De quatro na frente de um estranho!

Por: tiota-enas-1 08/07/2026 305372 leituras
Capa do conto
Ela caminhava distraída pela trilha do parque no fim da tarde, o sol baixo batendo nas árvores e deixando tudo dourado. A calça larga de moletom cinza abraçava as coxas grossas dela de um jeito que, quando se mexia, o tecido esticava e marcava cada curva. A bunda era grande, empinada, daquelas que chamam atenção sem esforço. De repente, algo no chão chamou a atenção dela – uma flor estranha ou talvez só uma pedra brilhante. Sem pensar, ela se abaixou bem fundo, joelhos quase no chão, a bunda projetada pra trás como se estivesse oferecendo.
O tecido da calça esticou tanto que a marca da calcinha fio-dental ficou evidente, o contorno da bunda redonda e carnuda aparecendo inteiro. Ela ficou assim uns bons segundos, a posição deixando a buceta pressionada contra o pano, já sentindo um calor subir.
Quando se levantou e virou, o coração quase parou. Um cara estava a poucos metros atrás, caminhando devagar, os olhos vidrados direto na bunda dela. Ele era alto, moreno, barba por fazer, corpo forte de quem malha. Passou a língua nos lábios devagar, como se estivesse saboreando a visão. Mesmo quando cruzou com ela, o olhar não desviou. Ficou encarando, o volume na calça dele já marcando uma pica dura.
Ela sentiu um choque. Assustada no começo, mas logo veio aquela onda quente entre as pernas. A xoxota latejou, dolorida de tesão do nada. "Porra, ele tava olhando mesmo...", pensou, as bochechas queimando. Continuou andando, mas as pernas tremiam. A buceta molhava rápido, o mel escorrendo e molhando a calcinha.
Ele não desistiu. Virou e seguiu ela, mantendo distância curta. Ela olhava por cima do ombro e via ele ajustando o pau na calça. O parque estava vazio naquele trecho, árvores densas dos lados. O tesão dela cresceu tanto que a calcinha já estava encharcada.
Ele se aproximou mais.
- Ei... você sabe que tem uma bunda que não dá pra ignorar, né? - disse ele com voz rouca, quase um sussurro.
Ela parou, o coração martelando. Virou devagar, os mamilos duros marcando a blusa fina.
- Você tava me olhando muito, hein... - respondeu ela, a voz saindo baixa, excitada.
- Olhando? Eu tava imaginando enfiar minha pica bem fundo nessa buceta que você tava mostrando de quatro pra mim. - Ele chegou mais perto, o cheiro dele de homem suado misturando com o perfume dela. - Vi a marca da calcinha apertando essa bunda gorda. Tá molhada já, não tá?
Ela mordeu o lábio. A buceta contraiu só de ouvir. Sem responder com palavras, ela virou de costas de novo e se abaixou um pouco, empinando a bunda pra ele ver melhor.
- Então olha direito agora... - murmurou.
Ele não esperou. A mão grande agarrou uma nádega por cima da calça, apertando forte, os dedos afundando na carne macia.
- Caralho, que bunda gostosa. Tira essa calça, vai. Quero ver essa buceta brilhando.
Ela obedeceu rápido, puxando a calça e a calcinha pra baixo num só movimento. O ar fresco bateu na buceta depilada, inchada, os lábios grandes molhados de tesão. O grelinho tava duro, latejando. Ele se ajoelhou atrás dela, ainda de quatro no gramado escondido, e abriu as nádegas com as duas mãos.
- Olha esse cu piscando... e essa buceta pingando. Tá cheirando a safada no cio. - Ele lambeu devagar, da buceta até o cu, a língua quente e áspera passando no grelinho.
Ela gemeu alto.
- Aaaahhh... porra, que língua gostosa... lambe mais, vai...
Ele chupou com fome, sugando o mel da buceta, enfiando a língua dentro, depois subindo pro cu e rodando em volta do anel apertado. Os gemidos dela ficaram desesperados, o corpo tremendo.
- Hummm... delícia... come minha buceta com a boca... ai meu deus...
Ele levantou, abriu a calça e tirou uma pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Bateu com ela nas nádegas dela.
- Quer essa pica, vadia? Fala.
- Quero... enfia logo nessa buceta molhada... me fode de quatro mesmo...
Ele posicionou a cabeça na entrada da buceta e empurrou devagar no começo, sentindo o calor apertado engolir ele. Depois meteu tudo de uma vez, as bolas batendo no grelinho.
- Aaaaiiiiii porraaa... que pica grossa... tá me abrindo toda... - gritou ela, a voz rouca de prazer.
Ele segurou os quadris e começou a meter forte, o som de pele contra pele ecoando. Ploc ploc ploc. A buceta dela esguichava a cada estocada, mel escorrendo pelas coxas.
- Toma essa pica, sua puta... que buceta gulosa, apertando meu pau... - rosnava ele, dando tapas na bunda que deixavam marcas vermelhas.
Ela rebolava de volta, empinando mais, sentindo cada veia da pica roçando dentro.
- Mais forte... me arromba... ai ai ai... tô gozando... aaahhhhhh!!!
O primeiro orgasmo dela veio forte, a buceta pulsando, espremendo a pica dele. Ele não parou, continuou metendo enquanto ela tremia.
Eles trocaram de posição várias vezes. Ela chupou ele de joelhos, babando na pica grossa, engolindo até a garganta, lágrimas nos olhos de tanto esforço.
- Engole mais fundo, safada... isso... que boca quente...
Depois ele deitou ela de lado, levantou uma perna e meteu de novo, os dedos no grelinho esfregando rápido. Os gemidos viraram gritos.
- Tá me matando de prazer... essa pica tá batendo no fundo... hummmm porra...
O sol já tinha quase sumido quando ele a colocou de quatro de novo, o jeito que tudo começou. Metia com força bruta agora, segurando o cabelo dela como rédea.
- Vou encher essa buceta de porra... tá pronta?
- Enche... goza dentro... quero sentir quente...
Ele acelerou, as bolas apertadas, e explodiu. Jatos grossos de sêmen quente jorraram fundo na buceta dela, enchendo até transbordar. Ela gozou junto, o corpo convulsionando.
- Aaaaiii... tá me enchendo... que porra quente... delícia...
Ele tirou a pica devagar, vendo a buceta piscar e escorrer sêmen branco misturado com mel. Mas o tesão não acabou. A bunda dela ainda tava empinada, o cu piscando.
- Agora quero esse cu... - disse ele, batendo a pica ainda dura nas nádegas.
Ela hesitou um segundo, mas o tesão falou mais alto.
- Vai devagar... tá apertado...
Ele cuspiu na mão, passou no cu dela e na cabeça da pica, depois pressionou. O cu resistiu no começo, doendo.
- Aaaai... dói... mas continua... - gemeu ela.
Ele empurrou mais, a cabeça entrando com um pop. Ela gritou.
- Porraaa... tá me rasgando... aaaahhh...
Mas o prazer veio junto. Ele meteu centímetro por centímetro até enterrar tudo. O cu dela apertava tanto que ele gemia também.
- Que cu virgem gostoso... tá me espremendo a pica... - Ele começou a mover devagar, depois mais rápido.
A dor misturava com prazer insano. Ela rebolava, suando, o corpo todo tremendo.
- Mais... fode meu cu... ai ai ai... tá tão fundo... vou gozar de novo...
Os gemidos ficaram desesperados. Ele metia forte, as bolas batendo na buceta cheia de porra. Ela esfregava o grelinho com a mão, gozando loucamente com o pau no cu.
- Tô gozando pelo cu... aaaahhhhh porraaa... não para...
Ele segurou os ombros dela e acelerou.
- Vou gozar nesse cu também...
- Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar... to te avisando... aaaaiii... mas não tira... continua metendo...
Ele não aguentou e explodiu. Jatos quentes de porra encheram o intestino dela. O prazer foi tão forte que o corpo dela relaxou demais.
Ele tirou a pica devagar. Assim que a cabeça saiu, ela rebolou forte, gemendo alto.
- Aaaahhh... tá saindo... porra...
E saiu mesmo. O cu piscou e expeliu uma mistura grossa de sêmen branco com fezes moles, escorrendo pelas coxas dela. Ela tremia de vergonha e prazer ao mesmo tempo, rebolando devagar enquanto o resto saía.
- Olha o que você fez... me fez cagar com a porra no cu... que safadeza... - murmurou ela, ainda excitada.
Ele sorriu, passando a mão na bunda suja dela.
- Gostosa pra caralho... vamos limpar e repetir?
O parque estava escuro agora, mas o tesão dos dois só aumentava.

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