- Olha só que bunda pretinha e lisinha... parece bundinha de bebê.– acariciando minha bunda e metendo o dedo na direção da entrada do meu cu. Vem chupar o meu pau, vem, viadinho...
Mais uma vez troquei de pau e comecei a chupar a pica de um garoto enquanto ele dizia:
- Molha bem pra facilitar eu meter no teu cu...
Quando ele achou que já estava bem lubrificado, foi para trás de mim e começou a meter no meu cu. O outro aproveitou e colocou o pau de novo na minha boca.
- Caralho, que cu gostoso! Rebola, rebola na minha pica, seu viado, rebola! – dizia isso e dava pequenos tapas nas minhas nádegas.
O outro devia estar na secura há muito tempo, pois logo gozou, lambuzando a minha cara e a minha boca de porra. Ele começou a apertar o caralho para tirar o resto de esperma enquanto dizia:
- Lambe para tirar o resto de leitinho, lambe, seu viado...
Lambi tudo, até deixar o seu pênis completamente limpo, o outro metia forte no meu rabo.
- Viado do cu gostoso! Rebola para o seu macho, rebola!
Eu respondia rebolando o cu na pica dele, até ele não aguentar mais e me puxar na direção dele, inundando o meu rabo de porra.
Nisso um outro já estava com uma tora enorme se masturbando, atacou o meu cu assim que o outro tirou. A penetração foi mais fácil por causa da porra que enchia o meu cu, mas o pau dele era maior e ele estocava com tanta força que eu tive de me segurar para não cair.
- Você ta gostando, né? Ta gostando da minha jeba enfiada no teu rabo.
Eu gemia que sim ele enfiava mais fundo.
Devia estar há um ano sem gozar, pois quando tirou o pau de mim, a porra escorreu pela minha perna. Depois disso, O menino mais novinho gamou na minha boca e sempre pedia para eu chupar mais forte e depois também me enrrabou.
Me largaram ali no chão todo esporrado e com o cu arregaçado e jorrando porra, me lavei na chuva e fui embora.
Mas contudo feliz.