De São Paulo a Ribeirão, fui mamando um enorme cacetão!!!

Por: gabriel-39 • 09/07/2026 • 489700 leituras
Capa do conto
Fui visitar a minha tia Eunice, imã mais nova da minha mãe, que quando nasci ela tinha 12 anos de idade e a minha mãe tinha 16 anos, naquela época as mulheres casavam e tinham filhos e filhas muito cedo. Chegando na rodoviária do Terminal Tietê, para pegar o ônibus leito cama às dez horas da noite, dentre os passageiros que aguardavam para embarcar, eu vi um casal ainda novo e o rapaz não tirava os olhos de cima de mim, ele abraçava a esposa e ficava me olhando, me desejando. Eu calçava um par de sandálias gladiadoras de se amarrar nas pernas até os joelhos e vestia um ousado vestidão comprido até os pés, com um detalhe, uma abertura que ia até quase os meus quadris, ele estava vidrado de tesão nas minhas coxas, confesso que também fiquei molhadinha com a minha boceta melando o fundo da minha minúscula calcinha fio dental bege. Eu estava muito perfumada, com os lábios com batom vermelho, esmalte também vermelho nas unhas, me fazendo me sentir muito gostosa e muito tesuda.


O jovem casal, abraçados, se beijavam, com ele a acariciando nas costas, no bumbum dela, levemente nos seios, mas, ele me olhava me tarando como estivesse me desejando muito, chegando a passar a língua entre os seus lábios, eu fingia nada ver, deviam ter 30 e 28 anos, muito novos, mas, os dois usavam alianças nos dedos das suas mãos esquerdas. Chegou o momento do embarque e foi aí que vi que somente ele embarcaria. A minha poltrona estava localizada nos fundos do ônibus e ele se sentou pelo meio. O ônibus saiu e não demorou ele se levantou e foi no bar, nos fundos, onde tinha água, refrigerantes e café. Eu ocupava uma vaga com duas poltronas e quando dei por mim, ele estava ao meu lado me oferecendo um cafezinho, aceitei na hora! Meu vestido tinha se aberto todo, minhas coxas a mostra, ele as elogio9u e perguntou se poderia tocá-la, eu disse que sim. Ele se sentou na poltrona do lado do corredor, tocou.


Havia uma mulher, loira, alta, magra, dos seus quarenta anos de idade, na poltrona ao lado, de fileira única, ela nos olhava. Logo ele estava me acariciando nas coxas por dentro, me tocando a boceta sobre o fino tecido da minha calcinha fio dental, que tesão que me deu! Com ele me beijando a boca com gosto de café, abri, escancarei as pernas e pedi que apertasse a minha boceta, lábios contra lábios, eu adoro ser apertada na boceta dessa maneira, dei um suspiro e um gemido mais alto, que tesão! Olhei para mulher, ela se tocava nos seios e ao olhar para ela, ela sorriu, estiquei a mão para ela e ela apertou com força. O ônibus rodava na Marginal Tietê sentido Via Anhanguera, com o Bruno me chupando os seios, acariciando as minhas coxas, enfiando dois, três dedos na minha boceta; eu a puxei e a fiz colocar o pé direito na minha poltrona, a puxei para baixo, ela encostou a boceta muito peluda, mas, muito perfumada na minha boca, afastei para o lado sua calcinha bem cavada e chupei, abocanhei e linguei muito os seus enormes lábios da boceta e seu grelo, ela se tremia e vibrava inteira com o Bruno me chupando a boceta e meu cu, que delícia de homem chupador que enfiava dois dedos no meu cu e dois no cu da Antônia.


Ele me chupava muito gostoso, enquanto eu “finstava” a Antônia com quatro, cinco dedos em concha na sua peluda boceta, perfumadíssima! Até que eu e depois ela, passamos a cavalgar o pau delicioso do Bruno, apesar que o espaço era muito apertado, porque éramos duas mulheres altas. Quando o Bruno falou que ia gozar, depois de meter muito em mim e na Antônia, nós duas ficamos chupando seu pau, até ele gozar muito gostoso em nossas línguas e bocas, uma delícia! Amo porra na boca. Para ficarmos nos beijando, chupando as nossas línguas com a porra do Bruno. Em seguida, enquanto o Bruno, que tinha um belo catão, se recuperava, eu e a Antônia, que era uma bela mulher bi, fomos nos chupar muito gostosamente, gozando e mijando uma na boca da outra, molhando com as nossas urinas o assoalho do corredor do ônibus. Fomos desse jeito até Ribeirão Preto. Trocamos nossos WhatsAAp e quando chegamos, nos despedimos do Bruno e ela me apresentou ao marido que a esperava e que tinha a maior cara de corno bem chifrudo e educadinho!

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