De calcinha para o amigo.

Por: luana-372 • 11/07/2026 • 205061 leituras
Capa do conto
Lembrando aqui do tempo de colégio, que na época também já usava calcinha.
Um dia tive coragem de usar uma calcinha pra ir ao colégio.
Eu tinha uma que ganhei da minha prima, que sabia dos meus gostos, e depois conto mais sobre isso.
Ela tinha me dado uma calcinha que me lembro bem, era de cetim branco com bolinhas vermelhas.
Bem mocinha mesmo.
Vesti por baixo da calça do colégio e fui tranquilamente para o ponto de ônibus, mas cada passo eu dava, a bendita da calcinha entrava na minha bunda.
Aquilo não incomodava, mas ficava roçando meu cuzinho e dava muito tesão.
Chegando ao colégio, voei ao banheiro pra tirar um pouco a calcinha do meu bumbum.
Passei por um amigo, que me cumprimentou, e eu falei que na voltava rapidinho, que estava indo ao banheiro.
Mas fui tão depressa, já abaixando a calça pra tirar a calcinha do meu bumbum, que esqueci de travar a porta por dentro.
Nisso esse amigo na época, que era sempre zoeiro comigo, empurrou a porta pra zoar.
A cara dele foi de espanto, comigo lá com a calça abaixada até o joelho, e de calcinha.
Eu pedia pra ele não falar nada, que senão iria ferrar com minha vida, que faria tudo pra ele não dizer nada ou brincar sobre isso.
Ele disse que tudo bem, que nao faria nada nao, que iria me respeitar sobre isso, e saiu da porta do banheiro que eu estava.
Nisso respirei bem aliviado, travei a porta e me vesti pra ir pra aula.
Tudo passou tranquilamente, naquele dia, mesmo eu ficando apreensivo sobre ele ter me visto de calcinha.
Fui para o ponto de ônibus, que na época era bem seguro ficar por lá mesmo sozinho, e aemrpe pegava o ônibus as 1830h.
Mas naquela tarde o ônibus demorou pra caralho!!!
Esse meu amigo também, pegava ônibus naquele ponto, mas em horário diferente do meu, mas naquela tarde por causa do ônibus demorar, ele chegou e eu ainda estava lá.
O ponto de ônibus era daqueles de cimento, que parecia uma casinha, que não tinha atrás do ponto só a parede fechada.
Quando esse meu amigo me viu, ficou meio sem graça, tanto quanto eu fiquei, pediu desculpas pelo ocorrido.
Eu disse a ele que tudo bem, sem problema, desde que ele não contasse a ninguém.
Como o ônibus estavas demorando, deu pra gente bater um longo papo, sobre do porque, eu usar calcinha, que expliquei detalhadamente a ele.
Nisso o ônibus dele estava chegando, e ele nem levantou pra dar sinal para parar, e eu falei:
"Cara, seu busão tá vindo não vai dar sinal não?"

E ele:
"Não vou conseguir levantar, tô de pau duro, por causa da conversa da gente, lembrei de como estava gostosa sua bunda de calcinha, meu pau tá estourando na cueca, não vou levantar não!!!".

Eu fiquei vermelho de vergonha, com a situação, dele falar que eu tinha excitado ele ao ponto de ficar de pau duro, e perder o ônibus.
Ele meio envergonhado, me pediu desculpas, eu falei que tudo bem afinal éramos amigos, e que tava tudo bem.
Nisso de sermos amigos, ele levantou e mostrou a calça do colégio beeem estufada, um volumão mesmo, mostrando brincando que estava de pau duro!
Não sei o que me deu, juro pra vocês, mas apenas falei:

"Agora vc vai ter que gozar pra poder abaixar esse pauzão aí, vai ter que bater uma atrás do ponto do busão, hahahaha."

Nisso ele fez o impensável, e colocou o pau pra fora e balançava.
Era enorme, grosso, cabeçudo, sem pêlos, a cabeça babava.
Eu fiquei hipnotizado olhando aquele monstro de rola, e ele percebeu que eu fiquei sem reação alguma, e só olhava fixo aquela rola.
Ele apenas levantou balançando aquela rola linda, dura e babada, e perguntou se eu não estava afim de deixar ele gozar em cima da minha calcinha, pois a minha bunda parecia de mulher.
Me deu um clique, eu só levantei do banco do ponto, no automático, e andei pra trás do ponto, apenas me debrucei encostando na parede atrás do ponto de ônibus.
Deixando minha bunda bem empinada, baixei minha calça até o joelho, deixando a calcinha a mostra pra ele, que veio atrás de mim tocando a minha bunda com a mão, apertava minha bunda e roçava a rola por cima do tecido.
Ele me pediu se poderia gozar em cima do meu cuzinho, disse que sim, que naquele momento eu estava apenas fora de mim, só querendo porra quente escorrendo em mim.
Ele batia uma punheta apertando minha bunda ao mesmo tempo, sentia a cabeça daquela rola roçando meu cuzinho, melando tudo.
Nisso eu só sentia ele parar de bater punheta, e começou a forçar o pau no meu cuzinho, que já tinha dado, mas não para rola tão imensa assim, aquilo iria me rasgar no meio.
Pedi pra parar, ele disse que iria devagar, que não iria me machucar não, que poderia ficar tranquilo sobre isso.
Eu apenas acenei sim com a cabeça, e ele foi forçando aquela cabeça imensa pra dentro de mim, que eu sentia como estivesse me abrindo ao meio, e eu mordia meu dedo pra ao gemer alto.
E aí ele disse que já estava todo dentro de mim, e que iria gozar rapidinho, pois meu cuzinho estava quente e apertado demais pra demorar pra gozar.
Ele começou a me socar com força me faltando o ar, a cada estocada dele, sentia bate tão fundo em mim, que meu pau ficou duro na calcinha.
Eu sentia aquilo grosso dentro de mim, me abrindo gostoso, me rasgando com força, eu apenas gozei igual uma mocinha, deixando minha calcinha toda melada.
E nisso meu cuzinho, começou a piscar por causa da gozada, e mordia o pau dele, que começou a me socar com raiva, e falou que estava gozando dentro de mim.
Eu sentia minha alma sair do corpo!
Ele recuperou o fôlego, saindo de dentro de mim, me deixando bem aberto, pingando porra de dentro de mim, sentindo escorrer porra pelas minhas coxas.
Eu Só olhei pra frente, e vi meu ônibus vindo, só levantei minha calcinha junto com calça, e corri pra frente do ponto, dando tempo de pegar o busão.
Só olhei para meu amigo, e disse pela janela do busão, que amanhã terminariamos de conversar mais.
Hahahaha.
Ele só mandou um joinha, todo acabado por ter gozado um caminhão de porra dentro de mim, que quando me sentei, senti minha calça toda melada, vazando porra pelo tecido.
Depois disso meu amigo, virou comedor assíduo da bundinha, da putinha dele.
Conto mais depois.
Beijão em todos.


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