De ativo pra passivo no cinema gay

Por: gabriel-202 • 10/07/2026 • 306482 leituras
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Sempre gostei de fazer umas brincadeiras em cinemas. Bastava sentar numa poltrona e esperar um ou outro chegar do lado e vir com a mão boba. Sou bem dotado e por isso, quando enchiam a mão, os gays ficavam loucos. Deixava um ou dois mamarem. As vezes íamos para o banheiro pra algo mais. Mas os cinemas sumiram. As igrejas evangélicas tomaram conta. No RJ tinha o Astor, nem sei se tem mais.

Sempre adorei uma cdzinha, travesti. É uma mulher com algo a mais. Ficava torcendo pra uma dessas aparecerem. Num belo dia rolou. Uma bem maquiada, bonita, dava pra ver pela luz da tela refletindo. Chegou sozinha, eu estava destacado. Veio se insinuando. Deixei. Começou alisando meu pau, fui no peitinho dela. Punhetinha tocada, ela adorou o tamanho. Chegou a chupar um pouco, mas propôs a gente ir pra casa dela. Avaliei o corpo e topei. Fomos no carro dela. Durante o trajeto fomos conversando. O que eu mais gostava, etc. Falei que adorava gozar na boca, na beira da bundinha. Ela adorou. Não tinha seios, era cd, ão uma travesti mas absolutamente linda. Maquiada, salto alto, peruca. Chegamos a casa dela e já começamos a brincar. Levei uma chupada no pau de meia hora. Adorei. Aí pude ver o pau dela. Enorme, duro, não cabia na calcinha. Toquei uma punhetinha pra ela e via umas roupas espalhadas. Calcinha, cinta liga, meia 7/8. Perguntei se poderia usar. Claro, ela disse. Ela ajudou a me vestir. Ela então propos fazemos um 69. Adorei. E como não podia deixar de ser, pediu pra meter um pouquinho. Deixei. Que delícia.

Desde esse dia procuro ir em cinemas mas com calcinha por baixo. Topo tudo. Confesso que quero mais dar que comer. Mas que seja com cdzinha ou travesti bi ou ativa. Só quero achar cinema disponível no RJ

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