Comi minha namorada no quarto dela

Por: gabriel-338 • 09/07/2026 • 91486 leituras
Capa do conto
Conto erótico escrito por Thesco Grey

Era uma tarde abafada, o ar pesado de tesão. Eu havia chegado no apartamento dela sem avisar, e quando abriu a porta, lá estava ela: vestido listrado justo, marcando aquele corpo de deusa, e por baixo – eu sabia – uma calcinha vermelha de renda, daquelas que deixam a bunda ainda mais gostosa.

Mal entramos no quarto, empurrei ela contra a cama, passando a mão por baixo do vestido.

— Tira essa roupa, agora — ordenei, puxando o zíper pelas costas.

Ela obedeceu, deixando cair o tecido no chão. Ficou só de calcinha vermelha, os seios perfeitos balançando, a bunda empinada.

— Deita e abre as pernas — comandei.

Ela se recostou na cama, pernas abertas, aquele montezinho lisinho e convidativo. Não resisti: abaixei e enfiei a língua nela, chupando com vontade.

— Ai, amor… assim… — ela gemeu, os dedos se enrolando nos lençóis.

Enquanto chupava, enfiei um dedo no cuzinho dela, fazendo círculos lentos. Ela arqueou, a buceta ficou ainda mais molhada na minha boca.

— Você tá com muito tesão, né, putinha? — perguntei, tirando a língua só para provocar.

— Tô… seu dedo no meu cu me deixa louca — ela confessou, a mão dela já agarrando meu pau por cima da calça.

— Vira de quatro, agora — mandei, puxando ela pela cintura.

Ela se ajoelhou na cama, empinou aquela bunda perfeita de calcinha rendada e eu, sem pena, puxei o tecido pro lado e enfiei meu pau de uma vez na buceta molhada dela.

— CARALHO! — ela gritou, as unhas cavando no colchão.

Meti com força, batendo na bunda dela, deixando marcas vermelhas na pele morena. Puxei seus cabelos, obrigando a arquear as costas.

— Gosta de levar pau assim, não é, sua puta?

— Adoro… seu pau grosso me deixa doida — ela gemeu, o corpo tremendo de prazer.

Depois de foder ela bem gostoso naquela posição, puxei meu pau e enfiei no cuzinho dela sem aviso.

— AI, AMOR! TÁ MUITO APERTADO! — ela gritou, mas não parou de rebolar.

— Aguenta, sua vadia. Você sabe que esse cuzinho é meu — disse, socando até ela gemer mais alto.

Quando senti que ela tava quase gozando, puxei ela pelo cabelo e mandei:

— Ajoelha e abre essa boca.

Ela obedeceu, de joelhos na frente de mim, língua pra fora, olhos cheios de submissão.

— Vai engolir tudinho, entendido?

— Sim, Senhor… — ela respondeu, ansiosa.

Dei as últimas punhadas e jorrei na boca dela, gota por goa, enquanto ela engolia com um sorriso safado.

— Obrigada, amor — ela disse, limpando os lábios.

E assim, naquela tarde, deixei claro mais uma vez: essa buceta – e esse cuzinho – são meus.

Casal Grey ??????


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