Sempre gostei de desafios, sem me insinuar, mas tentando induzir a uma situação, eu propositalmente só ia na árvore de jambo, o formato do jambo é excitante por si só. A forma como chupamos o jambo, instiga os tarados.
Muitas vezes, notava os olhares do Vicente para mim, eu estava atingindo meu objetivo ao abocanhar e chupar o jambo.
Aumentou a incidência de mijadas perto de mim.
Até que chegou o dia, que eu quis trepar no pé de jambo, pedi auxílio ao Vicente, ele todo faceiro, ao me ajudar, sua mão escapuliu escorregou pela minhas coxas, segurando na minha bundinha, com seus dedos entrando por baixo das pernas de meu short.
Naquele dia saboreei o jambo, lentamente, quando desci da árvore, auxiliado por Vicente, levei uma bela encoxada. Não tive receios, nem repulsa, pelo contrário, perguntei-lhe se havia colhido jambos, pois parecia ter jambos no bolso, pude sentir.
Ele falou que se eu quisesse poderia chupar aquele jambo que estava no bolso dele, era só pegar.
Eu coloquei a mão no bolso da bermuda surrada, e seu bolso era furado, meu contato foi direto com sua piroca tesa.
Segurei, quentíssima, a cabeça parecia um jambo mesmo, dei uma curvada e lambi a cabeça da pica do Vicente.
Estava tranquilo chupando o jambo do Vicente quando ouvimos chamados. Era a molecada querendo pegar frutas.
Como eu já havia chupado jambo, fui embora prometendo voltar no dia seguinte bem cedinho.