Alice de 7a, moribunda, recebe amor especial de seus pais.
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Demanhã vou até o quarto de Alice que ainda dormia em sua cama, vê-la peladinha me deixa louco de tesão. A enfermeira verifica se a fralda estava cheia, porem a menina não tinha feito nada, então a enfermeira pega o phosfoenema e aplica um pouco no cuzinho de Alice e fecha a fralda imediatamente. Alguns minutos depois, nossa pequena moribunda enche a fralda com sua lama marrom, soltando alguns gemidos junto deixando a enfermeira louca. A garotinha não tinha acabado de soltar sua lama marrom e a enfermeira já tinha aberto a fralda para admirar aquela sujeira toda. A enfermeira faz Alice levantar da cama ainda sujinha e a leva até o banheiro, no chuveiro a garotinha expele mais um pouco de fezes que escorria pelas suas perninhas magras. Durante o banho a enfermeira ensina mais algumas coisas para Alice dizer enquanto estivesse recebendo amor.
Eu esperava Alice sentado em sua cama, já estava pelado de pau duro. A pequena moribunda chega e se ajoelha na minha frente e pega no meu pau e beija, depois da uma lambida da base até a cabeça o abocanhando. Eu seguro a cabeça careca de Alice e forço levemente contra meu membro. A enfermeira se ajoelha por traz da moribunda e começa a acariciar seus pequenos mamilinhos e sua bundinha. Alcanço o pênis de borra e o lubrificante para a enfermeira que começa a esfrega-lo entre as nádegas da menina. Alice tira meu pau de sua boca e começa a chupar meu saco, a enfermeira diz em seu ouvido “é daí que sai a porra que gera vida, aproveita”. Alice sorri pede “me dá porra com vida?” e abocanha novamente meu pau, vou guiando a chupada da garotinha segurando-a pela carequinha. A enfermeira enterra a cabeça do pau de borracha no cuzinho de Alice e com a outra mão mete um dedo na bucetinha fazendo a moribunda soltar um gemido. Anuncio que vou gozar: “Alice, se prepara, vou te encher de vida” e começo a soltar meu leite de macho dentro de sua boquinha, enquanto gozava escuto a campainha tocar, aproveito e mando a garota não engolir, limpo meu pau em seu rostinho o lambuzando, e a porra em sua boca a mando espalhar com a língua por dentro da boca e engolir depois. A enfermeira retira o pênis de borracha e vai abrir a porta, eu visto um calção e uma camiseta.
Os pais de Alice vieram visita-la, ela corre ainda peladinha e pula no colo da mãe lhe dando um beijo. A mãe entrega a pequena no colo do pai, que sentindo seu cheirinho a segura com a mão em sua bundinha magra. Enquanto Alice fala com seus pais, seu bafinho de porra os deixam intrigados, mas o sorriso radiante da moribunda era contagiante. Alice deita na cama e abre as perninhas e a bucetinha mostrando para os pais que não era mais virgem e que tinha recebido vida de porra dentro dela. O pai da garota vendo aquela pequena bucetinha aberta mexe em seu pau. A mãe da moribunda se aproxima e beija seu rostinho com minha gala seca e depois faz um carinho na parte interna da coxa da filha bem próximo a bucetinha. A enfermeira se aproxima da mãe e fala em seu ouvido: “pode acariciar a bucetinha dela, ela vai gostar” e leva a mão da mãe até a buceta da pequena lhe ajudando com os primeiros movimentos. A mãe da pequena começa a esfregar aquela pequena bucetinha arrancando gostosos gemidos da filha. O pai excitado se aproxima da menina e começa a beijar aquele corpinho magro, ele começa beijando a perninha, subindo pela coxa chegando próximo a bucetinha, dá um beijo na mão da esposa que já estava melada pela bucetinha, e vai subindo até chegar nos mamilos da filha começando a chupa-los com vontade. Alice gemia gostoso com os toques de seus pais, com uma de suas mãozinhas a garota consegue alcançar o pau do pai, que abre a braguilha da calça expondo seu pau duro. Alice pede ao pai pelo seu membro, cheio de tesão, ele começa a esfrega-lo pelo rosto da filha até a moribunda abocanha-lo. O pai começa a fazer movimentos de vai e vem na boquinha da filha, a mãe começa a chupar o peitinho liso e penetra seu dedo na bucetinha da filha que solta um gemido estrondoso dentro do quarto. Eu e a enfermeira assistíamos os pais fodendo a filha moribunda com desejo e paixão, com certeza havia um desejo escondido ali. A enfermeira se aproxima de Alice e a pergunta: “vai querer beber a porra com vida do seu pai?” Alice balança a cabeça que sim então a enfermeira manda o pai gozar na boquinha da filha, não demora para ele começar a despejar sua gala pela boquinha da filha. A enfermeira ainda fala para mãe: “olha, sua filha está se alimentando dos irmãozinhos” a mulher tem um orgasmo molhado sem nem se tocar em si mesma, ela solta o mamilo e tira sua mão da buchinha da filha e vai ao banheiro, o marido termina de limpar seu membro no rostinho da filha e vai ajudar a esposa. Me aproximo de Alice, a garotinha estava em êxtase, seu mamilo estava avermelhado pela chupada da mãe e havia uma grande poça úmida em sua cama escorrida de sua bucetinha. A enfermeira vai ver se está tudo bem com os pais de Alice, enquanto eu fico ali com a garotinha até ela adormecer de cansaço.
Os pais de Alice saem do banheiro, passam pela cama da filha moribunda que dormia alegremente, dão um beijo na garotinha e se despedem, eu os convido par o café da manhã. Na mesa conversamos.
Mãe – Desculpem a gente. Alice estava com um cheiro tão sexy que não resistimos. Será que o peitinho dela vai doer por muito tempo?
Enfermeira – Não se preocupem, ela só recebeu amor, ela está adorando esse amor todo. O peitinho dela vai passar.
Pai – Querida, acho que devemos falar.
John – Falar o que? Que vocês a desejavam? Eu sabia, os olhares de vocês pra ela era instigante.
Mãe – Nós íamos inicia-la este ano, mas desistimos quando tivemos esse diagnóstico.
Pai – Era nosso sonho ter uma menininha para usar.
Mãe – Durante a gravidez tranzavamos falando putaria envolvendo ela, e fodemos muito com ela mamando nos meus peitos.
Enfermeira – Seus safadinhos.
Pai – Ficamos muito receosos com o diagnóstico, e quando o doutor nos propôs isso, pensamos em dar uma chance.
John – E aquele choro todo?
Mãe – Foi metade real pelo câncer e metade exagero.
Enfermeira – Eu percebi que ela foi bem receptiva a tudo. Por mais que vocês não a usaram, ela sabia como era.
John – Verdade!
Pai – Agora que vocês sabem, quando vou poder meter na bucetinha dela?
Enfermeira – Vamos fazer uma festinha pra ela, todos aproveitamos.
John – Concordo. Posso já fazer uma nova proposta?
Pai e mãe respondem juntos – Pode.
Enfermeira – Aquela?
John – Vamos fazer de Alice a primeira criança com câncer a ter uma DP?
Em breve parte cinco...
Agradecimentos:
Hates de Plantão, falsos moralistas e críticos de literatura erótica que se acham tão importantes quantos os críticos de cinema e gastronomia. Um grande beijo pra vocês.
Agradecimentos especiais a todos que curtem meus contos e o tema. Muito Obrigado! Que a vida de vocês seja repleta de amor e prazer com quem e como vocês quiserem.
Nos vemos na parte cinco.
Amorespecialparacriancas no tlg