Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 3

Por: leticia-370 • 06/07/2026 • 487721 leituras
Capa do conto
Uma coisa sobre mim: quando eu decido que quero alguma coisa, eu faço o diabo pra conseguir. E assim que decidi que ia seduzir meu filho, aquilo virou minha obsessão. Não saía da cabeça. Nos meus relacionamentos antigos com homem, tudo começava como um joguinho: eu deixava eles me levarem pra jantar, tomar uma cerveja gelada, perguntava sobre a vida, os sonhos, a filosofia deles, pra conhecer tudinho. Quando eu tinha certeza que queria me entregar, armava a noite perfeita, no lugar perfeito. Aí sim soltava meu lado submissa pra brincar. Decidi jogar o mesmo jogo com o Miguel. A diferença é que eu já sabia tudo da vida dele, dos sonhos, do jeitinho dele. O lugar ia ser aqui mesmo, em casa. Só faltava plantar as sementinhas certas e armar a noite perfeita.

Mas aí pensei: será que eu sei mesmo tudo sobre o Miguel? Principalmente as safadezas que ele curte? No dia seguinte, assim que ele saiu pro colégio, voltei pro notebook dele. Dessa vez fui direto nos favoritos. A maioria era site de game, fórum de hardware, essas coisas de nerd. Mas tinha três links de um site me chamarama a atenção. O primeiro era só a lista de histórias novas do dia; o segundo, o ranking das mais votadas de incesto; o terceiro… ah, esse me deu um mapa completo das taras do meu filhão.

Era uma busca salva: tags “mamãe”, “filho” e “submissão”.

Cliquei em pesquisar e apareceram 313 videos e histórias. Caralho. Li algumas, com a buceta pegando fogo de novo. Não demorou pra entender as três coisas que ele mais queria no mundo: a mãe dele, de meia-calça, servindo como brinquedinho particular. Qualquer mãe normal ia ficar horrorizada. Eu? Só conseguia pensar no quanto fazia tempo que minhas vontades mais safadas tavam guardadas na gaveta, desde que o James, pai do Miguel, morreu. Me toquei ali mesmo, sentada na cama dele, imaginando meu filho virando o macho dominante que eu tava precisando há tanto tempo. Gozei forte, gemendo baixinho “filhão… me usa, vai…”, o corpo tremendo inteiro. Depois limpei o histórico, guardei o notebook e saí pro trabalho com a cabeça fervendo de planos.

À noite, ainda de roupa social, saia lápis, blusa justa, meia preta , fiz o jantar. O Miguel não parava de dar olhadas furtivas pras minhas pernas a noite inteira. Quando terminei de lavar a louça, chamei:

- Miguel, pode me fazer um favor grandão?

- Qualquer coisa, mãe, ele respondeu, todo fofo como sempre.

- Dá uma massagem nos pés da mamãe?, pedi com um sorriso quente, usando “mamãe” de propósito de novo, porque era a palavra que mais aparecia nas histórias de submissão que ele curtia.

O rosto dele ficou vermelho na hora.

- C-c-claro, mãe…

Segurei as duas mãos dele, entrelaçando os dedos como se fôssemos namoradinhos, e fui andando de costas, puxando ele até o sofá. Dei meia-volta, empurrei ele devagar pra sentar numa ponta, sentei na outra e joguei os pés de meia-calça bem no colo dele. Ele congelou, dava pra ver o nervosismo estampado na cara.

Levantei o pé esquerdo e cutuquei o nariz dele de leve, brincalhona.

- Esses pés não vão se massagear sozinhos, meu amor.

- D-d-desculpa, mãe…, gaguejou, rosto cor de tomate.

Ele pegou meu pé esquerdo com cuidado e começou a massagear, bem devagar, com carinho. Em segundos eu senti a rola dele crescendo debaixo da minha perna direita. Sorri por dentro, sabendo exatamente o que tava fazendo com meu filho.

Abri um pouquinho as pernas, não o suficiente pra mostrar a calcinha, mas o bastante pra ele ver a borda rendada das meias. Ficamos em silêncio uns minutos. Eu só observando, achando graça da concentração dele enquanto massageava. Depois pedi:

- Agora o pé direito, meu bem?

- Claro, mãe, ele respondeu, sem gaguejar dessa vez, já curtindo a tarefa.

Comecei a puxar assunto:

- E aí… já arrumou namoradinha, Miguel?

- Não, respondeu envergonhado.

- Por quê? Você é um partidão.

- As meninas do colégio não acham, suspirou, continuando a massagem no pé direito coberto de seda.

- Você é inteligente, carinhoso e lindo pra caralho, elogiei, com malícia.

- Você tem que falar isso, é minha mãe, rebateu, dispensando o elogio.

- Não faz isso, repreendi.

- Faz o quê?

- Não se diminui desse jeito, falei firme, tirei o pé do colo dele e me inclinei pra abraçar. Minha mão “sem querer” caiu bem em cima da rola dura dele. Os olhos do Miguel se arregalaram, mas eu não tirei a mão. Cheguei bem pertinho do ouvido dele e sussurrei, voz manhosa:

- Você é a cara do seu pai… e ele era o homem mais gostoso que eu já conheci. Mesmos olhos, mesmo sorriso… e, pelo jeito… herdou outra coisa dele também.

Apertei de leve a rola latejante por cima da calça. Antes que ele pudesse reagir, dei um selinho rápido nos lábios dele e levantei. Ajeitei a saia e falei:

- Valeu, meu amor. Suas mãos foram maravilhosas nos meus pés doloridos. Agora vou tomar um banho.

Comecei a andar, parei, virei e olhei direto pro volume na calça dele:

- Acho bom você cuidar disso aí. Parece que vai explodir a qualquer momento.

Saí deixando ele plantado ali, pau duro e cara de choque.

Pelo segundo dia seguido, no chuveiro, o chuveirinho virou meu melhor amigo. Enquanto a água quente batia no clitóris inchado e eu me esfregava devagar, planejava os próximos passos. O tesão tava me consumindo. E eu tava adorando cada segundo disso.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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