De repente no shopping

Por: marcos-124 • 10/07/2026 • 208099 leituras
Capa do conto
Tinha andado comportado e rodava devagar de carro indo para o trabalho, mas aí o diabo atacou e, então, veio àquela vontade de segurar caralhos, ficar sob um macho vibrante dar a bunda gemendo alto... Vi um shopping, entrei e estacionei o carro e comecei a descer os andares com todos os sensores em alerta, ligado e paquerando.

Como não havia nada em vista nos corredores e nas escadas rolantes, resolvi dar um rolé nos banheiros. No segundo que entrei reparei um rapaz que, visivelmente, fingia que mijava. Era alto, bem vestido e simpático, mas parece q eu não agradei, pois ele foi para a pia lavar a mão, me encarou pelo espelho e saiu.

Imediatamente entrou outro homem, parou no mictório bem ao lado do meu, botou a pica para fora e mostrou pra mim, estávamos sozinhos no banheiro. Era um caralho mais para pequeno, mas grosso e com a cabecinha dilatada e lindos parecendo os cacetes dos livrinhos de sacanagem desenhados da minha juventude. Estava no auge da minha recaída viadeira, não esperei convite e segurei aquela geba já começando a endurecer.

Ficamos de pé, um na frente do outro e eu tocando uma punheta devagar no pau dela. Meu desejo ficou incontrolável e morri de vontade de ficar um pouco a sós com ele e só havia uma cabine de privada. Perguntei:

-Quer entrar comigo?

Ele concordou muito preocupado.

- Entra você e me espera.

Falou rápido, indo para a pia a fingir que lavava a mão. Entrei e assumi logo a posição de chupar, sentado na tampa do vaso e com a cabeça na altura da braguilha de quem fica de pé na frente. Parece que logo depois entrou alguém, pois fiquei um certo tempo aguardando Ouvi quando ele abriu a bica e esperou ate o tal sujeito que entrou sair e fechar a porta. Ele correu para a cabine e entrou.

Tinha cerca de uns 30 anos, era baixo, de aliança de casado e vestia uma camisa com logomarca no bolso. Estava nervoso e preocupado e fez sinal com o dedo na boca para eu não falar nada. Voltou a botar o pau para fora e se tocar parado na minha frente. Por gestos, mandou-me segurar e botar na boca. Apenas sorri e obedeci. E comecei a chupar aquele cabeção delicioso, deslizando com os lábios pelo corpinho todo ate bota-lo inteiro na boca e surpreso com o tamanho e a dureza . Sua cara mostrava que ele estava adorando e segurou minha cabeça pelas orelhas , começando a foder a minha boca .
É impressionante como existem homens que só procurem quem os chupe, já notaram?

E assim, ele empurrava o caralho inteiro chegando a tocar a minha garganta. Eu tirava rápido, pois qualquer coisa que fique por certo tempo me tocando a garganta me dá ânsias. Não é preciso dizer que amei aquela oportunidade de ver, sentir e chupar uma boa pica como tinha tempo que não fazia.
Gostei do sujeito e tentei saber seu telefone, mas durante a felação ele não deu uma palavra. Juro que quase perdi o controle com a vontade de senti-lo me penetrando com aquela cabeça grande, dilatando meu cu aos poucos, pois acho esta parte do coito anal a mais gostosa. Senti vontade de levantar depressa, arriar a calça e aproveitar que ele já estava com a pica toda babada da minha boca e o deixar gozar dentro de mim. Ele continuou a foder minha boca estocando ate o fundo e voltando rápido. E eu preocupado tentando sentir a hora de parar antes de vir a esporrada, mas não deu. Ele me surpreendeu ao gozar muito rápido e silenciosamente.

Só percebi que ele havia esporrado quando senti na língua aquele gostinho salgadinho e característico de leite de pica. Só me restou espremer o pau dele e engolir tudo bem rápido. Ele imediatamente tirou o caralho da minha boca, enxugou com papel higiênico, botou pra dentro da calça e saiu apressado da cabine.

Aguardei mais um pouco e sai também. Não havia ninguém no banheiro, por sorte. Ainda tentei encontra-lo nos corredores, mas ele desvaneceu-se como por mágica. Veio-me logo o sentimento de culpa e medo pelo ocorrido, mas depois pensei e analisei o ocorrido. Pelos cuidados e preocupação, me pareceu que ele não estava acostumado a transar com homens. Tive a impressão de ter encontrado, talvez, um cara como eu, casado e com inclinações homossexuais e sem grandes oportunidades de satisfazer o lado bi. Com a oportunidade, a gozada na boca foi o mais rápido e menos comprometedor para ele, acho...
Bem, no final nada de ruim aconteceu. Foi uma experiência boa, cercada de paquera, mistério e desafios ao status do local. Pena que só pude gozar tocando uma punheta no escritório

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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