_Pra mim foi uma situação nova, mas eu faria tudo de novo se você topar, disse Michel empolgado.
_cara, você é mais novo do que eu e minhas escolhas já me levaram a muita dor e sofrimento, tu é um cara legal e não quero te prejudicar. Contei a ele sobre meu relacionamento anterior e o sentia naquele momento. Cumprimos nossa rotina de trabalho e depois do almoço, nos dirigiamos pra nossa sede e fomos vencidos pelo tesão. O cheio de suor era convidativo, eu estava sem camisa e Michel dirigia, de vez em quando errava o câmbio e me patolava. Entramos numa estrada vicinal e nos pegamos com força, Michel beijava meu peito e mordida meu queixo, deitou sobre meu colo e mordia meu pau por cima da roupa. Abri a calça e liberei a picona pra ele chupar, O toque de sua barba em minha virilha me arrepiava todo, já não ligava mais se aparecesse alguém, tava muito gostoso. Meu pau babava na sua boca e ele tentava se levantar, mas eu ouvi segurei até que meu leite jorrou em sua boca, limpei com minha camisa e beijava seu pescoço, enquanto masturbava a que pica branca como um verme, sentia pulsando cada vez mais na minha mão, não demorou muito e ontem garoto urrou e jorrou muita, mas muita porra, foram uns dez jatos e o carro não cheirando a leite de macho. Paramos num lava jato e perguntei pra Michel.
_Caralho mano, muita porra cara, dá pra envazar e vender. Ele riu e me falou que sempre foi assim, até na mais rápida punheta a leitada era farta, e que em seu bairro o chamavam de leiteiro. Os rapazes do lava jato conversavam e riam entre eles, óbvio que todos ali são q era esperma. Dei um trocado a mais pra eles e fomos pra sede da empresa. Continua...