Comida Pelo Novinho na Casa de Farinha

Por: matheus-182 • 10/07/2026 • 27678 leituras
Capa do conto
Olá, eu sou uma coroa danadinha de 50 anos, magra, alta e com muito fogo pra dar (literalmente) e vender. Eu sou nascida e criada em Aracaju e viajei para uma cidade de interior (Lagarto) para visitar os meus parentes. Ao chegar lá, fui informada que estava acontecendo uma farinhada em um povoado e que iríamos pra lá. Para quem não sabe, é na casa de farinha que transformam a mandioca em farinha, chamam isso de farinhada. Fiquei entusiasmada, pois nunca tinha presenciado o processo de produção da farinha. Ao chegar lá me encantei com as pessoas simples que estavam trabalhando, mas o encanto foi maior por um rapazinho de seus 18 anos. Ele é magro, alto, musculoso e muito gostosinho. Ele estava raspando a mandioca (não a dele, claro kkk). A raspagem da mandioca é um dos processos pra retirar a casca. Eu fiquei ali observando e quanto mais eu olhava pra o novinho, mas loucuras apareciam em minha mente. Não demorou e eu já estava toda molhada imaginando diversas safadezas com o novinho. Entretanto, por mais que a vontade fosse grande, sabia que era impossível acontecer algo ali.

Pra minha sorte, ocorreu um imprevisto e as outras pessoas que estavam na casa de farinha precisaram sair (não vou trazer o motivo aqui, pois o espaço é pequeno). Acabou que de repente estava sozinha com aquele rapazote gostoso. Me aproximei e me apresentei. Ainda não tinha falado diretamente com ele, até então.
Ele estava muito tímido, sentado no chão e olhando indiretamente por causa da vergonha. Me senti segura ao ver a vergonha dele e comecei a me insinuar. Perguntei se ele namora, ele respondeu que não. Perguntei se ele já tinha namorado com alguém e o “não” voltou a se repetir. Eu já cheia da safadeza no rabo, perguntei se ele já tinha beijado alguma mulher. Ele ficou morto de vergonha e disse que não, pois no povoado não havia muitas mulheres e ele raramente ia pra cidade. Nessa hora, eu estava em pé, na frente dele e azeda de tsão. Olhar ele sentado no chão, sem camisa e sujo da raspa da mandioca, me enlouquecia. Então, não contive meu desespero de tsão e parti pra o ataque. Perguntei se ele poderia parar a raspagem um instante e levatar. Ele balançou a cabeça positivamente e assim o fez. Ao se levantar, ataquei o novinho num beijo tarado. Senti pelo beijo que ele realmente não tinha experiência, mas o pau já estava extremamente duro. Queria beijar ele por horas, afinal estava há um tempo sem sexo, mas eu sabia que a qualquer momento as pessoas voltariam pra casa de farinha. Então durante o beijo rapinho, já fui pegando no pau dele por cima da bermuda. Que pau grande, era digno de ser chamado de mandioca. Abaixei a bermuda dele e rapidamente já estava mamando a pica do novinho.

O meu coração estava disparado, pois tinha medo de alguém chegar, ao mesmo passo que esse medo potencializava o meu tesão e desejo. Pra variar, o novinho começou a gemer, enquanto eu mamava. Perguntei se ele queria chupar minha bctinha e ele, com uma cara toda tesuda, disse que sim. Deitei-me sobre as raspas da mandioca, baixei meu short e senti aquela boca nova me chupar. Ele não chupava muito bem, mas a situação era tão gostosa, tão safada e tão inusitada, que sentia como se fosse o melhor oral da minha vida. Por alguns instantes até imaginava algum outro jovem chegando e nos flagrando ali e, quem sabe, participando da nossa putaria (quem me dera ter a pica de 2 novinhos de uma vez). Infelizmente ninguém chegou. Pedi pra ele meter a pica em mim. Meu pedido foi uma ordem. Ele rapidamente veio pra cima e começou a meter loucamente. Senti aquela mandioca zero quilometro entrar em mim, foi incrível. Gemi loucamente e sem medo algum. Provavelmente dava pra ouvir de longe meus gemidos, mas não tinha problema pois não havia ninguém nas redondezas (eu acho kkk). Ele meteu e gemeu comigo, gozei rapidinho devido ao alto tesão. Ele também não demorou e encheu minha buceta com leite novo e de qualidade.

Ainda deu tempo eu tirar o leite de dentro da buceta com os dedinhos e chupar, enquanto ele vestia a bermuda olhando pra mim. Me recompus e me vesti. Não demorou muito e o pessoal começou a retornar pra casa de farinha.
O novinho ficou todo envergonhado. Infelizmente não tenho o contato dele e nem sei se o verei novamente, mas fiquei muito feliz de ter tirado a virgindade do novinho em uma situação bastante inusitada.

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