Isso já faz tempo, e foi quando passei em meu primeiro concurso e fui morar em outro estado, MG. Fui morar em um local com algumas kitnet, um local bem organizado, e ocupado por gente solteiro, que trabalhava ou estudava. Eu trabalhava no horário da tarde, então estava em casa sempre no período da manhã, e normalmente ficava só no local, pois todos saiam. E eu sempre aproveitava para tomar sol em um local nos fundos onde tinha uma lavanderia comunitária, uma churrasqueira, uma ducha e espaço para tomar sol. Como eu ficava só, gostava sempre de pegar sol pelado, fazia ali uma depilação, esfoliação e coisas assim e tomava banho ali mesmo gelado antes de ir para o trabalho, normalmente fazia isso quando voltava da academia. Local pequeno, então conhecia todo mundo, pois estávamos sempre no churrasco e ali as fodas eram frequentes. Em um dia normal estava já pegando sol, enrolado apenas em toalha e raspava os pelos das pernas, pois em mim realmente não gosto de pelos, mas nos machos eu adoro, já havia raspados os pelos do peito (que são poucos, ainda bem), e quando estava terminando ouço pegadas e olho e vejo o Antônio chegando, e de imediato levo um susto por estar só de toalha e me raspando ali, e logo lhe peço desculpas por estar ali daquele jeito e digo que estava mais a vontade, pois sabia que ali nunca havia ninguém aquele horário e ele disse que estava de boa, e que como não teve aula pela manhã iria aproveitar para lavar umas roupas. E como queria depilar a bunda vi logo que seria impossível ali naquele local e já guardei o gel de barbear e o aparelho de depilar. Logo ele perguntou se não iria tomar banho e eu disse que como achava que estava só, eu estava nu, e ele numa naturalidade respondeu: qual o problema, somos homens, pode ficar pelado de boa, vou te olhar não... e riu. E Antônio devia saber que eu era gay, pois eu sempre levava homens para o meu quarto, mas nunca foi indelicado comigo sobre isso.
Antônio era um sujeito bem bronco, estudava agronomia, pois dizia que ira voltar para a roça dos pais e trabalhar na terra. Ele era baixo, gordinho, branquinho e bem peludo e tinha 19 anos, eu estava com 22 anos, muito estudioso e reservado.
Logo que colocou a roupa na máquina disse que iria em casa fazer um café, eu então aproveitei para depilar a bunda, saco e deixar tudo limpo para o final de semana. Quando ele voltou eu já estava tomando banho e lavando tudo e ele já veio de toalha e disse que também iria tomar banho, e sem cerimônia já tirou a toalha e ficou todo nu e pude ver um pauzão pesado e sacudo ainda mole, devia ter uns 16 cm mole de pau, com pelos. Ele logo já foi tomar banho e se deitou ali numa das cadeiras de sol que havia e ficou lá de pernas abertas, parecia que estava me oferecendo banana, e me disse que havia trazido café para nós dois e eu fui tomar. Ele então sentou-se e fomos conversando e tomando café, ele estava com pernas abertas e sem qualquer pudor, ali nu em minha frente, e eu enrolado na toalha. Ele então viu o barbeador e perguntou se eu gostava de depilar e eu disse que achava mais higiênico. E sem rodeios ele me perguntou: você depila a bunda também? E já foi abrindo mais as pernas e começou a ficar de pau duro e eu ri sem graça e disse que sim, e lhe perguntei se ele tinha algo contra, e ele logo respondeu: não, é que sempre ouvi dizer que quem limpa a casa é porque esta esperando visita e eu respondi que nem sempre. Ele então já de pau durão, grande e bem grosso e cabeção roxo perguntou se hoje eu não queria recebe-lo. E eu olhei para ele e disse: não sou de negar nada aos vizinhos. Ele então se aproximou e pediu para ver meu rabo e eu fiquei de 4 ali na cadeira de sol, e ele logo já chegou e começou a cheirar meu rabo, meu cu e começou a chupar, me fazendo gemer com sua língua. O moleque não era nada inexperiente, era caladão, mas sabia usar a língua. Ficou ali me linguando um tempo bom, e abria meu rabo, beijava minha bunda e metia o dedo (não gosto, mas deixei). Logo depois ele levantou-se e disse: agora esta preparado para receber visita e começou a esfregar a cabeça da rola no meu cuzinho e foi metendo só a cabeça e tirava e não parava de dizer: você quer receber toda a visita dentro, quer? E dava tapa em minha bunda e dizia: pede rola pede, você queria rola, eu sei que queria, pois foi depilar esse rabo para que? Diz-me, e eu disse: sim, estava mesmo doido para um kctão me comer, mas não sabia que seria hoje. Ele então me levantou, me apertou contra a parede e me deu um beijo bem gostoso e ficou apertando minha bunda. Ele então olhou bem para mim e perguntou: você quer dar para mim? Eu apenas olhei para ele e acenei com a cabeça afirmativamente e ele então começou a pegar suas coisas e disse para eu pegar as minhas coisas e depois pegou minha mão e foi me conduzindo para sua casa como se fossemos namorados.
Quando chegamos a sua casa, era tudo no lugar, bem limpo, e bem organizado, até fiquei com vergonha da minha bagunça, kkkk. Logo ele fechou a porta e me chamou para o quarto e deitou-se na cama e pediu: vem me chupar vem, vem deixar a rola lubrificada para depois você receber visita grossa vem, e eu comecei a passar a língua em sua rola que ainda esta durona, chupava a cabeça e apertava suas bolas grandes, passava a língua a volta da cabeça de sua rola e ficava olhando para ele que gemia e quando eu coloquei na boca o que foi possível, pois é bem grande, esse cara gemia alto e esticava as pernas e seu corpo tinha espasmos e logo ele pediu para sentar em sua rola, mas antes pegou um lubrificante ao lado da cama, passou na rola e disse: pode sentar, engole com o cuzinho esse cacetão, mostra que vc sabe tratar bem as visitas. Eu então subi e comecei a engolir sua rola, mas era muito grossa e comprida e realmente não iria ser fácil e ele todo paciente dizia: calma, tenha paciência que entra, e depois de toda dentro você só irá gemer e não irá querer tirar, mas mesmo com todo o empenho dele não consegui sentar no seu pau ele então perguntou se eu queria parar e eu disse que claro que não, passei mais lubrificante e ele então disse: deita aqui de ladinho que eu vou meter bem devagar, ele então passou o braço por baixo do meu pescoço, colocou a cabeça da rola de encontro com meu cuzinho, começou a me beijar e só pediu: empina o bumbum para eu entrar e foi colocando a rola bem devagar e apertava o seu corpo contra o meu, e metia e depois parou e me disse: viu, já estou todo dentro e esperou um tempo e depois começou a entrar e sair e não parava de beijar, passava sua barba no meu pescoço e me masturbava, e ficamos nisso uns trinta minutos até que ele disse que iria me engravidar com sua porra e jorrou bastante leite no meu cuzinho, e como o pau duro ainda dentro ele me punhetou até eu gozar. Fomos tomar banho e no banheiro ele ainda de pau duro deu mais umas bombadas no meu rabo mas logo fomos para a sala e conversamos um pouco e eu disse que tinha de ir para o trabalho, mas ele pediu para me comer mais um pouco e claro que eu não iria ofender o dono da casa, ele então passou mais lubrificante no pau, me colocou de 4 na beira da cama e começou a me comer com a mesma paciência e carinho da primeira vez, e quando entrou tudo e socou, e socou e eu pedi para ele me comer de frango e ele simplesmente foi me virando sem desengatar e logo já estava me socando novamente, me beijava, me masturbava, e chupava meus peitos. Logo eu já estava gozando e com as contrações do meu cuzinho ele disse que já estava quase gozando, e eu então pedi para ele me dar leite na boca e ele bem depressa e sem pensar muito tirou o pau no meu rabo e começou a se punhetar quase mijou na minha boca devido a quantidade de porra, e eu bebi tudo, uma porra grossa e doce e lhe disse: tenho de ir embora, nem vou precisar fazer almoço, pois vou ficar só no leite mesmo. Ele me levou até a porta, me beijou e pediu para eu passar em sua casa quando chegasse do trabalho. Claro que eu fui, e ele me comeu praticamente 2 anos sem parar, quase todos os dias ou eu dormia na casa dele ou ele na minha. Dei também para um primo dele que depois veio morar com ele, e então passei a dar para os dois, mas Antônio era o mais guloso, pois chegava a gozar duas vezes na mesma noite e pela manhã me comia mais uma vez antes de ir para a faculdade. E era ótimo, pois enquanto ele me comia eu ficava beijando ou chupando seu primo também pauzudo, e antes deles gozarem eu ficava apenas virando o rabo para um e depois o outro meter.
E foi isso o tempo em que passei em MG, tesão os mineiros comedores.
Dei para meu vizinho de 19 anos
Dei para meu vizinho de 19 anos
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