Padrasto / contos de Alice / História Real
Descobri minha parte pedo depois de uma situação que aconteceu com a filha da vizinha e eu passei a olha-la com outros olhos.
Foi um grande impacto para o nosso bairro quando descobrimos a história da Laurinha de 7 anos, ela vivia com a mãe e o padrasto na casa ao lado da minha e a história que gerou grande impacto foi que o padrasto dela (Roberto) estava fudendo a menina na própria garagem de casa e a mãe dela não percebia. Roberto sumiu do mapa quando vazou essa notícia, e eu tive um grande impacto quando descobri porque eramos muito amigos, a gente vivia batendo bola no campo do bairro e nunca desconfiei de nada disso. Mas um fato que veio na minha cabeça ao quando descobri essa notícia foi: como ele conseguia fuder a Laurinha?
Eu já joguei bola com o cara e quando a gente ia pro vestiário eu via o tamanho da rola dele quando ele trocava de roupa e era uma rola bem grande em torno de uns 18 cm, de cor morena e grossa, fiquei imaginando como tudo aquilo coube dentro de uma menininha como a Laurinha? pensar nisso acabou acordando meu pinto no calção e isso me assustou pois sabia que não era o pensamento adequado naquele momento, mas a partir daquele dia eu só queria ver o estrago que aquela rola grossa deixou naquela bucetinha. Comecei a ver a Laurinha como uma pequena ninfetinha que aguentava a rola do padrasto. Roberto era grande, tinha 1,90 de altura e era um moreno fortão e isso me deixava com mais tesão em imaginar ele em cima da menina com as costas toda suada fodendo ela. No quintal da casa deles, Roberto fez uma estrutura de madeira para guardar o carro dele e algumas peças que ele "trocava" aos finais de semana, era lá dentro que ele fodia a menina, só de pensar nisso eu ja ficava com tesão porque várias vezes eu vi através da minha janela da cozinha o Roberto entrando nessa garagem sem camisa só de bermudão e a Laurinha entrava só de calcinha atrás dele, Roberto fechava a porta e ficava horas com Laurinha lá dentro enquanto a mãe dela ficava fazendo o almoço de domingo. Fico imaginando o que rolava lá dentro entre os dois, e a besta da mãe dela nem imaginava.
Depois desse escândalo, a mãe da Laurinha se mudou por não aguentar os bichinhos das vizinhas que acusavam ela dizendo:
- como assim? Como ela não viu isso? O cara ficava lá dentro sozinho com a menina? Como ela não percebeu.
Talvez seja isso que me faz gostar de contos em formato de voyeur, como os da Alice por exemplo, me fascina imaginar que existe isso na história real, por incrível que pareça. A primeira vez que li o autor Identidade de Bourne tive um orgasmo imenso em ler histórias como as dela.