Uma menina de 7anos, moribunda, merece receber amor sexual como qualquer outra.
Essa é uma história que vai agradar muito, algumas poucas pessoas, e desagradar muito mais outras pessoas. Mas uma menina de 7anos, moribunda, merece receber amor sexual como qualquer outra.
Eu sou médico a mais de 25anos, pediatra de formação e oncológico de pós. Sempre adorei crianças, conheci meu lado mais perv na oncologia, onde ajudava meninas a receber amor sexual e aprender o que é prazer com ajuda dos pais.
Alice é uma menininha de 7anos que está lutando contra neuroblastoma desde os 5anos. Seus cabelos eram loiros e ondulados, tinha olhos azuis, uma boquinha linda muito boa de beijar, ela era totalmente branquinha, sua bucetinha era linda e pequena, seu canalzinho rosa era saboroso, um cuzinho apertado e guloso. Seu câncer está em remissão agora, mas sabemos que é por pouco tempo. Então chamei seus pais até meu consultório antes da alta e expliquei que a linda garotinha merecia receber “amor especial” antes que o câncer voltasse com força total. Expliquei que não deveríamos privar a garotinha de sentir prazeres antes de ir. Ainda expliquei que sua curta jornada antes da volta do câncer deveria ser de alegrias e prazeres, pois assim que o câncer voltar, a vida da menina não seria mais viável, só poderíamos cuida-la para sentir o mínimo de dor.
Após horas de choro e lamentações, consegui que me deixassem levar Alice para minha casa, onde eu tinha uma clínica para cuidar dessas meninas. Os cuidados médicos e amorosos seriam de graça, em troca de me satisfazer com a menina, uma troca justa para a menina ter alegria por um breve período de tempo. Seus pais poderiam visita-la duas horas por dia em quanto não estivesse recebendo meu amor especial. Seus pais foram conversar com Alice e explicar o que aconteceria.
Mãe – Alice minha filha, você sabe que o que você tem é sério e que um dia, você não vai acordar né?
Alice – Sei mãe.
Pai – Pois é filha. Seu médico pediu para que você fosse para a clínica dele, para receber um tratamento especial de amor.
Alice – Como assim?
Mãe – Lembra quando você era pequena que eu falei que ninguém podia tocar na sua pepeca, te beijar e se isso acontecesse era pra sair correndo e me contar?
Alice – Lembro.
Mãe – Lembra tambem que eu não deixava você brincar na sua pepeca?
Alice – Sim mãe!
Pai – Então filha, este médico vai tocar na sua pepeca, vai te beijar e te dar amor. Você deve deixar ele fazer o que quiser, OK?
Alice – Ta bom.
Mãe – Você vai gostar das coisas que ele vai fazer, não se preocupe.
Programei a alta do hospital para duas semanas depois de nossa conversa, já faziam duas semanas que a medicação havia acabado. Precisava desintoxica-la das rotinas de químio e medicações. No hospital mesmo, após os exames de toxidade de Alice darem negativo, fechei e tranquei o quarto onde ela estava e fiz meu primeiro contato especial com ela. Alice vestia apenas com a camisola hospitalar havia acabado de ser banhada por uma enfermeira. Comecei beijando sua testa, desci e beijei a ponta de seu nariz, fui até seu ouvido e cochichei, “amorzinho do meu coração, eu te amo, você é uma garotinha muito forte e merece muito amor” beijei sua bochecha e depois dei um selinho demorado em sua boca, Alice retribuiu o selinho fazendo um biquinho de beijo. Meu tesão já estava a mil, meu pau estava doendo por dentro das calças, mas ali no hospital nada podia fazer. Tirei a camisola de cima da Alice e vi seu corpinho branco e magro dos meses de hospital, cochichei novamente em seu ouvido “amorzinho, você é linda demais, quero te dar muito amor” Alice sorri pra mim e faz um biquinho pedindo beijo, dou mais um selinho na garota fazendo carinhos em seus mamilos. A menina estava sem calcinha, passo a mão pelo seu corpinho até chegar em sua bucetinha, mas ainda não a toco, abro levemente suas pernas e vejo aquele precioso dispenser de sabor infantil. Alice usou por muito tempo fraldas enquanto estava no hospital, mesmo já crescidinha, pois ficava fraca com as medicações.
Mesmo a 4 semanas sem medicamentos, a garotinha ainda deixava escapar um pouco de xixi em sua calcinha, quando achei onde a enfermeira havia deixado a calcinha usada de Alice, a peguei e vi uma manchinha de xixi, dei uma cheirada, o xixizinho de Alice tinha um cheirinho especial, já estava limpa das medicações e como a garota recebia soro de hidratação, seu xixizinho era só cheirinho dela mesmo e eu adoro. Não aguentando o tesão, dou a calcinha para Alice cheirar sua manchinha de xixi e falo em seu ouvido “sente que delicia seu cheirinho” A menina fica confusa ao sentir o seu cheiro, com uma de suas mãos ela passa sobre sua bucetinha. Vejo que seus mamilos ficam durinhos na hora. Coloco novamente a camisola em Alice, guardo sua calcinha em meu bolso, abro seu quarto e me retiro, passo pelos seus pais e informo que está tudo OK para Alice sair do hospital e ir para minha clínica.
Quando Alice chegou em minha casa, a levei para o seu quarto, era um quarto comum exceto por alguns aparelhos médicos no canto que estavam ali para emergências. A mando por uma camisola como a do hospital, sua bundinha ficava de fora enquanto ela andava para lá e para cá. Eu tinha uma enfermeira que compartilhava de meus ideais amorosos, que me ajudaria a cuidar da pequena moribunda. Os pais de Alice ficaram até o cair da noite ao se despedirem na filha, eu os acompanham até a porta tranquilizando-os “sua filha vai ter um final muito feliz, não se preocupem, vai ser a garotinha com câncer mais feliz do mundo, vou enche-la de amor”. Volto para o quarto de Alice, a menina estava brincando com um bullet em sua bucetinha que a enfermeira havia lhe dado. Alice estava peladinha deitada na cama, com as perninhas meio apertas, com as duas mãos segurando o bullet em sua bucetinha, gemendo com amor.
John – Começou a se divertir sem mim?
Alice – A enfermeira que me deu e mandou eu por na minha pepeca.
John – E está gostoso?
Alice – Sim, bastante!
John – Que bom. Posso te fazer carinho enquanto você brinca com sua pepeca?
Alice – Pode.
Eu me aproximo de Alice, e começo a beija-la. Ia beijando cada centímetro de seu pequeno corpinho escutando seus gemidos que me deixavam louco de tesão. Comecei a beijar e mamar sem seus pequenos mamilos durinhos. Alice gemia mais gostoso quando eu os mamava, então comecei a acaricia-los apertando levemente como se estivesse extraindo leite de uma mãe, enquanto isso, a beijava sem sua boca abafando seus gemidos. Paro de beija-la, e me afasto um pouco, suas mãozinhas brilhavam com o melzinho de sua bucetinha, então peço-lhe que me deixe chupa-la. Alice tira a mão de sua bucetinha, eu abro suas perninhas, e caio de boca em sua bucetinha a lambendo toda, seu gostinho era divino, fico lambendo e chupando os grandes lábios de sua buceta, um lado de cada vez. Abria mais sua buceta e metia a língua lá dentro de seu canalzinho tirando suspiros de prazer a menina. A enfermeira volta para o quarto, pega o bullet e começa a brincar pelo corpinho de Alice. Meu pau estava doendo muito de tão duro, retirei minhas calças, e fiquei brincando com ele na bucetinha de Alice. A enfermeira disse que ainda não era a hora, então me levantei, Alice sentou na beirada da cama e fiquei esfregando meu pau em seu rostinho, com uma das mãos alisava sua carequinha, eu esfregava meu pau por sua boquinha, rostinho, bochechas, sobrancelhas por tudo até Alice abrir a boca, meti meus 15x5cm de pau na boca dela preenchendo toda, fazendo a pequena ter falta de ar e ânsia de vomito. Segurei sua cabeça careca com as duas mãos e forcei mais um pouquinho enchendo seu estomagozinho com minha porra quentinha. Quando a soltei, Alice cai para trás na cama, e fica assustada com o ocorrido, a enfermeira a ajudar a tranquilizar e limpa a bucetinha de Alice com uma calcinha, depois se despede e vai embora deixando eu e a pequena. Me deito com Alice de conchinha e pegamos no sono.
Parte dois em Breve.
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