Já tem alguns anos que existe a ciclovia na principal avenida de São Paulo, de uns tempos pra cá as bicicletas tem dividido espaço com os corredores, sempre utilizei parques como o Ibirapuera e Villa Lobos para essa finalidade porém devido a logística de deslocamento e falta de tempo comecei a correr na avenida Paulista. Semana passada era uma sexta feira, sol de inverno quase se pondo, vesti meu calção e uma malha fina de manga comprida, saí do paraíso sentido consolação já com o pau solto e balançando, dei umas patoladas para dar aquela animada, alonguei na calçada mesmo e saí no trote, modéstia a parte chamo a atenção no começo fui me afeiçoando em desviar de bikes, pedestres, turistas fazendo selfie e outros corredores, quando no cruzamento da Campinas parei atrás de um ciclista de paletó naquelas bikes estilo antiga, o cara era pura elegância, barba cerrada, terno azul marinho, mochila de couro, corpo magrinho atlético e parecia ser alto tipo quase 1,90 olhei a bundinha empinada no selim ou como naquela velha música dos Raimundo: “eu queria ser o banquinho da bicicleta pra ficar bem no meio das pernas e sentir o ânus suar...“^
Foi instintivo ou eu que estava muito em cima, só sei que ele virou e me encarou bem nos olhos, dei uma recuada e sorri de volta ao que ele voltou com a bike emparelhando comigo e me fitou de baixo a cima e me encarou de novo, eu palhaço estiquei meu corpo e dei uma secada na direção do pau dele e ele começou a dar risada, e respondeu:
-Ah que gostoso isso, faz tempo hein cara que não paquero assim de modo offline!
eu sorri e me apresentei e disse que concordava que hoje em dia tudo se resolve nos aplicativos estilo tinder e o flerte a moda antiga estava em desuso, o farol já tinha aberto ee as pessoas já tinham nos ultrapassados e nós lá no xavequinho furado, chamei ele para irmos a um lugar tranquilo, ele disse que morava em perdizes e eu também não estava no pique de arrastar o cara pra minha casa, convidei para um café no mirante 9 de julho, dava pra ele descer com a bike e prender na grade, e assim descemos cada um no seu modal.
Quando cheguei ele já estava prendendo a bike, aí pude observar melhor mais alto que eu de fato, mas na rala e rola todo mundo fica da mesma altura, rsrs, já pensando safadezas...
Pedimos duas xícaras de cafés sinceros e sentamos na mesinha encostada a janela, daí ele resolveu ficar tímido e olhava os carros passando, eu encostei minha perna na dele e começamos um papinho do tipo o que faz da vida, o que faz no tempo livre e blablabla ao que ele disse que ia ao banheiro e eu só acenei que ok com a cabeça, nem deu tempo de vacilar, fui lá e arrastei ele de volta pra cabine, ele me empurrando todo nervoso de volta e eu enchi a mão no pau dele por cima da calça (esse é o melhor jeito de desarmar um cara) ele estava todo reativo querendo sair, foi só pegar na pica e ele amansou, rsrs, dei um beijo de café, prensei ele na parede, fui abrindo a camisa, comecei a lamber os mamilos e fui procurando o cú dele por dentro da cueca, ele empurrou minha mão e cortando o meu barato disse que não estava preparado na bunda, tirei o pau dele cueca e já sorri, grande mais de 20 e grosso, ele olhou pra mim com aquela cara de orgulho da própria ferramenta e juntos começamos a punhetar, não dava pra atacar mais ali, me segurei para não cair de boca e ele foi se soltando e me punhetando também, nos abraçamos e começamos a socar uma punheta cada um no seu próprio pau e ao mesmo tempo beijando com muita vontade, mais um tempo ele avisou que ia gozar e acelerei e acabei gozando quase junto dele.
Nos recompomos e saímos da cabine e nos deparamos com uma funcionária do café que só olhou e disse: - Que desperdício!
Sorrimos amarelo e saímos desconversando, já na subida do Masp trocamos whats e nos despedimos, eu disse que na próxima ia querer carona pra sentar no cano da bike dele. Que aliás rolou no fim de semana e foi uma putaria lascada... ; )
abraços a todos!