Assim que sua mulher viajou novamente eu voltei a ver Seu Carlos, no primeiro dia a nossa brincadeira foi tão intensa que novamente senti dores e saí sangrando, mas acho que assim como eu ele também estava necessitado, pois sua mulher era idosa também e provavelmente eles não tinham relações. E ele tinha achado em mim uma pessoa onde ele podia se aliviar. Fui a sua casa e ele já me levou para o quarto como nos outros dias, mas parecia mais faminto, afobado, me beijando com força, me apertando, logo na primeira posição ele já me colocou de quatro, dessa vez nem masturbei ou mamei, ele logo me penetrou de uma vez, senti o desconforto inicial mas logo ignorei pois estava afim também, então ele começou a bombar com um animal, forte e fundo, nessa época eu ainda não aguentava tanto, mas ele não parou, mudou de posição e continuou metendo forte até me machucar e gozar. Os dias se sucederam e eu já estava ficando mais natural durante nossas transas. Gemia igual uma garota, pedia mais fundo ou mais rápido. Certo dia depois de retomarmos foi meu primeiro orgasmo, eu não entendia o que havia acontecido só que meu corpo esquentou enquanto eu cavalgava e uma aguinha saiu do meu pintinho. Seu Carlos falou que eu estava começando a me desenvolver, também a primeira vez que ele usou o termo”Ninfeta”, dizendo que eu estava virando um ninfetinha, já estava até tendo prazer fazendo o papel da mamãe. Nossa relação se desenvolveu em um nível onde ele me fodeu no quarto, na sala e também no banheiro, agora que eu estava gostando da brincadeira não questionava mais, uma das vezes que mais achei legal foi quando ele me penetrou no banheiro em pé em frente o espelho da pia, como nossas alturas eram muito diferentes eu praticamente fiquei suspenso no ar, me segurando na bancada da pia enquanto ele ficava engatado atrás me fodendo, mas foi interessando pois eu podia me ver no espelho com ele atrás me encarando, foi uma das ejaculações mais intensas até esse dia. Mas como nenhuma mentira fica intacta, a nossa história não foi diferente.
Era uma quinta-feira, eu tinha feito minha rotina depois da escola, estava um dia meio chuvoso mas mesmo assim fui na casa do Seu Carlos, chegando lá já me levou para o quarto, e foi uma sequência de erros nesse dia, pois os cachorros estavam trancados atrás da casa, portando estavam dormindo e não poderiam ver quem viesse pela frente, Seu Carlos também deixou a porta aberta e a chuva do lado de fora abafava o som. Começamos nossa brincadeira como sempre, eu mamei sua rola como se estivesse sedento a dias por leite, fiquei nessa por uns minutos que mais pareciam hora, me lembro que nesse dia por algum motivo estava ansioso para se penetrado, ele então lambeu meu cuzinho e começou a falar suas putarias, que eu era sua mulher, que eu era uma menininha obediente e gostosa o que só me deixava com mais calor e excitado, ser tratado no feminino nessa época já me deixava com uma certa alegria, ele então me penetrou primeiro de frango assado, depois deitado de bruços, de quatro, me lembro claramente de estamos na beira da cama, eu sentado em sua rola abraçado em seu pescoço e eu gemendo igual uma menininha, agora seu pau encaixava direitinho no meu cu, então não me incomodava e sentia prazer, já rebolava como uma pessoa experiente. Quando tenho a sensação de ser observado e um relance ao lado, quando me viro e vejo Afonso, o filho de seu carlos atônito olhando a cena, meu corpo congela e só então Seu Carlos percebe a situação, quando ele vira e vê seu filho automaticamente ele sai de dentro de mim, me joga sobre a cama e começa a se explicar, a cena vira uma confusão, claramente. Então Afonso em meio aos gritos me manda pra casa. Assustado eu saio correndo e vou embora. A última cena que vejo é ele fechando a porta e a gritaria continuar.