Divido meu padrasto com mamãe A felicidade de ter deixado de ser virgem e como perdi o cabaço, aos 14 anos, com o meu padrasto português
Me chamo Regina, vivo em Portugal, num cidade linda frente ao mar, Costa de Caparica, perto de Lisboa, uns 30 minutos de trem, vive aqui muito brasileiro. Minha mãe emigrou para cá pois ficou falada na cidade onde nasci, no interior de S. Paulo. Mamãe embuchou cedo, aos 16 anos, de um cara que largou ela, mas nasci eu!
Mamãe tinha 16 anos, hoje tem 36, continua bonita e gostosa, os homens, aqui, lhe chamam de coxuda.
Ela já tinha perdido o cabaço com um jogador de futebol aos 12 anos, cara do time da terra, no interior de Minas, o jogador era bonzão, e ela adorou dar para ele, ela diz que estava louca para dar, mas ele foi jogar noutro clube e surgiu “meu pai”, que depois largou ela dizendo que eu não era filha dele. Mamãe sofreu, mas nunca pensou em tirar, eu nasci, mas o clima na cidadezinha foi sendo difícil para ela e meus avós, quando eu tinha seis anos, ela decidiu emigrar para Portugal.
Hoje tenho a mesma idade da minha mãe quando eu nasci e vivemos aqui já há dez anos, entretanto ela conheceu um português lindo e vivemos juntos.
Mamãe sempre me explicou tudo do sexo, pois tal como ela, eu muito cedo me tornei curiosa e mexia muito na xaninha, eu até me apertava pelo gozodo do xixi sair forte, me arrepiava toda.
Mamãe explicou tudo, por isso quando aos 11 anos me surgiu o período estranhei, mas não me assustei, o mesmo quando apareceram os ralos pintelhos que mamãe aconselhou a não tirar como eu queria, pois iam nascer depois mais fortes.
Mamãe se encantou com um português pela idade dela. Homem lindo, moreno, ombros largos, corpo peludinho, coxas grossas, homem alto, pratica muito futebol na praia e faz ginásio pois trabalha como segurança. Mamãe é recepcionista numa empresa e adora foder.
Eles fazem sexo de porta aberta e eu ouvia tudo no meu quarto e batia sirica até enxarcar mesmo, nossa como uma menina de 9/10 anos enxarca tanto! Pelo que eles diziam percebia o que faziam pois falavam muito. Paínho, como trato meu padrasto, usa termos portugueses, aqui as bolas são chamadas de colhões, tomates, tomatada, usam muito estes termos para o sexo, caralho pode ser pepino, banana, mastro ou pau, buceta numa menina é pipi, mas depois chamam de cona, rata e por aí. Não usam trepar, mas foder mesmo, e isso tudo me excitava, pois andava já roçando no que podia. Mamãe cedo me explicou que há sempre uma primeira vez e disse que quando eu quisesse dar, lhe dissesse. “Por mim que dei aos 12 anos é natural, eu só quero saber com quem” e foi logo sinalizando: “Seu padrasto, o Sousa, merecia bem ser o 1.º , te trata feito princesa”. Eu ficava a imaginar aquele macho malhado em cima de mim e vinha uma vontade louca e perguntava, “tirar qual dos meus cabacinhos, sou totalmente virgem mamãe”. Eu nesta altura nem boquete tinha feito, no máximo uns beijos molhados e uns amassos.
Mas eu parecia que sentia fogo entre as pernas e toda a noite ouvindo paínho e mamãe no quarto ao lado, batia a minha sirica, mas ia querendo mais e mais. Eu sonhava em me roçar no paínho, me esfregar nele, naquele peito delineado e peludinho, em lhe dar minha bucetinha virgem.
Mas aproveitava quando havia reuniões cá em casa dos amigos dele para jogarem às cartas ou verem o futebol,e eu servia bebidas e caju, e me esfregava naqueles machos ardendo de desejo, o mais atrevido era o pai do paínho que me alisava as coxas e chegava a meter os dedos na calcinha chegando à xoxotinha. Às ele vezes dizia ao meu ouvido, “quando vai dar para mim, és gostosa como a coxuda da tua mãe”. Eu tremia e corria no banheiro para bater uma siririca.
Paínho percebeu e um falou comigo: “Tu está vendo como os homens te cobiçam? Tu já estás querendo, mas vamos fazer com calma, não te quero assustar, mas já percebeste as coisas” e mandou-me levantar a saia e puxou-me as calcinhas,e exclamou “é lindo o teu pipi e ainda lisinho, vou fazer uma carícia”, e fez.
O resto conto depois, valeu ?...