Como perdi a virgindade

Por: psi-ekato-1 08/07/2026 489716 leituras
Capa do conto
Eu tinha 15 anos e tinha começado a ficar com um amigo do colégio, da mesma sala, o Edu. Estávamos no fim do ano e, em breve, ele se mudaria com os pais para outro estado. Ninguém sabia se nos veríamos de novo. Essa ficada, então, evoluiu para um tipo de namorico. Tinha fogo, curiosidade, e a cada dia essa vontade saía mais do controle. Beijos, amassos, mão boba — sempre interrompidos por algo.

Nos conhecíamos há algum tempo, mas desde o primeiro beijo haviam se passado apenas três semanas, e eu estava decidida: queria que fosse com ele.
Num final de semana, ele comentou que estaria sozinho em casa porque os pais tinham viajado, e me chamou para ver um filme. Eu já fui decidida, pré-disposta a transar. O filme ficou passando na TV só como desculpa para quebrar o silêncio, porque logo estávamos nos beijando. Ele sentado no sofá, eu montada no colo dele, sentindo seu pau duro por baixo do short. Não sabia dizer se era tesão ou adrenalina — talvez os dois.
Segurei as mãos dele e as levei até meu peito. Ele hesitou, achando que tinha sido um engano, mas eu disse baixinho:

— Não tenha medo de me tocar.

E ele voltou.
Logo tirei a blusa, ficando só de sutiã simples. Ele ficou perdido, sem saber direito o que fazer — na verdade, nem eu sabia. Passou alguns minutos tentando abrir o fecho, entre beijos desajeitados, chupadas e mordidas que às vezes acertavam, às vezes não. Mas a sensação era nova, era mágica.
Me sentei ao lado dele, desabotoei a calça e ele puxou até o fim. Estava nua pela primeira vez na frente de alguém, me sentindo exposta de todos os jeitos: vergonha e tesão misturados. Ele também tirou o short, mostrando o pau duro, que me deixou sem jeito de encarar. Tive medo da penetração doer, então pedi:

— Posso ir por cima? Acho que é melhor pra eu controlar.

Ele colocou a camisinha e tentava acertar a entrada, mas algumas vezes mirava errado. Eu ri nervosa:

— Ops… é o lugar errado.

Até que encaixou. Doeu um pouco, mas fui devagar, deixando ele entrar todo até que nos ajustamos. Fiquei cavalgando devagar, tentando entender as sensações. O tempo parecia parar. Aos poucos, a dor virou prazer, e a vontade de me soltar tomou conta.
Quando gozei, senti uma leveza imensa, as pernas moles, e um sorriso que não cabia no rosto. Ele também sorria, sem acreditar.
Foi o sexo mais sem graça que já tive. Mas foi o primeiro — e, por isso, foi importante.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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