mais fundo no teu rabinho, mais completamente. A tensão crescia, apertando, até que o prazer se tornou insuportável. Senti uma explosão, uma onda profunda e arrebatadora de gozo se espalhando por cada célula, meus músculos se contraindo e relaxando em ondas deliciosas.

Ele gemeu meu nome, a respiração ofegante, e se derramou dentro de mim, uma onda quente e familiar que selava aquele momento. Ficamos ali por um momento, a respiração ainda ofegante. A satisfação me invadiu por completo.

"Amor," eu pedi, a voz rouca, sem me mover, "quero que você goze no meu rosto."

Daniel assentiu, um brilho de compreensão e adoração em seus olhos. Ele se desvencilhou de mim, e com um movimento suave, eu fiquei de joelhos à sua frente, o rosto erguido, pronta. Senti a pressão e, então, o fluxo quente e abundante da sua porra explodindo e preenchendo todo o meu rosto.

Era uma onda de calor e vida, a culminação da nossa entrega.

Com os dedos, limpei o gozo do meu rosto, sentindo sua textura, coloquei na boca e engoli tudo, até a última gota.

De mãos dadas, um sorriso secreto em nossos lábios, entramos em casa. O banho quente que tomamos juntos depois, sob a ducha, selou a nossa entrega, lavando o corpo, mas a alma permanecia preenchida pela paixão vivida ali, na penumbra da nossa garagem.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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