Dani tem um novo P.A

Por: liliane-epsilon-1 11/07/2026 164591 leituras
Capa do conto
Voltei a ter contato com Dani depois de alguns anos. Ela continuava a mesma. Um corpo violão
como sempre amei, um sorriso delicado e um olhar penetrante. No passado, tivemos um caso
rápido que ficou com vontade de quero mais para os dois. perdemos o contato e depois de
tanto tempo resolveram marcar de retomar a amizade em um encontro amigável. O local ?
Onde trocaram o primeiro beijo. Em um shopping do Rio. Embora fosse pra reviver a amizade,
ela solteira e eu casado, o clima estava tenso. Um nervosismo pairava e quando o assunto
voltou ao passado, a vontade perpassou os limites sociais. Um beijo, primeiro casto e
medroso. Depois, um longo e libertador. Os olhares se cruzaram quando as mãos de ambos
deslizavam com vontade pelo corpo do outro. Aquilo não podia mais ficar ali. Ambos com muito
tesão, pouco falamos. Não tinham que dizer. Permitiram-se guiar pelo tesão. e este conduziu-os
para o motel mais próximo. A aventura tinha que recomeçar.
Não deu tempo dela entrar. ainda na porta do quarto, a agarrei forte e com um beijo a fiz
levantar a encaixando. Ela sentiu meu membro duro querendo a possuir. As roupas iam sendo
arrancadas com pressa e em pouco segundos, ambos precipitados e ansiosos pelo sexo já
rolavamos no carpete nus. Ela buscava pelo meu sexo e ao segura-lo, conduziu para seu
interior. A fome era grande e a penetração foi libertadora. Um urro de prazer de ambos e os
gemidos dela ( algo que nunca foi esquecido por mim) começaram. Eram gemidos de dor,
prazer e tesão se misturando no calor do momento. Em poucos minutos, ambos gozamos juntos
e ficamos sentindo aquele desejo de um vício saciado, sabendo que não estavamos ainda
completamente satisfeitos.
Fomos para o chuveiro e ela me provocando, se esfregava como se dançasse zouk e roçava
sensualmente em meu pênis que já endurecia novamente. Ela desceu e começou um boquete
delicioso. Esquentava o pênis com sua lingua e boca quentes e depois tirava e deixava a agua
fria cair no meu pênis me deixando louco com a mudança de temperatura. Fomos nos beijando
para a cama. Afinal, precisavamos estrea-la.
Coloquei-a na cama e fui beijando todo seu corpo. Demorei-me nos mamilos e dava leves
mordiscadas para arrancar seus gemidos, meu prêmio sonoro.
Com a lingua apenas, percorri linhas tortuosas e torturantes até chegar ao seu sexo. Chupei-a
com vontade e me alimentei de seus gemidos até o ápice de mais um gozo fenmenal. Virei a de quatro e colocando de 4 enfiei a com vontade direto e meti com força puxando seu cabelo.
Pelo espelho olhava seus olhos fixamente e via o prazer em seu rosto sardento que sempre me
deu tesão. Foi a conta de mais um gozo dela e ela desabou na cama já de frente. subi em sua
barriga e gozei no seu peito despencando do seu lado. Um beijo selou aquele momento,
enqunto recuperavamos o fôlego. Depois daquele momento, estavamos certo: a amizade
estava retomada. E não só a amizade… E a cumplicidade nos acobertava.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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