Marcamos um lugar discreto para o encontro, deixei meu carro próximo ao aeroporto e lá ela já estava dentro do seu carro muito nervosa. Entrei, dei um beijo em sua boca, selinho (ainda) e corremos para um motel. Chegando lá, percebi que ela estava nervosa pois nunca tinha traído seu marido, que ele foi o primeiro e único homem da vida dela e isso estava me deixando cada vez mais tarado por ela. Então pedi que ela relaxasse, trouxe duas taças de vinho e começamos a conversar. Papo vai, papo vem, um beijo longo abriu os trabalhos. Era o cartão de visitas. Comecei a tirar sua roupa, puxei sua blusinha e pela primeira vez cai de boca naqueles peitinhos maravilhosos, chupava seus seios bem devagarinho e ela pedia pra ir com calma pois o marido tinha viajado à trabalho. Teríamos tempo. Tirei minha roupa e a saia dela e ficamos ali massageando um ao outro. No momento em que estava começando a massagear suas costas, ela não esperou muito e procurou segurar no meu pau que já estava pra explodir de tesão. Aí veio a surpresa: aquela mulher que antes só falava do marido, que entrou nervosa no motel por nunca ter saído com outro homem começou a se revelar uma maravilhosa puta. Começou a chupar meu pau com tanta vontade que eu apenas me espreguicei e curti aquele momento. Que safada! Por isso eu sempre falo que a sua esposa têm que ser uma dama pra sociedade e maior das putas na cama. Tem que comer com vontade, com carinho mas com muita putaria. Essa putaria minha coordenadora estava fazendo comigo e eu com ela. Abri as pernas dela e antes de meter o cacete dei uma chupada gostosa naquela buceta, passei uns cinco minutos enfiando a língua naquela xoxota e ela delirava, até gozar a primeira na minha boca, dizia que o marido não curtia. Depois disso, peguei meu cacete e enfiei devagarinho na xaninha dela. Não demorou e ela implorava pra bombar com força, dizia que seria não apenas minha coordenadora mas minha putinha. Coloquei ela de quatro e continuei comendo sua buceta e puxando de leve seus cabelos. Segurei o gozo, esperei ela gozar. Aí veio o ápice: Puxei minha putinha casada, melei meus dedos com gel e comecei a massagear seu cuzinho. Então ela disse que nunca tinha feito anal, e se fosse pra fazer completo tinha que ser na cama dela. Ela ligou para uma irmã, confirmou que não tinha ninguém em casa então fomos pra sua casa. Ao chegar, sem perder tempo fomos para seu quarto. Ali, na cama do casal, continuei a comer minha putinha. Tínhamos parado no cuzinho dela que a essa hora eu já tinha esporrado todo. Tomamos um banho, bebi uma cerveja na casa dela e a tarada queria mais. Parecia que não fodia fazia um tempão. Passamos umas 5 horas juntos entre motel e sua casa. Depois disso, conversamos se valeria a pena arriscar o casamento e ela disse que tinha medo. Só que ontem mesmo, na escola, só deu tempo de meter o dedinho na xaninha dela e colocar ela pra chupar meu pau. Quase éramos pegos em flagrante. Mas essa história tá longe de acabar.
Espero que tenham gostado e se identificado. Essa história é 100% , verídica e hoje eu tenho uma chefe putinha ao meu lado.