historias reais, pois não dá pra dividir com
detalhes sórdidos com qualquer conhecido
minhas intimidades sexuais.
Um dia noite fui à Boa Viagem em Niterói
uma praia perto do MAC, pra quem não
sabe, quando anoitece lá o fervo rola
intensamente, geralmente homens muitos
bonitos fingem caminhar, mas na verdade
só querem pegar ou serem pegos. Avistei
logo assim que cheguei um cara de
estatura mediana moreno claro. Com
cavanhaque, corpo muito bem definido sem
camisa, bonito ele aparentava ter no
máximo quarenta e dois anos. Eu fui
andando pela praia e ele me seguiu. Nos
olhamos e fomos pra uma parte menos
iluminada da praia, começamos a nos
beijar, o beijo dele era daqueles
avassaladores, de chupar a minha língua e
me deixar com falta de ar. Seu corpo era
sarado e quente, tinha tanquinho e era
liso, apesar de estar suado era cheiroso e
másculo. Tudo foi muito rápido, botamos
nossas rolas pra fora, a dele não era
grande como a minha, mas era cabeçuda,
cai de boca, era cheirosinha e pude sentir
suas veias pulsarem, ele era todo lindo,
lambi ele todo, até que ele quis me chupar
também. Ele era do tipo de homem que
engole até o talo, gosta de ter um pau na
garganta. Enquanto ele me chupava, eu
dedava sua bundinda grande e definida.
Comecei a cuspir no dedo e molhar aquele
cu, ele gemia a cada dedada que eu dava,
abria mais o cu dele pra eu enfiar mais
fundo, eu já havia enfiado três dedos,
ensandecido pelo tesão o virei de costas
para mim pus a camisinha e comecei a
meter, aquele cu que não era apertado, já
devia estar acostumado a dar. Fui
metendo naquele coroão sem dó. Metia com
força, eu queria machucá-lo ele estava
gostando, era tudo muito envolvente. Eu
lambia sua barba e ele lambia a minha
cara toda também, até que ele agachou ali
mesmo na areia de quatro e fui por cima
enfiar minha piroca no seu cu. Fiquei
assim por um bom tempo até ele anunciar
que queria gozar. Ele se levantou e
começamos a nos punhetar, muito leite
misturado nos deixou melados. Foi muito
bom, o engraçado de tudo é que só depois
de fuder nos apresentamos, ele se
chamava Arthur era tenente do exército e
disse ter cinqüenta anos, parecia muito
mais jovem, eu nunca tinha trepado com
nenhum cinqüentão, mas com ele valeu
muito a pena.
Estou aberto sempre a novos contatos e
amizades.