- Tantos elogios estão me deixando sem geito, você também é muito bonita. Vilma permanecia, ainda, de pé e continuou: - Obrigada. Você se incomoda que eu fique assim nesses trajes, se não eu vou me vestir direito. - De maneira nenhuma, fique a vontade. Vilma, então, se sentou ao meu lado e falou: - Então minha sogrinha querida, como vão as coisas, a senhora me parece tensa e nervosa, o que está acontecendo, me conta, me faça sua confessionária; alguma coisa está roendo sua cabeça? Por favor conta.
Eu pensei alguns minutos, procurei me acalmar e, então, resolví me abrir: - Como você sabe eu fiquei viúva há 6 meses e isto me abalou muito; somente agora, depois desse tempo todo, eu estou sentindo a consequência, principalmente na minha vida afetiva e ... - Sexual, pode falar claramente não tenha vergonha; a senhora esse tempo todo não teve nenhuma relação? - Não. Ainda, não estou preparada para encarar outro homem, que não o meu marido. Vilma lentamente foi se chegando para perto de mim, até quase ficar colada a mim e sussurrou no meu ouvido: - Você nunca experimentou fazer amor com outra mulher? - Nunca pensei nisso. Não sei se seria capaz. A essa altura Vilma já estava com uma das mãos sobre minha coxa e a acariciava delicadamente e eu sem ação não impedia, mas sentia um frissom que me deixava tonta. Vilma continuou falando baixinho com seu rosto praticamente colado no meu: - Você não sabe o que está perdendo, uma mulher sabe dar muito mais carinho e tesão á outra, a senhora deve tentar e vai ver como vai melhorar. Enquanto sussurrava ela percorria com seus lábios todo o meu rosto, molhando-o com a sua saliva e lambendo com a ponta de sua língua; vez ou outra passava suavemente sobre meus lábios trêmulos e voltava no seu passeio pelas minhas faces; então ela chegou com sua boca no meu ouvido e enfiou a sua lingua dentro dele, chupando-o e mordiscando; senti um arrepio percorrer todo meu corpo, o local era um dos meus maiores pontos erógenos; com isso a minhas coxas instintivamente se abriram e a mão dela chegou na minha vagina; ela então, exclamou bem no meu ouvido: - Você não usa calcinha? Que bom. - Não, eu uso, hoje foi que eu não vesti. - Por que? - Eu não sei bem porque. - Será que foi em minha homenagem? - Talvez. Enquanto isso sua mão se movimentava com agilidade, masturbando minha buceta e afastando sua boca do meu ouvido, encostou levemente seus lábios nos meus; ela sentindo uma reação de minha parte, procurando afastar nossas bocas perguntou: - Você nunca beijou uma mulher na boca? Apenas acenei com a cabeça que não e ela então continuou: - Então, deixa eu te mostrar e você vai sentir como é gostoso. A essa altura com o movimento acelerado da mão dela na minha buceta eu já estava no auge a ponto de quase gozar e não opús reação; Vilma, então, falou: - Vamos bem devagarinho: primeiro encosto meus lábio molhados nos seus e com a pontinha da minha língua eu molho os seus. Foi o que ela fez. Depois ela abriu suavemente a sua boca e engoliu meus lábios, babando-os todos. Eu não aguentando mais, resolvi tomar iniciativa, s puxei com força a cabeça dela e comprimi fortemente meus lábios de encontro aos dela e enfiei a minha língua dentro de seua boca e encontrei a dela, e aí ficamos demoradamente num longo beijo, ou melhor chupão, língua com língua, saliva com saliva, até que num repente eu me afastei dela e puxei sua mão de minha buceta e gritei: - Para! Senão eu gozo! - Que bom, a senhora estar gostando, vamos para dentro do meu quarto que eu vou mostrar aquilo que eu sou perita; vou lhe dar um banho de língua completo, onde o ápice será a chupada de sua buceta, que levará a senhora aos céus! Então, nos levantamos e nos dirigimos para o quarto de Vilma.