Comi um gay numa praia deserta

Por: mariana-53 08/07/2026 488331 leituras
Capa do conto
O sol já se punha no horizonte , quando encontrei ele ali. A praia era só nossa: quilômetros e quilômetros de areia vazia, sem um guarda-sol, sem barulho de criança, sem nem um cachorro. Só a batida das ondas quebrando e o vento quente batendo na pele. Lá estava ele deitado de bruços sobre uma canga velha, sunga preta minúscula enfiada no rego, metade da bunda de fora, brilhando de protetor solar e suor. Moreno, cabelo bagunçado pelo vento, deveria ter uns 27 anos, corpo seco de quem malha mas não exagera. Quando me viu chegando, não se mexeu. Só abriu um sorriso de canto e continuou olhando pro horizonte. Estava com um puto tesão cheguei perto, joguei a mochila na areia. — Tá sozinho? — perguntei, já tirando a regata. — Tô esperando alguém como você aparecer — respondeu sem virar o rosto. A voz saiu rouca, com aquele tom de quem já sabe o que vai rolar. Tirei o chinelo, e a bermuda, a cueca. Fiquei só de óculos escuros. Meu pau já tava meia bomba só de ver aquela bunda empinada, o tecido da sunga esticadinho marcando tudo. Me ajoelhei atrás dele, passei a mão devagar pelas coxas, subindo até a curva das nádegas. Ele arqueou as costas na hora, empinando mais. — Pode tirar — falou baixinho. Puxei a sunga pra baixo de uma vez. A bunda abriu sozinha, o cuzinho brilhando de lubrificante. Ele tinha vindo preparado. Sorri. —  Puto safado… quanto tempo tá aqui esperando? — Desde que vi você descendo as pedras — confessou, olhando para trás por cima do ombro. Ai cuspi na mão, esfregou na cabeça do pau e já encostei. Ele gemeu baixo quando sentiu a pressão. Não demorei pra entrar: cabeça, mais um pouco, até o meio. Ele apertou forte, respirando pela boca. Segurei a cintura dele com as duas mãos e dei o primeiro tranco longo, até encostar os ovos na bunda. — Caralho… — ele gritou, agarrando a canga com força. Comecei bem devagar, sentindo cada centímetro sendo engolido. A cada estocada ele abria mais as pernas, empinando, pedindo sem falar. O som era só pele com pele, o barulho molhado do lubrificante e os gemidos dele ficando cada vez mais altos e desesperados. Virei ele de lado, uma perna levantada no meu ombro. Assim conseguia ver o rosto: olhos semicerrados, boca entreaberta, bochechas vermelhas. Ele se masturbava devagar enquanto eu metia o pau babando na barriga. A cada estocada funda ele soltava um “vai… vai vai… porra…goza logo” quase choramingando. O sol já tinha sumido atrás das pedras, o céu ficou roxo-alaranjado. Aumentei o ritmo das estocadas . Segurei o pescoço dele com uma mão, não forte, só o suficiente pra sentir o pulso acelerado. Ele gozou primeiro: jatos grossos subindo até o peito, gemendo rouco, o cu piscando em volta do meu pau. Aquilo me levou junto. Meti até o talo, segurei firme e gozei dentro, enchendo ele enquanto nois dois tremiamos.Ficamos uns segundos assim, ofegantes, meu pau ainda pulsando dentro dele. Depois saí bem devagar, vendo o leitinho branco escorrer devagar pela bunda morena e pingar na canga.Ele virou de barriga pra cima, riu fraco, ainda ofegante: — Tu volta amanhã? Olhei pro mar escuro, pro céu já cheio de estrelas .— Se você ainda tiver essa sunga enfiada no rego… eu volto.

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