Cunhado

Por: kapa-pente-1 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Virei marmita do meu cunhado, empregada da minha irmã, fodida diariamente

Sou cria tardia, meus três irmãos eram casados e com filhos quando um descuido da minha mãe eu fui gerada, detalhe nem sei que é meu pai e muito menos minha mãe, a amo mais a bixa e dada pra cacete.
Quando completei 13 anos ela teve uma overdose e veio a óbito, minha irmã mais velha ficou com a minha guarda, passei a cuidar do meu sobrinho um bebê de três meses na parte da tarde depois que chegava da escola o buscava na creche, cuidava da casa e do bebê não era novidade, minha mãe me fazia de escrava portanto já sabia lavar, passar, cozinhar, minha irmã pode arrumar um emprego e ajudar o marido nas despesas, ela conseguiu em uma fábrica no horário das duas da tarde a dez da noite, enquanto o meu cunhado trabalhava das seis da manhã as duas da tarde. Trabalhavam na mesma fábrica.

Sem mais enrolação, ele chegava em casa de.mau humor, sempre foi assim, me xingava se o bebê chorasse e ameaçava a me colocar na rua, a casa era fe apenas um cômodo os outros estavam em processo de construção ele mesmo era o pedreiro, além das tarefas domésticas tinha que servi de servente, levava muito peteleco e xingos, me odiva e dizia que eu era empata foda, minha irmã nao queria dá ora ele com medo de eu ouvir ou ver eles transando.

Era bem tenso do nada dava tapa na minha cara, puxava meu cabelo, morria de medo dele, um negro de 1,80 mais ou menos, corpo esculpido com trabalho braçal, eu era uma negrinha raquítica.

Ele e a minha irmã começaram a discutir muito pot causa da situação então o jeito que ela achou pra não perder o marido foi, me colocar com o bebê pra fora enquanto eles transavam, as vezes demorava mais de horas até nós dois ter permissão de entrar.

O abuso sexual começou quando minha irmã foi fazer companhia a sogra no hospital, estava muito doente e homem não era permitido como acompanhante, foi e eu fiquei com as tarefas de sempre, nesse dia o meu cunhado não exigiu minha ajuda na obra, cuidei do meu sobrinho um bebezinho super calma, amor e depois cuidei da casa, lavei roupa antes das cinco estava livre, deixei o bebê no berço, estendi meu colchão no chão e fui tirar um cochilo, acordei com uma dor insuportável na xana, dor aguda tento fechar as pernas e não consigo abro os olhos e meu cunhado está segurando minhas coxas enquanto enfia o pau mim, choro, tampa minha boca continua a penetração me rasgando
- É isso que empata foda merece, parasita na minha casa não se cria não, se vai ficar tem que me servi e se abrir o bico te arrebento vadia, entendeu?
Não consigo responder levo tapa muito forte mesmo na cara acabo perdendo por uns segundos os sentidos, aperta meu pescoço e começa a meter como se eu fosse uma mulher feita, experiente.
Está suado por causa do trabalho, rasga minha camiseta, morde meus seios, chupa, uma mão sempre no meu pescoço onde controla meus gemidos de pavor e dor, gozar mais não sai de dentro continua frenético sem parar, goza umas quatro vezes tudo dentro, tira o pau pra fora, está sujo de porra e sangue, se ajoelha no meu ventre a porra explode pra fora, dá vários tapas na minha cara - Vai ser a minha marmita, meu saco de porra a partir de hoje e se abrir o bico além da sua irmã nunca acreditar te dou uma surra e te jogo na rua, agora levanta e vai me fazer um café.

Não consigo me mexer, me comeu na mesma posição por muito tempo, minhas pernas doem a xana arde, meu útero queima, me chuta rolo e consigo ficar de quatro, engatinhando vou ora cozinha, me apoio na pia e não sei como consigo fazer o café, essa foi a primeira e desde de então era constantemente violentada, gozando sempre dentro.
Conforme o tempo passa, construiu três comodo, e fez um quartinho pra mim nos fundos, a desculpa era que eu tirava a privacidade dos dois, minha irmã cega de amor é o macho dela na terra e Deus no céu, como é cega de amor por esse homem, ela acreditava em tudo que ele falava, parecia até hipnotizada.

Acordava de madrugada sendo fudida, ele levantava e ia me comer, passou a me foder até com a minha irmã em casa, estava na cozinha lavando louça, chegou por trás já abaixando meu shorts, beliscando meus seios, cospe e lubrifica o pau, tampa minha boca e soca, sempre muito agressivo, me fodeu rapidinho disse que foi só pra esvaziar um pouco as bolas, então veio a primeira gravidez aí já estava com 15 anos, ele abriu minhas pernas e furou a bolsa com uma agulha de crochê, a dor era horrenda, tive infecção precisei ser internada, acredita que a minha irmã me deu uma surra, menti que era de um garoto da escola e tals, depois que fui tratada, medicada devidamente e voltei pra casa, ela me deu uma surra, me xingou tanto e me mandou pra morar com meu irmão, onde também não tive sossego mas essa história é pra outro dia...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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