- Tira a roupa - fui tirando a roupa enquanto ele me analisava, sem olhar na minha cara ele apertou tão forte minha bunda que doeu, me virou de costa, se abaixou e começou a lamber minha bunda, abriu minha bunda, cheirou, e começou a lamber, não estava esperando mas a língua dele começou a me invadir, tudo nele era enorme, mãos pés, altura pau e até a língua, estava praticamente sendo fudido pela língua dele, segurou minha cintura, deitou a língua dura, e começou a me movimentar, começou a intercalar entre língua e dedo, não sabia se a língua abria caminho pra língua ou a língua para os dedos, meu pau pingava, ele deu duas cuspidas forte no meu cu, cuspiu na mão e passou no pau, terminou de tirar as calças do tornozelo jogando para longe, encostou a cabeçona do pau na porta do meu cu e forçou, não de uma vez, mas constante, aguardando meu cu abrir, a cabeça do pau pulou pra dentro me fazendo dar um gemido abafado, não pelo local e sim pela dor, tentei segurar nas mãos dele meio que tentando me soltar, ele segurou minhas duas mãos pra cima, meus braços esticados era mais baixo do a altura do rosto dele, quando ele começou a tentar entrar fui andando pra frente me encostando na parede, não tendo pra onde correr, ele se encaixou melhor atrás da mim e começou a entrar, quando percebi estava gemendo alto, mesmo sem a intenção pelo tamanho da minha bunda estava empinado, quando ele chegou no fundo a cabeça enorme fazia pressão dentro de mim, o gemido dele ecoou pela sala quando começou a me socar, na ponta do pé tentando fugir acabei facilitando, não aguentando mais meus gemidos se juntaram aí dele, era muito grosso e ele me precisava tão forte contra a parede que saindo do chão, ele tirou o pau totalmente, devido ao tamanho da cabeça gritei e um barulho, quase de rolha me fez olhar pra trás, ele sem encostar no pau, só pulsando, entrou novamente, repetiu esse processo mais de 10 vezes, já estava sem pregas quando ele me desgrudou da parede, me botou de 4 no chão, ajoelhou a trás de mim.
- Empina - arquei as costas quando escutei - empina mais - apoiei os cotovelos do chão deixando a bunda bem pra cima, segurou na minha cintura e em um golpe só colocou pra dentro.
- Aí caralho, fode - ele segurava por dentro da minhas coxas e foda, até sentir ele gozar, vários jatos me invadiram e quando terminou tirou o pau de dentro de mim, e me mandou fazer força pro leite sair, em cima do pau dele e pincelada e botava pra dentro novamente, brincando quase começamos novamente quando nos lembramos de onde estavamos.