Daniele:Comi amiga da minha ex Parte 2

Por: beta-ikosi-1 23/07/2026 12331 leituras
Capa do conto

?O céu começou a fechar e os primeiros pingos de chuva atingiram o teto de metal. Como ela estava de moto, olhei para ela e chamei:

— Vamos entrar para o carro.

?Entramos sem hesitar e fomos direto para o banco de trás. Ali, o espaço reduzido e o som da chuva batendo nos vidros criaram o cenário perfeito. Começamos a nos pegar com força. Beijo daqui, beijo dali, e minhas mãos, guiadas pela memória daquela outra noite, foram direto para a bunda dela, apertando com vontade. Quando tentei descer a mão em direção à virilha, ela segurou meu pulso, esquivando-se com um sorriso tenso:

— Não, aqui não...

?Mas o clima já tinha passado do ponto de retorno. O calor dentro do carro subia rápido. Olhei para ela, sentindo o corpo estalar de desejo, e provoquei:

— Olha aqui como você me deixa.

— Deixa eu ver — ela desafiou, com o olhar semicerrado.

?Puxei o cós do short e meu pau saltou para fora. Como a cabeça dele era coberta, ela olhou de perto e continuou o jogo:

— Ainda não estou vendo.

— Pega e puxa a pele para trás, então — devolvi.

?Ela esticou a mão, puxou e abriu um sorriso malicioso:

— Nossa, está animado, hein?

— Eu vou te ajudar a animar ainda mais — respondi.

?Sem mais palavras, ela se inclinou e começou um boquete daqueles, bem gostoso, decidida a me deixar completamente louco. Eu já estava sem teto. Enquanto ela trabalhava com a boca, minhas mãos percorreram as costas dela até puxar sua blusa para cima. A Daniele amiga era bem magrinha, daquelas magrinhas gostosas, com uma bunda média para pequena e peitos miúdos. Grudei a boca naqueles peitinhos, passando a língua pelos bicos, e ela começou a gemer alto, perdendo o controle.

?Em pouco tempo, o cheiro inconfundível de sexo já tomava conta de todo o estofado de novo. O perfume natural da buceta dela era forte, mas extremamente excitante. No calor de tirarmos o resto da roupa, com a transição dos bancos, senti meu pau dar uma leve amolecida. Olhei para ela e avisei:

— Ih... Nisso aí, você vai ter que me animar de novo.

— Pode deixar que eu te animo. Vou acordar ele — ela garantiu.

?Ela voltou a me chupar com vontade até o pau ficar de pedra outra vez. Em seguida, ela mesma empurrou o banco da frente totalmente para diante, ganhando espaço, e sentou de costas no meu colo. Nem pensamos em camisinha. Ela simplesmente se ajeitou e começou a cavalgar forte, batendo com tudo. O pau estralava lá no fundo dela. Sentindo que não ia aguentar muito tempo naquele ritmo, segurei no quadril dela e alertei:

— Meu Deus... vai com calma, senão eu vou gozar!

— Não goza, porque eu não tomo remédio! — ela rebateu, sem parar de se mexer.

— Não, vou me controlar.

?Prendi os dedos nas nádegas dela, desferi um tapa estalado bem naquele bundão e soltei:

— Nossa, que delícia, velho... Comer você... Eu estava com vontade de te pegar já faz muito tempo.

?Ela olhou por cima do ombro, com o rosto corado, e confessou entre os gemidos:

— E eu estava com vontade de dar para você desde aquele dia que eu entrei no seu carro e estava aquele cheiro de sexo no ar. Você deve ter comido muito a minha amiga, né?

— Comi — respondi, no puro calor do momento. — E é bem aqui no banco de trás, onde ela sentou, que você está dando para mim bem gostoso agora.

— Seu safado! — ela sussurrou, acelerando o movimento.

— Foi aqui que eu fiz ela gozar. E gozei tudinho na boca dela.

— Nossa, você é muito safado, viu? Não estou gostando nada disso, vamos parar de falar dela!

— Ué, foi você que começou — rui, puxando o corpo dela. — Então vem cá.

?Mudei a posição e a joguei de quatro ali mesmo. Comecei a comer ela por trás, enfiando fundo, batendo firme na bunda dela. O ritmo era frenético até que ela sentiu a minha respiração mudar.

— A hora que você for gozar, avisa! — ela pediu, arfando.

— Onde que eu vou gozar?

— Goza no meu peito!

— Não, vai sujar o banco do carro — recusei, pensando no estofado.

— Onde você vai gozar então?

— Tem que ser na boca.

— Ah, mas eu não gosto... — ela tentou hesitar.

— Vai ser a primeira vez que você vai gostar, então.

?Ela saiu debaixo de mim e veio direto para o meu colo, recomeçando a chupar com uma velocidade impressionante. Minhas mãos estavam cravadas no cabelo dela.

— A hora que você for gozar, avisa que eu vou cuspir! — ela disse, com a voz abafada.

— Então tá bom. Se não quiser engolir, gospe no tapete do carro.

?Mas na hora H, o tesão falou mais alto. Quando senti o jato vindo, avisei e gozei tudinho, direto e fundo na boca dela. Para a minha surpresa, ela não se mexeu. Segurou a porra toda na boca, sem engolir e sem cuspir no chão.

?Fiquei olhando, recuperando o fôlego, e pedi:

— Me mostra.

?Ela abriu a boca devagar, deixando o líquido quase escorrer pelo canto do lábio.

— Posso cuspir? — ela perguntou com os olhos fixos nos meus.

— Pode.

?Ela cuspiu para fora do carro, mas quando abriu a boca de novo, a língua dela estava inteiramente coberta de porra branca. Aquele dia foi simplesmente incrível. Uma daquelas histórias de pura audácia e desejo guardado que o banco de trás daquele carro jamais esqueceria.?Logo após o turbilhão e o ápice do tesão, o ritmo diminuiu dentro do carro, mas a eletricidade continuou ali. Ainda no banco de trás, enquanto eu relaxava, ela começou a fazer um carinho suave e lento nas minhas bolas, e eu continuei acariciando o corpo magrinho dela. Naquele casulo morno com os vidros embaçados e o som da chuva, começamos a conversar calmamente. Falamos sobre ex-namoradas, relacionamentos atuais, fofocas e confidências de um jeito totalmente aberto e sem tabus.

?O encanto e a calmaria, porém, duraram pouco. De repente, um clarão forte iluminou o interior do carro seguido por batidas secas e firmes no vidro. Era uma viatura da polícia.

?O coração disparou na boca. Numa descarga rápida de adrenalina, começamos a nos ajeitar correndo, caçando as roupas no escuro do banco de trás e vestindo tudo meio torto. Saímos do carro, conversamos com os policiais e, felizmente, após as verificações, eles nos liberaram.

?O problema é que o verdadeiro perrengue da noite estava apenas começando.

?Quando entrei no banco do motorista e girei a chave na ignição para irmos embora, o carro não deu nem sinal. A bateria tinha arriado por completo. Tentei dar um tranco, mas como eu estava sozinho para empurrar e ela não tinha força nenhuma para dar o empurrão necessário na carroceria, o carro não saía do lugar. Ficamos ali, ilhados.

?Até que, no meio daquela rua deserta, surgiu outro carro e reduziu a velocidade. O motorista, percebendo a nossa situação (e provavelmente imaginando o que estávamos fazendo ali antes), abriu o vidro e gritou com um sorriso malicioso:

— Quer uma chupeta aí?

?Nós dois nos olhamos e caímos na gargalhada na hora com o duplo sentido perfeito para o que tinha acabado de acontecer na boca dela. Sem perder a piada, respondi de volta:

— Ah, eu quero!

?O cara encostou, pegou o cabo de transmissão que tinha no porta-malas, engatou nas duas baterias e fez a ligação direta. Dei a partida, o motor roncou forte e finalmente ganhou vida. Agradecemos o capricho do motorista e pegamos o caminho de volta. Acompanhei a Daniele de carro enquanto ela pilotava a moto dela em segurança até a porta de casa e, logo depois, segui para a minha.

?Aquele foi, sem dúvidas, o dia inesquecível em que eu comi a Daniele, a amiga da minha namorada.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados