Creme do titiu kkkk

Por: rodrigo-epsilon-1 24/07/2026 471 leituras
Capa do conto

Eu não abusei dela diretamente. Só fiz ela beber minha porra, e isso já me basta rsrs.

O nome da minha sobrinha é Carol e eu acho que não deve dar problema falar o nome real, tem tanta Carol por aí. Ela me chama de titiu.
Eu sou negão daqueles que usa flash de dia rsrs. Na minha propriedade tem duas casas, a menor era pra festas, para as visitas dormirem etc. Mas à anos minha irmã por parte de pai e o marido dela começaram a morar lá, era pra ser só uns meses. Estava tudo bem até ela começar a trabalhar, como eu trabalho em casa ela queria que eu ficasse de babá, o que deu muitas brigas, mas quando o marido dela prometeu me pagar, por algum motivo acabei ficando com vergonha e aceitando.

Carol é loirinha de olhos claros igual ao pai, ela é bagunceira mas não quebra nada e nem fica gritando, o que pra mim tá ótimo. Já faz um ano que os pais dela trabalham o dia todo e eu cada vez mais sou babá e menos um solteirão de 30 e poucos anos.

Depois de um ano disso eu já estava mais acostumado em ter mais punhetas do que transas. E minha irmã egoista folgada aproveitou minha boa vontade pra tirar férias da própria filha, até mesmo alguns fins de semana ela passa só com o marido em algum lugar.

Eu não tenho atração por crianças, nunca tinha pesquisado, mas depois desses meses fazendo isso, eu procurei se tinha mais gente como eu por aí, não sei, acho que estou viciado.

Tudo começou em um sábado de madrugada quando eu estava me masturbando e eu já estava quase acabando quando a Carol abre a porta do meu quarto.

- O que é, Carol?

- Tô com fome, faz sanduíche.

Com o susto nem deu tempo de ficar com raiva, apenas esperei o pau amolecer e fui até a cozinha com ela.
Lá comecei a preparar o sanduíche, meio desnorteado com o susto ainda. Mas quando eu está já acabando eu lembrei que não tinha lavado as mão, pensei: merda minha mão tá toda babada de pregozo e cheirando a rola. Na hora eu ia dar uma desculpa pra jogar o sanduíche fora, mas do nada meu pau ficou como pedra de novo, o que me deu medo já que eu estava de bermuda e meu pau é bem grande.
Mas então ela diz:

- Quero fazer xixi.

Aproveito e falo

- Vai lá, de lá vai direto pro quarto que eu deixo lá.

- Tá bom.

Quando ela sobe as escadas, eu tento me acalmar, mas quando eu olho aquele sanduíche me da um tesão, e eu não posso subir com o pau tão duro, então eu decido tocar uma ali mesmo na cozinha e gozar na pia. Mas imaginar minha sobrinha comendo aquele sanduíche mexe comigo e eu ponho minha rola em cima dele. O tesão vai a mil, eu começo uma punheta rápida e em um minuto já tô gozando, abro o sanduíche e gozo dentro, muito leite branquinho e grosso, uns 4 jatos longos de porra que cobriram todo o interior daquele sanduíche. Quando eu fecho o pão vejo creme de pica cair pelos 4 lados, é óbvio que eu não ia dar aquilo pra ela, então respirei fundo e decidi limpar meu pau na torneira da lavanderia que eu não ia limpar meu pau na pia da cozinha.
Mas quando eu volto vejo a cena que mais me deu tesão na vida, minha sobrinha olhando pra mim enquanto mordia aquele sanduíche, minha porra parecia queijo derretido com os fios de gozo indo da boca dela até o pão.

- Carol, por que não esperou no quarto?

- Tava com fome. Ela dizia com a boca cheia.

- Mas eu ia fazer outro que esse tá com o creme errado.

- Tá bom com esse.

- É? E tem gosto do que?

- De nada, mas pinica na boca.

Que delícia ouvir da minha sobrinha linda que a porra fresquinha do titiu tá pinicando na boca dela, porque os espermatozóides estão vivos em toda a sua boca.
Tive que sentar no banquinho pra ela não perceber meu pau que estava duro como pedra. Enquanto fazia carinho no cabelo dela com uma mão, apertava meu pau com a outra. Vendo ela dar mordida atrás de mordida, mastigando o creme de macho fresquinho que eu preparei pra ela.

- Tá gostoso?

- Tá sim. Ela falava de boca cheia, o que me dava mais tesão.

Cada mordida que ela dava pingava mais porra no pratinho. Quando ela comeu o último pedaço, os lábios dela estavam bem brilhosos de gozo.
Eu aponto pro pratinho e digo:

- Tem creme no prato, experimenta pra ver se você gosta.

Ela lambe o pratinho todo, bebendo toda a porra que tinha pingado ali.

- É salgadinho, mas pinica muito na boca. É pimenta?

- Não amor, é pimenta não.

Ela passa um pano de prato na boca, e depois pede leite. O que me deixa louco já que estava quase gozando de novo.

- Vai pro quarto que eu vou esquentar o leite.

- Tá bom.

Dessa vez não pensei duas vezes, peguei o copo, tirei o pau pra fora dei so umas dez tocadas e o leite de macho fresquinho jorrou pra dentro, botei o leite da geladeira, misturei um pouco e pus no microondas. Subi pro quarto dela com meu pau pingando. Passei a ponta babada da rola na boca do copo e entrei. Sentei na cama do lado dela e fiquei lá vendo ela beber leite de macho quentinho sem perder a inocência.
Foi dormir com a boca pinicando por causa do meu leite do pica.

Na manhã do outro dia ela acordou animada como sempre, pronta pra comer o café da manhã que eu preparei, um suco de laranja que eu mergulhei o meu pau, um sanduíche todo melado de pregozo, e uma saladinha de frutas com um pouco de leite condensado e cheio de porra que eu passei a manhã inteira gozando dentro.
Ela percebeu na hora que era minha porra por causa da pinicação, mas ja que ela não sabe o que realmente é ela apelidou de creme do titiu.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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