- Toma seu diploma doutora, goza nele vagabunda.... goza piranha....
Metia e depois tirava e batia com ele em meu rosto, não doia, mas era mais pra humilhar e voltava a me fuder com ele, seu irmão q me segurava ajeitou a vara e meteu no meu cuzinho, sem soltar minhas pernas, meu padrinho tirou a roupa e veio na frente e penetrou minha xoxota, a pica dele abria a boca da minha xoxota ate o limite. Os dois socavam dentro de mim sem parar, sentia pica deles batendo uma na outra dentro de mim, ate q gozaram.
Foi assim as duas semanas, so me deixaram em paz no final porque eu tinha prova e precisava estudar.
O tempo passou e toda vez q meu padrinho comia meu cuzinho na cama e eu chorava, ele dizia q era pra meu bem, que tive muita sorte na vida. Eu queria voltar pra roça, mas minha ambição não deixava.
Quando me formei, meu padrinho montou um escritório pra mim e assim comecei minha carreira profissional.
Meu padrinho já não tinha aquele vigor de antes e então eu fazia o q queria com ele na cama. Uma vez meti um frasco de shampoo no rabo dele e punhetei sua rola grossa, ele gemia de dor e prazer... quando reclamava eu batia nele, estava velho e tinha q me obedecer...
Trazia homens pra me fuder em casa, na cama dele e com ele sentado em uma poltrona vendo a foda toda, sem poder se tocar, porque amarrava suas mãos no braço da poltrona.
Quando iam gozar em mim, pedia pros caras por a rola na boca dele e socar em sua garganta ate gozar. Ele me obedecia ou apanhava.
As vezes dava pra ele viagra pra me fuder sem parar. Vivemos mais alguns anos assim, ate q ele se foi depois q o fiz gozar a noite toda, contratei tres putas e elas fizeram ele gozar a noite toda. De manhã o coração não aguentou.
Fiquei com tudo dele, ele deixou no testamento.
Passou o tempo trouxe uma priminha do interior, queria dá pra ela tb uma educação como eu tive.
A seduzi e fiz dela minha afilhadadinha, chupo seus peitinhos brancos e sua bucetinha, depois coloco um pênis de borracha do tamanho do pênis do meu padrinho, bem grosso e penetro a xoxa dela pequena, a bichinha chora de dor, mas sussuro no seu ouvido
- É pro seu bem, querida!
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