Conversamos um pouco e já nos beijamos, sem cerimônia. Ele disse que não podia demorar e nem fazer barulho, por conta do vizinho, então fomos pro quarto, trocamos mais beijos e carícias, partindo pros "finalmentes" sem muita enrolação. Não é a forma como costumo transar, mas nesse dia eu queria deixar rolar e só entrar na onda do outro.
A foda foi mais de um prazer psicológico, do que físico. Eu queria servir aquele homem. Chupei o pau grosso dele por um tempo e ele me disse que, pela idade, não poderia demorar ou perderia a ereção. Por isso, logo me pus de quatro e deixei que viesse meter. Ele pôs a camisinha, esfregou o pau no meu cu e já foi enfiando. Eu tirava e lubrificava para entrar melhor. Assim que o pau chegou a entrar todo em mim, ele passou a cutucar, firme. Ardia, mas eu queria aguentar e me entregar a um sexo mais bruto, mais cotidiano, me imaginando mulher e experimentando aquela forma de trepar.
Quando estava começando a ficar gostoso ele gozou, dando umas estocadas fortes em mim e me chamando de gostoso. Eu queria mais. Foi muito rápido. Tentei chupá-lo, mas ele disse que não conseguiria ter outra ereção. Pedi que ele colocasse a camisinha em dois dedos e me comesse com a mão. Gozei assim, sentindo leve desconforto atrás, dado o jeito mais bruto dele.
Fui trabalhar com uma sensação de satisfação por ter feito um homem gozar, mas de insatisfação por querer dar mais e melhor. Fiquei pensando nas diferenças em relação a outras pessoas que já dei, principalmente travestis. E aí a ideia veio e não parou de crescer: "hoje vou dar pra aquela gostosa".
Depois do trabalho fui ao centro da cidade e encontrei Alice, uma trans loira de cabelos chanel lisos, magrinha e super gostosa. Combinamos o programa e fui pro hotel. Eu queria foder pra valer e dar pra aquela travesti que eu via direto ao passar pela avenida.
O clima foi totalmente diferente. Ela era muito engraçada e gente boa. Demos várias risadas antes de trepar. E conforme ela foi tirando a roupa, eu fui sentindo um gelo na barriga e um tesão crescente. Quando a vi ali na minha frente, tirando a calcinha, aquele peito durinho e aquele pauzão grande apontando pra baixo, fiquei louco de tesão, a ponto de tremer.
Subi na cama e fiquei de quatro, pedindo que ela fosse devagar. Ela me deixou muito à vontade, fazendo brincadeiras e elogiando minha "bundona grande e gostosa". A sensação do pau dela tocando meu cu foi totalmente diferente: enquanto o coroa vinha na pressão e aspereza, ela vinha com suavidade, deslizando a cabeça macia na porta do meu rabo, brincando de entrar e sair. Quando começou a me penetrar, fechei os olhos pra sentir aquele pinto gostoso deslizando leve pra dentro de mim. O pau dela era mais fino, porém maior que o dele. Foi uma foda maravilhosa.
Ela me comeu de quatro, dizendo que meu cuzinho era quente e apertado, gostoso. O ajuste da rola dela dentro de mim era perfeito. Eu senti aquele pau centímetro por centímetro dentro do meu cu, liso e suave, macio e fundo. O tesão percorria meu corpo todo. Depois me fodeu de frente. Era maravilhoso olhar pra ela, acariciar seus seios enquanto o pau dela me invadia gostoso até o talo. Sentei nela com força. E ela gozou me fodendo de quatro novamente.
Pra finalizar, foi a minha vez. Peguei aquela mulher de quatro, de frente e em pé. O pau pendendo pra baixo, virei-a de frente pra parede e comecei a enfiar meu pinto naquele cu delicioso. Entrou macio, até o fundo, e soquei até não aguentar mais. Gozei e gozei muito, sentindo uma satisfação imensa.
Muito tempo depois eu me liguei que já conhecia Alice: ela foi a primeira trans com quem eu já transei, uma foda inesquecível que me fez gozar sem mexer no meu pau. Isso eu conto outro dia. Nunca mais vi o cara. A trans eu ainda vejo e desejo frequentemente. No outro dia eu bati uma punheta e gozei dentro do carro, concluindo que dar pros dois foi muito bom, mas pra ela foi maravilhoso. Gostaram? Votem e comentem. Beijos.