Corpos em chama ??

Por: julia-12 • 09/07/2026 • 485977 leituras
Capa do conto
Depois de Raquel e Sidney transarem pela primeira vez .
Não foi o suficiente o tesão a fome o desejo da Raquel de sentir a Rola dura e faminta de Sidney dentro de sua buceta era tão imensa quanto a fome de Sidney comer a buceta de Raquel novamente.(Leia e use sua imaginação ao ler cada desfecho dessa deliciosa história.)

O tremor do orgasmo ainda percorria o corpo de Raquel, as paredes de sua buceta pulsando ritmicamente ao redor do pau de Sidney, que ainda estava enterrado profundamente nela, latejando com a força do próprio clímax. Eles ficaram ali por alguns instantes, fundidos, as respirações pesadas lutando para voltar ao normal, o suor colando suas peles em uma única massa de calor e exaustão.

Mas Sidney não estava satisfeito. O prazer visceral da penetração havia aberto as comportas de um desejo ainda mais egoísta e dominante. Ele sentia que ainda havia fogo em suas veias, uma urgência que não terminaria apenas com o descanso.

Lentamente, ele se retirou dela. O som úmido do pau deslizando para fora da buceta de Raquel ecoou no silêncio da sala. Ela soltou um suspiro de perda, seus olhos semicerrados, olhando para ele com a vulnerabilidade de quem havia sido completamente possuída.

Sidney se ajoelhou diante dela, mas desta vez, ele não buscou a intimidade do beijo. Ele posicionou seu pau, ainda rígido e brilhando com os fluidos dela, bem diante dos lábios entreabertos de Raquel.

— Eu quero que você termine isso para mim — ele sussurrou, a voz agora mais grave, carregada de uma autoridade que fez a espinha dela vibrar.

Raquel não hesitou. Com um olhar de adoração e fome, ela abriu a boca, envolvendo a cabeça do pau dele com sua língua, saboreando o gosto salgado e metálico do sexo. Ela começou a sugá-lo com vontade, usando a garganta para apertá-lo, enquanto seus olhos permaneciam fixos nos dele, vendo a expressão de Sidney se transformar em puro êxtase.

O ritmo aumentou. Raquel trabalhava com dedicação, movendo a cabeça para cima e para baixo, sentindo o tamanho dele preencher sua cavidade oral. Sidney soltou um rosnado baixo, suas mãos agarrando os cabelos dela, guiando-a, acelerando o processo. Ele estava no limite novamente, a pressão subindo, o prazer concentrando-se em um único ponto explosivo.

— Isso... assim... suga tudo, Raquel... — ele gemia, os quadris começando a estocar involuntariamente contra a boca dela.

O ápice chegou como uma avalanche. Sidney arqueou as costas, seus dedos apertando com força o couro cabeludo dela enquanto ele disparava.

— Vou gozar! — ele gritou baixo.

Jatos quentes e espessos de sêmen inundaram a boca de Raquel. Ela não recuou; pelo contrário, ela apertou ainda mais, engolindo cada onda de leite quente que ele despejava em sua garganta. Ela sentia o gosto forte e visceral da masculinidade dele, o calor do fluido descendo por seu esôfago enquanto ele pulsava dentro dela, esvaziando-se completamente.

Quando Sidney finalmente relaxou, Raquel afastou-se lentamente, um fio de sêmen branco conectando o pau dele aos seus lábios. Ela passou a língua pelos cantos da boca, limpando o excesso com um sorriso malicioso, enquanto Sidney caía de costas ao lado dela, completamente exausto e satisfeito.

A sinfonia havia terminado, e o silêncio que se seguiu era o mais doce de todos.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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