Dando (pica) de mamar para os terneiros famintos. Meu pau adorou!
Fazia algum tempo que nenhuma cadela entrava no cio e meu tesão estava imenso. As bucetas das vacas não saciavam minha pica, no máximo aliviavam um pouco a vontade, mas não conseguiam matar a vontade como uma buceta de cadela no cio conseguia.
Era uma tarde e eu estava no estábulo para fazer a limpeza para mais tarde começar o trabalho com a ordenha e alimentação do gado. A bezerrada estava impaciente e pelo visto com bastante fome. Fui colocar um pouco de ração para eles e eles ficavam doidinhos para comer e se esfregavam em mim e isso me excitou muito.
Depois de colocar um pouco de ração para a bezerrada, fiquei olhando eles lamberem o cocho e pensei: “Será que não lamberiam meu pau duro...”. Resolvi testar a teoria...
Esperei eles terminarem de comer o pouquinho de ração que tinha colocado e aguardei que viessem para onde eu estava. Era uma Porteirinha de estanquetas. Vários espaços entre as madeiras que facilmente caberia meu pau por entre os espaços e do outro lado os bezerros poderiam lamber. Foi o que fiz. Tirei o pau para fora mas não estava completamente duro ainda, mas passaria sem problemas para o outro lado e, para meu susto e imenso prazer, quando meu pau passou para o outro lado da porteira, não estava com a glande completamente exposta porque o cacete não estava duro, mas alguns terneiros começaram a cheirar e começaram umas duas, três, quatro, várias linguadas ásperas, quentes e cheias de babas que em questão de segundos meu pau ficou como uma estaca até que um deles tacou a boca e começou a chupar desesperadamente como se fosse a teta de uma vaca. Àquilo me deixou de pernas bambas na hora. O danadinho conseguia colocar meu pau inteiro na boca e chupava com muita força para dentro da garganta, esperando o leite descer e ficava sugando muito. Eu estava recebendo um boquete bem gostoso de vários terneiros. Devia ter uns 4 ou 5 terneiros e todos eles partiram para o ataque. Depois do primeiro terneiro começar, a coisa foi uma loucura só. Era um empurra-empurra para chupar meu pau que eu nem podia acreditar. Era tanta boca, língua, baba que eu me agarrei na porteira para me aguentar porque a coisa foi ficando tão boa e gostosa que eu mal podia ficar com as pernas firmes. A cabeça do pau estava gigante e pulsando de tesão. Àquelas línguas ásperas de certa forma machucavam um pouco, mas a baba tornava a coisa mais fácil e agradável. Eu nem precisava fazer nada, apenas ficar alí, parado que a coisa acontecia. Eu pensei que levaria muito tempo para gozar, mas não demorou muito tempo para que a vontade de derramar meu leite começou a chegar. Tive que tirar meu pau para não gozar tão facilmente já que eu queria bem mais tempo...
Coloquei o pau para dentro da calça novamente e abri a porteira e entrei para onde os terneiros estavam. Tirei três deles para fora, porque estava com um pouco de receio de colocar meu pau para 5 mamarem. Depois de deixar apenas dois comigo, um deles ficava dando pequenas cabeçadas e fucinhadas na minha virilha, batendo no meu pau. Ele deveria imaginar que estava cheio de leite e, ele estava certo...
Quando passei a mão por dentro da calça, puxando para fora meu pau que estava muito duro, um dos terneiros acertou em cheio a bocada pegando a cabeça toda e uma parte do meu pau dentro da boca faminta do bichinho. Numa sugada violenta vi meus 19cm desaparecerem para dentro da boca e garganta do bezerro que chupou feito um desesperado. A língua do bezerro ficava um pouco para fora da boca e massageando meu saco que ficou todo babado. Era uma delícia e a coisa ficou tão boa que as pernas ficaram bambas a ponto de eu ter que me apoiar com a bunda no cocho onde os havia alimentado e só abri um pouco as minhas pernas para deixar meu pênis bem ao acesso daqueles dois famintos boqueteiros.
Fiquei recebendo um boquete agressivo por uns 8 ou 10 minutos. O corpo do meu pau estava um tanto dolorido por causa das línguas ásperas, mas a cabeça do pau (glande) estava ensopada em baba, e no fundo das gargantas onde recebia uma massagem única. Os bezerros estavam ordenhando meu pau até que, com as pernas abertas, recebendo um boquete maravilhoso, veio a vontade de gozar que não conseguia segurar. Me segurei no cocho e apenas deixei a coisa acontecer. Eu comecei a gozar na boca do bezerro que quando percebeu que o leite havia descido, ficou mais calmo e eu sentia que a língua tinha saía ainda mais da boca e massageava ainda mais meu saco... Assim gozei como nunca. Eu não conseguia puxar meu para para fora da boca do terneiro de tanto prazer que eu estava sentindo.
Quando parei de gozar, o bezerro ainda ficou chupando um tempo e depois parou e o outro acabou empurrando e ganhando a vez. Ficou me chupando por uns 2 minutos ainda, mas meu pau estava muito sensível e estava bem saciado, mas não amolecia porque estava na boca de outro bezerro o que me motivava a continuar. Agora era uma mistura de desconforto com prazer que se prolongou por alguns minutos, mas tive de parar e não pude satisfazer esse último bichinho, guardando a teta que eles tinham mamado.
Meu pau estava bem inchado, todo babado e ainda meio duro. Havia descoberto uma outra forma de prazer deliciosa que finalmente poderia me satisfazer enquanto as cadelas não entravam no cio.
Todos os dias eu dava meu pau para eles mamarem por cerca de um mês, até que descobri que o cuzinho deles também era uma delícia e passei a dar-lhes de mamar e às vezes comer o cuzinho até eu descobrir um bezerro que gostava demais da coisa e passamos a ser “amantes”. Esse bezerro gostava tanto da coisa que chegamos a ter um ritual. Ele sempre me chupava um pouco, meu pau ficava bem babado e lisinho e depois eu metia no cuzinho dele. O dando gostava tanto da coisa que ficava bem paradinho e enquanto meu pau entrava no cuzinho dele, ele dava uma curvada com a parte posterior, baixando o cuzinho em cima do meu pau, facilitando que eu socasse nele por um bom tempo.
Acontece que a coisa evoluiu tanto com esse bezerro que, enquanto ele chupara meu pau, já fazia as necessidades (cocô), deixando o cuzinho bem limpinho para eu fudê-lo depois. Ele gostava de sentir meu pau cutucando dentro dele. Fizemos sexo por muito tempo e incontáveis vezes. Era bem gostoso até que tudo terminou quando ele foi vendido...