- Vô????? Você me chamou?
- Não Adriana... Mas quer entrar?...
- Eu entrar? Mas você não está pelado?
- Tem medo de ver o seu avô pelado?
- Eu não!...
- Então entre ué... É bom que você esfrega minhas costas, não quer?
Fui abrindo mais a porta e cada vez mais curiosa fui me aproximando da banheira e olhando pro meio das pernas do meu avô que estava com 69 anos... Seu pinto imerso mesmo mole não era nada pequeno. Peguei o sabonete liquido e a esponja e fiquei esperando ele se ajeitar dentro da banheira. Enquanto ia passando a esponja nas suas costas, por cima do seu ombro fui vendo seu pinto ir crescendo e ficando duro. Ficamos em silêncio, e quando terminei meu avô rapidamente ficou de pé dentro da banheira com seu pinto de +- 20 cm bem próximo de mim. Quando peguei a toalha e lhe entreguei, percebendo que eu olhava muito do seu pinto.
- Tem coragem de colocar a mão nele?
- Eu????
- É! Não tem perigo nenhum.
Segurei seu pinto e senti latejando na minha mão... Estava incrivelmente duro apesar da idade do meu avô.
- Não quer aproveitar e tomar banho?
- Daqui a pouco eu tomo vô!...
- Eu posso te ajudar a tomar banho, não quer?
Só sei que em poucos segundos imaginei mil coisas acontecendo com meu avô pelado e eu também pelada.
- Mas vou ficar com vergonha vô!...
Ele sentando sobre a tampa do vaso e me puxando pra entre suas pernas começando a tirar minha saia.
- Nada de vergonha com seu avô, combinado? A gente só precisa manter isso em segredo.
Enquanto ele descia minha calcinha fui tirando minha blusa.
- Tá vô... Pode deixar que eu não conto pra ninguém!...
Ele olhando pra minha bucetinha um pouco cabeluda, por ser proibida pela minha mãe de me depilar... Só aparava com uma tesourinha. Ele passando a mão.
- Que maravilha Adriana.
Eu olhando pro pinto dele que até balançava sozinho de tão duro. Meu pavor passou a ser quando ele começou a enfiar o dedo.
- Não vô... Não faça isso!...
- Qual o problema? Eu sei que não é mais virgem!...
- Aham??? Sou sim vô!...
- Só de olhar eu sei quando uma menina não é mais virgem.
Nem imaginei que ele estava mentindo pra que eu lhe contasse a verdade. Eu sentindo seu dedo me penetrando.
- Meu pai me mata se souber vô!...
Ele cutucando o dedo lá no fundo da minha bucetinha.
- Pode deixar que ele não vai ficar sabendo... Eu prometo!
Eu achando que ia realmente tomar banho, ele me pegou no colo e foi me levando até o seu quarto me colocando sobre a cama. Começou chupando meus peitinhos, pra ir descendo com a língua até chegar na minha xoxota... Ele atolou a boca entre meus lábios vaginais praticamente enfiando a língua... Eu me contorcia toda sobre a cama até ter um explosivo orgasmo.
- Aaaah! Aaaah! Aaaaaah! Tá vindo vô... Chupa! Chuuuupa!!!!
Assim que acabei de gozar me mandou ficar de quatro.
- Não tem perigo... Não vou gozar dentro de você.
- Mas tenho medo vô.
- Pode então na bundinha?...
Meu namoradinho (o primeiro) só tinha metido na minha bunda três vezes.
- Na bunda pode vô!...
Vi meu vô passando saliva na ponta do seu pinto e depois abrindo minhas nádegas soltou um pouco bem sobre meu ânus. Quando senti seu pau duro começando a entrar e a dor no meu ânus ir aumentando.
- Vôôôôôô!!!!!! Paaaara... Paaaara!
Ele ficou parado sem tirar seu pinto do meu ardido cuzinho.
- O que foi minha netinha?...
- Tá doendo!...
Ele puxando lentamente e voltando a empurrar pra dentro.
- Já entrou quase tudo... Só falta um pouquinho.
- Tá vô... Então vai... Vaaaaiiiiii!!!!!!
Quando senti seus pentelhos encostando na minha bunda e ele voltar a puxar pra trás e enfiar novamente, a dor foi diminuindo até que eu mesma comecei a pedir pra ele meter mais rápido. Meu vô ficou socando no meu cuzinho por mais de dez minutos antes de gozar muito dentro de mim... Adorei dar a bundinha pro meu avô. No dia seguinte, ele me chamou pra tomarmos banho juntos de banheira. Depois dele mesmo lavar bastante minha xota, me fez sentar na beirada da banheira e novamente chupou gostoso minha bucetinha que rapidamente tive um orgasmo.
- Agora chupa o vovô, chupa!...
Eu que nunca tinha feito sexo oral com meu namorado, custei a pegar o jeito... Quando consegui pegar o jeito meu avô começou a gozar dentro da minha boca me mandando engolir tudo. Naquele mesmo dia, à noite, estávamos pelados na cama quando novamente chupei a pica do meu avô deixando ele gozar pra que eu bebesse toda sua porra. Depois do meu avô meter na minha bundinha por quase uma semana, ficando sempre mais de dez minutos socando e só gozando depois de me avisar, resolvi arriscar. Novamente pelados na cama e ele além de chupar bastante meus peitinhos, começou a me beijar na boca.
- Quer me comer hoje na frente vô?
- Você vai deixar mesmo?
- Você promete que não vai gozar dentro?...
- Claro meu amor... Pode deixar que o vovô sabe se controlar.
Meu Deus... Quando senti a pica do meu avô toda dentro da minha bucetinha foi ficando louca de tesão.
- Vai vô... Mete vô... Fode a safadinha da sua netinha; vai... Vaaaiiiii!!!!
E ele deve ter passado dos dez minutos socando forte na minha bucetinha que tive dois orgasmos seguidos antes dele tirar e gozar tudo sobre minha barriga. Mesmo depois que meus pais voltaram, passei a ir frequentemente à casa do meu avô, só pra deitar com ele e deixar me foder bem gostoso. Só fui namorar com o consentimento dos meus pais aos 20 anos, e mesmo assim com um rapaz da nossa congregação.