Consenti o abuso

Por: felipe-363 • 24/07/2026 • 10143 leituras
Capa do conto

Saí da faculdade apressado e cheguei ao ponto a noite. Entrei no ônibus e fui batendo papo com o cobrador, descia no ponto final e caminhava um pouco até chegar em casa.

O caminho de volta para casa é complicado. A rua onde eu moro tem muitos terrenos baldios ou vazios, mato alto e do outro lado, uma floresta com mata fechada. Neste dia, a rua estava completamente apagada.

Voltando a pé, eu nem notei e um cara surgiu do nada já encostando um revólver nas minhas costas. Tapou a minha boca e falou que seu gritasse ou saísse correndo, morria!

Pernas bambas, calafrio no corpo, indicou para entrar no terreno baldio e ficar quieto. Pegou minha carteira, mandou abaixar a calça! Entendi tudo!

Cara alto, moreno escuro, estava de máscara. Eu, 18, branco, magro, 1.69 de alt, olhos castanhos, encostei as mãos no muro, senti a pica atravessar meu cu e vi estrelas! Nossa!

As rápidas pintadas daquele cara estranho deram dupla sensação: medo e excitação. Confesso, após um minuto, estava entregue e com tesão! Vendo facilidade, segurou minha cintura, não reagi, fechei os olhos soltando ais baixos com caretas!

A cabeça do pau batia direto no fundo, eu soltando ais baixos, abrindo a boca, caretas, mordi o lábio! Tenso! Uns cinco minutos depois, transpirando, eu levei uma carga de esperma com jatos dentro do cu, tirou e falou:

- Pega tuas coisas e some. Vai logo!

Levantei a calça melando minha cueca com esperma. Peguei tudo e sumi. Fui direto ao banho quando cheguei em casa e minha cueca estava cheia de esperma. O interessante que eu senti prazer na hora! Esquisito demais!

O estupro nunca mais saiu da cabeça pois gerou um tesão diferente. Eu havia consentido, foi muito estranho e mesmo com o medo, foi excitante. Nunca falei nada. Deixo reflexão ao leitor e leitora. Foi isto.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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