COMO CONHECI VÁRIOS AMIGOS NEGROS ROLUDOS

Por: beatriz-44 10/07/2026 486363 leituras
Capa do conto
Certa vez, eu tinha ido numa rádio buscar uns discos que ganhei e quando estava indo embora, cortei caminho por uma travessa que não passava muita gente e estava eu passando ali, quando vi um negro enorme, parecendo um jogador de basquete, mas não era um negro qualquer era um negro, negro, negro sua pele até brilhava de tão negro, sentado na porta de um prédio e quando eu passei por ele o ouvi gritar...

- Vamô deitá loira...

- Vamô deitá...

Olhei em volta e não vi ninguém, olhei do outro lado da rua e vi a loirinha pra quem ele tinha gritado, mas ela não deu bola, já eu, senti minha espinha gelar, me deu o maior tesão, mas ele nem me viu então, eu tinha que fazer alguma coisa a respeito, devo ter passado por ele umas seis ou sete vezes, senão mais, até ele me notar e dizer alguma coisa do tipo...

- Vamô deitá...

E me puxou pra dentro do prédio, me fazendo entrar no elevador e subir rápido para o seu apartamento, olhou em volta e me fez entrar rapidinho, fechando a porta atrás de nós. Já dentro do apartamento, fiquei sabendo que seu nome também era Marcelo, mais um Marcelo, fingi que estava com medo e que não sabia o que ele queria e o deixei falando sobre como iríamos se divertir ali. Logo, ele despejou algumas revistas de pornografia, com mulheres fodendo deliciosamente e me perguntou se eu já tinha visto iguais...

- Respondi que não...

Claro que era mentira, já tinha visto muitas na casa do Luís e do Júnior, bem como filmes, mas, deixei ele passar os vídeos. Até a hora que ele abaixou sua bermuda e expôs um magnífico exemplar de rola negra, enorme, lindamente dura e grossa, cheio de veias saltadas e bolas enormes recobertas de pentelhos assim como seu pau e me mandou chupá-lo já que me tinha feito ajoelhar nos seus pés, obedeci e fingi que não sabia o que estava fazendo, obrigando-a me segurar pela nuca e me fazer engolir sua rola, até engoli-la inteira, até o talo, daí ele começou...

- Isso, chupa...

- Chupa tudo...

- Assim... Delícia

- Não para, continua...

E me fazia foder como se minha boca fosse um cu ou uma boceta. Assim que seu pau ficou duro, o que não demorou muito ele me levou pro quarto, onde tirou minha bermuda, me fez ficar de quatro em sua cama e abriu minha bunda com as duas mãos e antes de dar uma cusparada nela, disse num tom de safadeza...

- Mas que cuzinho arrombado...

- Vai levar rola gostoso...

E começou a me foder sem dó, como eu gostava e não para de falar muita sacanagem pra mim, do tipo...

- Hoje é seu dia de sorte...

- Vou te arrombar todinho...

- Nunca mais você vai esquecer de dia, gargalhando...

- Aguenta filha da puta...

E, quando ele foi me chamar de veado, eu disse pra ele que não gostava, mas que de puta, vagabunda ou vadia tudo bem...

- Ele riu e me chamou de puta vagabunda...

- E ordinária do caralho...

E continuou me fodendo, até a campainha tocou. Ele me mandou ficar quieto, em silêncio e foi ver quem era. E voltou trazendo, o Jonas, o Jéferson, o Paulo e o Zé, e enquanto ele voltou a me foder, já foram tirando suas roupas e me dando-as pra chupar e punhetar. Naquela tarde meu cu foi verdadeiramente arrombado e arregaçado, me deixando dolorido pra valer, nunca antes eu tinha levado tantas rolas gigantescas na vida e fiquei todo coberto com várias esporradas monstruosas. Tanto que depois que eles terminaram comigo e deixei suas rolas limpinhas, fiquei largado na cama uma meia hora, enquanto eles conversavam e riam de tudo aquilo e me elogiando. Claro daquele dia em diante ficamos muito próximos, não só eu ligava pra eles, como eles me ligavam e passamos a ter muitos outros encontros deliciosos até com mais negros que conheci depois. Minha coleção de machos tinha aumentado consideravelmente e eu amava ser arregaçado, arrombado e ficar todo lambuzado de esperma, já contei melhor sobre eles nos meus relatos fodendo a força com estranhos e negros grandes grossos e duros. Amava rolas grandes e grossas e que esporrassem muita porra, quente, branca, gosmenta e pegajosa meu tipo predileto quanto ao gosto aprendi a gostar de todos os tipos adocicada, salgada, com cheiro forte, nunca tive problema com engolir as gozadas.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados