CONTOS DE INCESTO: MEU IRMÃO, MEU REFLEXO! DESCOBRINDO O PAPAI!

Por: khi-saranda-2 19/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Nosso pai assentiu permitindo pegarmos em seu pau, e nós o fizemos, hora um, hora outro, mas meu irmão ganhava em safadeza, ele pegou rapidamente a mão do meu pai e botou sobre meu pinto.

- Pega também pai.

Meu pai tirou e disse que já chega, mas era evidente o tesão que sentia. Eu podia imaginar seus pensamentos.

- Podemos te ajudar pai, já que esta precisando, estamos curiosos e saber mais de um adulto deixa a gente curioso, e você pode aproveitar.

- Não é assim que funciona não meninos.

- Não acho não, tá na cara que você quer e vai estar nos ensinando, só isso, e não tá forçando nada, super normal pai, um monte de gente conta que fez com o pai quando era mais novo.

Pelo amor, meu irmão lia contos de incesto pelo visto.

Nosso pai ficou pensativo por um longo tempo.

- Se eu deixar hoje, tem que me prometer que não vão fazer mais, não vão me pedir nada disso mais e nunca falarão sobre isso.

- Prometo.

- Prometo. O Alex estava com os dedos cruzados atrás das costas, eu acabei rindo disfarçadamente, pelo visto não o conhecia tão bem.

Nosso pai segurou seu pinto o oferecendo a nós. Nos abaixamos e começamos aproximar, o nosso pai gemia antes mesmo de sentir nossa boca abraçando seu pau, o Alex, é claro, foi o primeiro, meu gemia como um touro, era o som mais lindo que eu já ouvi, me enfiei entre suas pernas e beijei meu irmão fazendo que nosso beijo tinha o pau do nosso pai no meio.

- Pai, é meio difícil colocar ele na boca. Alex dizia.

- Vocês tem que abrir bem a boca, deixar a língua quase saindo e colocar o máximo pra dentro voltando a tirar ele da boca.

Assim fizemos e praticamos um de cada vez até conseguirmos engolir ele quase todo, na minha vez eu olhei para o meu pai enquanto fazia aquilo e ele ficou louco, urrou de prazer.

- Pronto, mataram a curiosidade?

- Não, eu quero que o senhor o coloque em mim.

- Isso não Alex, já e demais.

- Mas eu quero ver como é pai.

- Já viu, aposto que seu irmão já matou essa curiosidade.

- Não a que tenho do senhor, eu já quero isso a muito tempo pai.

Para ele foi meio que um choque, ele já não podia mais argumentar.

- Vamos fazer assim, seu irmão vai em você e você me chupa, só isso e já chega.

Ele não gostou muito, mas assim fizemos. Ele gemia muito de prazer enquanto eu o fodia e meu pai dava seu pau para ele.

- Me perdoem. Disse saindo e tirando a piroca da boca do meu irmão.

Ele me afastou do corpo do meu irmão, cuspiu em sua mão lubrificando seu pau e começou a adentrar, eu olhava fascinado enquanto o tesão do meu irmão chegava ao nível máximo, papai já o bombava quando eu fui o chupar, os estalos provocados pelo impacto de seu corpo eram altos. Senti meu irmão gozar na minha boca enquanto gemia alto.

Eu ri e o beijei compartilhando sua porra, papai ainda metia nele enquanto eu olhava.

- Faz comigo também pai.

- Deixa seu irmão se divertir Alex.

Me posicionei prontinho para receber o pauzão de papai, acho que foi mais fácil para o Alex, eu estava com bastante dor, me sentia sendo rasgado mais uma vez, mas agora era muito mais, meu pai mencionou sobre eu ser muito apertadinho enquanto forçava.

- Vai de uma vez pai, coloca ele logo para passar.

Eu gritei de dor e prazer me invadindo, meu pai gemia e já começava o vai e vem enquanto segurava firme minha bundinha, eu gozei sem me tocar, estava sentindo muito prazer.

Nosso pai percebeu que eu já gozava e aumentou seu ritmo para me encher de porra, meu irmão foi correndo abaixar bem próximo a minha bundinha, nosso pai vendo aquilo fez questão de gozar na portinha, eu senti sua porra quente e grossa no meu cuzinho, depois seu pau a empurrando para dentro enquanto ele urrava.

Nós tomamos um banho juntinhos, os três se ensaboando e se tocando.

- Preciso confessar algo para vocês, não foi minha primeira vez fazendo isso.

Ficamos assustados.

- Já nos comeu antes pai? Perguntou Alex.

- Não filho, não, já fiz entre pai e filho, já dei muito pro seu avô.

- Como assim pai?

Eu não acreditava, papai e vovô eram tão naturais, tão amigos.

- Vamos pedir uma coisa pra comer que eu conto para vocês.

Espero muito que tenham sentido prazer com a leitura, comentem aqui se querem ouvir a história do nosso pai, o Charles.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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