De economista a prostituta profissional VI

Por: carlos-218 • 13/07/2026 • 49764 leituras
Capa do conto

Até à reabertura do bar a vida da Mary era a seguinte: de manhã fazia domicílios em casa de clientes das massagens. A partir das três da tarde e até à oito horas trabalhava na casa das massagens e passou a se chamada quase todas as noites pelos hotéis. Descansava aos sábados e domingos, excepto se fosse chamada pelos hotéis.
Num sábado a Mary foi chamada para um hotel porque um cliente canadiano queria uma acompanhante para ir jantar ao Casino do Estoril e depois ir para a sala de jogo. Quando a Mary me disse isso eu fiquei muito calado e só lhe disse que nessa noite também eu tinha um serviço. Ela saiu e eu saí logo de seguida. Também eu tinha sido chamado pelo mesmo hotel para levar e esperar um cliente estrangeiro que queria ir jantar ao Estoril. Seria muita coincidência se não fosse o mesmo cliente mas não disse nada à Mary para ser surpresa. Quando cheguei ao hotel, pedi para chamarem o cliente e responderam-me que ele tinha descido para o bar e não devia tardar. Passado meia-hora chegaram. O cliente e a Mary. Ela estava linda e vestida com muita classe. Quando me viu fez um sorriso e disse: Olá. Sentou-se atrás com o cliente deram a mão e sentaram-se muito próximos. Como sabia que não tinham tido tempo de subir ao quarto calculei que tivesse havido avanços no bar e pela conversa deles não estava enganado. Falavam todo o tempo fazendo algumas pausas para se beijarem em longos linguados e via pelo espelho ele sempre apalpando e mexendo. A certa altura só ele falava dizendo-lhe coisas lindas e amorosa enquanto a Mary o chupava. Já tinha visto a Mary chupar vários homens no bar mas ali no ambiente do carro fez-me um enorme tesão. Quando os clientes faziam isso com outra miúdas eu já ficava cheio de tesão agora imaginem sendo com a minha mulher e ainda por cima aquilo foi até ao fim e ele gozou na boca dela dando autênticos urros e chamando-lhe bitch que significa vagabunda, cadela ou puta. Julguei que me vinha durante a condução e acho que alguma coisa jorrou. Deixei-os no Casino, ele disse para eu ir jantar e para jantar bem que ele pagava. Pediu para esperar por eles entre as duas e as três da manhã. Fiquei em tal estado de tesão que jantei qualquer coisa e fui directo a um bar de alterne que conheço em Cascais, escolhi uma miúda e fomos para um motel. Eu estava num estado de tesão que tudo foi muito bom e gozei duas vezes uma na boca dela e outra no cúzinho. Resolvi imitar o outro, também dei urro e só lhe chamava bitch.
Fui busca-los e apareceram pouco passava das 2 da manhã. Vinham os dois bem bebidos, ele principalmente, a Mary sabe-se defender e controla-se muito bem. Ele vinha eufórico, dizia que ela lhe tinha dado sorte e que por isso lhe queria dar um bom presente e que quando chegassem ao quarto iam pedir uma garrafa de champagne francês da melhor marca. No carro ele começou logo a despi-la. A Mary, muito safada e já os dois despidos, deixou cair o soutien para o banco da frente nitidamente para me provocar. Quando me virei para trás para lhe entregar já estava ao colo dele a ser fodida. Ao contrário do que costuma fazer e sempre para me picar também ela dava gritos bem alto e ambos diziam palavrões em inglês. Então ele falou comigo para me pedir para eu ir devagar e pelo caminho mais longe. Disse-lhe que se ele quisesse eu podia parar num sítio seguro. Respondeu que gostava mais em movimento. Sem exagero eu ouvia socar, urros e gritos durante mais de meia hora. Voltei a ficar louco de tesão. Ver peloespelho a Mary a ser fodida e a emitirem aqueles sons deixaram-me em delírio. Deixaram cair qualquer coisa e pediram-me para acender a luz de trás. Ainda fiquei com mais tesão. Que loucura.
Quando os deixei no hotel deu-me uma gratificação louca. Explicou que era assim porque tinha ganho muito dinheiro no Casino e porque eu tinha sido um gajo porreiro. Agradeci, disse boa noite a senhora (Mary) e vi-os entrarem no hotel muito agarradinhos.
Fui para casa cheio de tesão e não sabendo a que horas a Mary voltava. E quando chegou já era de manhã.
Fodemos, fodemos, fodemos como faz tempo não acontecia com tanto vigor. Os dois tivemos a mesma ideia, ela gritava e eu dava urros como o canadiano. Soube nessa altura que no carro ele até ao cú lhe foi coisa de que nem me apercebi. A Mary disse-me que o canadiano tinha uma enorme resistência. À ida para o Estoril gozou na boca dela. No regresso a Lisboa veio-se no cú dela. Já no Hotel e depois de duas garrafas de champagne veio-se duas vezes a fodê-la e uma na boca. A Mary diz que foi uma noite em que gozou muito até por tudo ter começado na presença dele dentro da limousine.
Além disso nunca tinha ganho tanto dinheiro. Nem vou dizer quanto.
Preparo a continuação

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