O Michel e o Richard passaram toda a manhã a dormir. A Anne e eu tínhamos combinado ir cedo para a piscina. E acertámos em cheio. Deu para perceber que era um dos locais de engate mais concorridos de todo o navio. Alguns casais mas sobretudo homens e mulheres sozinhos. Água a uma temperatura óptima e um sol radioso. Dentro da piscina com a Anne fomos abordadas por 2 italianos muito simpáticos. Eram de Florença e dedicados ás artes. Pediram bebidas, muita conversa e começaram a mexer. Rápidamente percebi que estavam interessados numa brincadeira a quatro. Como os nossos camarotes estavam ocupados pelos nossos homens, fomos para o camarote deles. Ao contrário dos nossos era minúsculo e com duas camas de beliche uma em cima da outra. O espaço era tão pequeno que não deu para estarmos os quatro juntos. Brincámos dois a dois e de seguida trocámos de parceiros. Foi divertido mas não chegou a ser bom. Fiquei carente fui para o meu camarote, suavemente acordei o Michel e aí, sim foi bom, mesmo muito bom. Descemos os dois para a piscina e apanhámos sol. Eu estava a perder a aposta porque a Anne que tinha voltado para a piscina conheceu um holandês e também foi parar ao camarote dele. Segundo dia e a Anne já me ganhava por dois zero. Nessa noite jantámos na mesa do comandante. Ele ia rodando os convidados. Fiquei ao lado dele. Italiano também, muito charmoso quase só me deu atenção a mim. Conversámos muito e convidou-me para depois de jantar me mostrar a ponte de comando. Muito directo perguntou-me se eu iria sozinha ou com o meu marido. Sem hesitar disse que iria sozinha. Logo aí me olhou com ar de quem me queria comer toda. Bebemos café servido à mesa e ele começou a empernar comigo de uma forma descarada e por mim consentida. Bem divertido. O nosso grupo foi para a discoteca, avisei o Michel da minha combinação com o comandante, bebi um copo com eles e com o pretexto de estar cansada disse que me ia deitar.
Fui ter com o comandante ao local combinado, levou-me à ponte de comando, mostrou-me tudo, de seguida levou-me á casa das máquinas, um mundo espantoso. Passeou comigo no convés e acabámos no camarote dele. Tinha uma música maravilhosa. Era um homem muito interessante, muito meigo e galante. Começou por dançar comigo, longos linguados e deixou-me no ponto. Ofereceu-me uma bebida, pedindo desculpa de não beber mas considerava que estava de serviço 24 sobre 24 horas e que tinha à sua responsabilidade a vida de todos aqueles passageiros e tripulantes. Também não bebi e fiz-lhe companhia num café. Fiquei no camarote dele até às seis da manhã. Só vou dizer que aconteceu tudo e de tudo. Ficámos os dois completamente saciados. Ele gozou dentro de mim por três vezes. Uma na xoxota, outra no cú e finalmente na minha boca. Também eu gozei todas as vezes.
Quando voltei para o camarote o Michel ainda não estava. Adormeci, não dei pela chegada dele e dormi depressa. Nessa manhã fazíamos a nossa primeira escala num porto.