De volta

Por: landa-ennea-1 14/07/2026 79066 leituras
Capa do conto
Hoje tenho 43 anos. Já fui casado com mulher por duas vezes, mas na minha adolescência eu fui iniciado por um amigo de meu irmão mais velho e fui fêmea dele por três anos, tudo na encolhae nunca me esqueci disso. Tanto que, depois de separado de meu segundo casamento, a vontade de ter um macho me voltou à cabeça e me levou a um chat, onde conheci um cara. Tomei coragem e marquei com ele em minha casa. Antes de tudo, conversamos muito por email e disse a ele de minha história com homem e do tesão que sinto nos peitinhos. Sempre fui gordinho e meus peitinhos são sensíveis. Tenho aparência de macho, mas se me bolem os peitinhos eu me transformo. Quando nos encontramos em minha casa, eu ainda muito sem jeito, venci a vergonha. Ele assim que chegou me pediu para ir ao banheiro mijar. Eu o levei ao banheio e conversando vi a pica dele.Ele era negro, menor que eu e uma pica na medida. Riu de mim quando me pegou olhando para sua pica. Eu ri sem jeito de volta e voltamos para sala. Ele se despiu e disse: Então, vamos brincar um pouco? Eu só tirei a calça e a cueca e permaneci com minha camisa, ainda com vergonha de meu prazer pelos peitinhos. Peguei em sua pica e comecei a chupá-lo. Chupava com vontade, enfiava tudo na boca, enquanto suas mãos desciam pelos meus peitos, abrindo minha blusa e me beliscando os mamilos. Parei de chupar, olhei nos olhos dele, eu estava sentado no chão e ele de pé. Eu ensinei a ele como gosto de ser bolinado nos peitinhos e disse que queria sentir ele gozando em minha boca. Voltei a chupar e ele começou a me alisar com delicadeza e, aos poucos, a foder minha boca. E lá estava eu, sentado no chão de minha sala, o cara me pegando pela cabeça, me fodendo a boca demoradamente e dizendo: cara, eu vou demorar.... e fodia... cara você vai engolir tudo... e fodia... até que gozou tudo, lá dentro da garganta. Eu engoli, matei minha saudade... e continuei chupando e disse meio que em transe: como é bom chupar uma pica! Ele riu. Estávamos suados. Houve silêncio. Ele sentou no sofá e eu ainda no chão, com a camisa aberta, meus peitinhos à mostra. Ele me perguntou: e aí, vai me dar esse cuzão? Eu fiquei em silêncio, num misto de vergonha e excitação. Eu não havia gozado ainda. Tomei coragem e pedi que ele me chupasse os peitinhos. Era estranho, eu estava com vergonha, mas ao mesmo tempo me sentia bem putinha mesmo. Ensinei a ele como gosto de ser chupado nos peitinhos. Ele sugou, lambeu muito... mas... sei lá... sentia ele tímido... talvez por eu ser maior que ele... e enquanto ele me chupava e eu estava muito excitado, falei baixinho em seu ouvido que adorava o jeito que ele estava me chupando... ele ria... peguei em seu pau que voltou a ficar duro. Segurei sua cabeça enquanto ele me lambia o mamilo e disse: eu quero dar pra você, sim, mas posso pedir uma coisa? Ele respondeu sem tirar a boca de meu mamilo... E eu disse... depois de alguns instantes para tomar coragem: me come, com jeitinho, mas... me xinga com carinho!Me chama de viado, de fêmea, de puta, me deixa com vergonha... Ele continuava chupando meu peitinho e rindo de mim ao mesmo tempo. Até que ele disse: então vira esse cuzão, meu viadinho, que eu vou te comer gostoso. Eu me levantei do sofá, peguei o ky. Não sei de onde tirei coragem de virar a bunda pra ele, eu de pé e ele sentado. Eu mesmo lubrifiquei meu cu bem na frente dele, me ajoelhei e voltei a chupa-lo. Ele se desinibiu: chupa, viadão, cupa minha rola, deixa ela bem dura... Até que ele se levantou e disse pra eu ficar na mesma posição, de joelhos no chão e debruçado sobre o sofá. Pedi que passasse muito ky na pica... ele riu. Eu fiquei ali... ainda com vergonha, mas soltando o cu à espera dele... Senti ele chegando e forçando a caceça dura na entrada de meu cu. Ele voltou a ficar em silêncio, e forçava. Meu cu foi se abrindo... a cabeça passando... e eu percebi que ele estava em silêncio...Pus minha mão para trás... peguei nas mãos dele e puxei para meus peitinho... e pedi não sei como: meu xinga... vai... me xinga. Eu estava já com metade da pica dele enfiada, nervoso... com vergonha. Ele riu e disse enfiando o resto da pica: solta esse cuzão, meu viadinho, solta! E se debruçou sobre mim enfiando até o talo. Eu soltei todo o cu, venci a dor e a vergonha, gemi grave e senti a pica toda lá dentro. No que eu gemi, ele me mordei de leve a nuca, riu e disse: pronto, meu viadinho, agora você é todo meu!Eu abria meu cu ao máximo e em seguida apertava aquela pica dentro de mim. Ele parado, engatado, apertando meus mamilos. Eu disse: não para de me xingar. Ele começou a foder devagar e meu cu começou a esquentar, parecia que ele me puxava por dentro e eu pisca o cu e ele dizia: isso viado, pisca o cu, viadão! E socava gostoso debruçado sobre mim, falando em meu ouvido, me chamando de puta, de sua puta, e eu gemendo. Me comeu muito assim. Até que eu pedi para me virar e ele me chupar os peitinho enquanto ele me fodesse de frente. Minha pica endureceu somente dessa forma. Ele ria, chupava meus peitos e me olhava nos olhos: viadão gostoso, ele dizia, é minha puta. é?e voltava a chupar meus peitos. Foi assim até ele gozar de novo. Deixou a pica dentro enquanto eu me masturbei até gozar piscando na pica dele. Fiquei morrendo de vergonha após o gozo. Ficamos os dois em silêncio por alguns instantes. Até que eu quebrei o gelo: é muito bom dar a bunda, eu disse sentindo ainda meu cu aberto, quente e melado. Nos vestimos e saímos até a lanchonete perto de minha casa. Tomamos um suco conversando sobre qualquer coisa, menos sobre sexo. Eu me sentia todo aberto e melado pela rua ao lado dele, ainda ardendo, quente, como um segredo só nosso. Teve uma hora que eu disse isso a ele. Ele riu e perguntou: vai querer repetir? Eu disse: cara, eu quer seu seu viadão na encolha, fica afim? Nos encontramos semanalmente por quase um ano e eu fui me soltando cada vez mais, a ponto de esperar por ele de calcinha em minha casa...

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