Na estrada, tivemos que parar, pois havia um pessoal que estava trabalhando na pavimentação da BR. Ele disse que a camisa suada estava incomodando. Tirou. Fiquei encantado com aquele peitoral peludo, com alguns fios grisalhos, que iam até o limite de sua cintura. Fiquei louco pra saber se mais em baixo seria peludo também. A fila na estrada andou e tomamos rumo. Percebi que, a todo momento, ele dava uma coçadinha no peito e acariciava o mamilo. Fiquei matutando se aquilo era algum tipo de sinal. Ele parecia ser um cara bem parrudo mesmo, e fiquei com frio na barriga. Já passei por situação igual, mas todo mundo sabe que não é fácil. Mas aquilo foi me dando tanto tesão, que não aguentei. Eu disse “TA COÇANDO MUITO”, e quando dei por mim, estava passando a mão em seu peito, e apertando seu mamilo. Ele disse “POIS É...MUITO PELO SÓ DÁ COCEIRA”. Então ficou nisso. Não houve mais nada. Um tempinho depois, ele entrou numa curva que dava pro pátio de um posto de gasolina. O posto estava fechado, só havia umas outras 3 carretas no pátio. Ele estacionou e disse “TODO LUGAR QUE É CHEIO DE PÊLOS DÁ COCEIRA. COÇA AQUI PRA MIM!”. Quando vi, ele estava com a mão sobre seu short, que já havia um volume. Não disse nada. Apena coloquei minha mão sobre a dele, alisei e depois tirei do caminho, abri o velcro, enfiei minha mão, e tirei aquela rola pra fora. Tinha uns 18cm e grossa. Comecei os movimentos pra cimae pra baixo, devagar. Era uma região peluda também, quase não se via o saco. Mas não fiz frescura, e caí de boca naquele saco peludo. Quase engoli as bolas, e ele gemia de satisfação. Ele perguntou “NÃO TE INCOMODA ESSE TANTO DE PÊLO?”, e eu respondi “QUE NADA....EU ADORO!”.
Daí ele segurou minha cabeça e levou minha boca em direção a rola grossa dele. Engoli de primeira. Engasguei, mamei direitinho, deixei ele todo babado e lubrificado, pois eu não podia perder a oportunidade de sentir aquele coroa suado em cima de mim. Perguntei se ele podia me fuder. Ele abriu o porta-luva e tirou uma camisinha de lá. Eu nunca fui fã de transar em qualquer tipo de veículo, mas eu estava muito afim. Deitei de costas pra ele enquanto ele colocava a camisinha. Ele deu um tapa na minha bunda, abriu ela, deixando meu buraquinho bem exposto, cuspiu e dedilhou um pouco, até eu sentir aquele pau roçando meu rêgo. Por fim, me senti sendo rasgado por um pedaço de madeira. Não imaginei que doeria tanto, mas consegui aguentar. Depois de conseguir guardar aquela rola toda dentro de mim, ele se deitou em cima de mim, e começou a bombar no meu cuzinho, com força, como se fosse tirar petróleo de lá. Eu gemia e gemia. Quando ele viu que meu gemido estava ficando mais alto, ele tapou minha boca com a mão. E as estocadas continuaram. Ele começou a beijar e fungar no meu pescoço, e as estocadas ficaram mais rápidas. Disse a ele que eu queria na boquinha. “ENTÃO TOMA”, disse ele, e saiu de cima de mim, tirou a camisinha, me virei pra sugar o leitinho melhor, e ele começou uma punheta rápida na minha cara. Só senti aqueles jatos quentes atingindo minha cara toda. Mamei mais um pouquinho a rola dele e depois ele limpou minha cara com a mão e me fez lamber ela. Não gosto de desperdício. Ele nem se limpou, já funcionou o caminhão e fomos embora. Ele estava dirigindo só de cueca. Fui o resto do caminho sentado bem do lado dele, alisando a cueca dele, lambendo os mamilos dele e vendo o pau dele endurecer de novo. Mas infelizmente não dava tempo de outra foda. Ele parou o mais próximo da minha casa e, antes de descer, ele me chamou para um beijo bem molhado. E eu não tirava a mão daqueles peitos peludos dele. Nos despedimos e segui rumo a minha casa. Chegando lá, já fui direto pro banheiro e bati uma deliciosamente. Dormi feliz.