Deixei que um cão de rua me lamber

Por: luana-249 • 10/07/2026 • 239903 leituras
Capa do conto
Até hoje não sei bem como aconteceu...
Só sei que era tarde da noite e eu, uma portuguesa na casa dos vinte anos, tinha vontade de urinar, mas onde conseguir fazê-lo ás 4 da manhã em Lisboa a uma terça-feira?
Não tive outra opção senão ir a um canta escuro de um parque e tentar urinar sem ser vista. E assim fim, não tinha outro remédio.

Já estava quase a terminar quando aparece um cão, porte médio, visivelmente rafeiro e sujo.
Ficou imóvel, a olhar para mim, pensei inclusive que me fosse morder, e por esse motivo mantive-me imóvel.
Ele ora olhava para o meu rosto, ora para a minha vulva, enquanto se aproximava. Eu cheia de medo, sozinha ali na noite com um cão doido pronto a morder-me.
Mas aconteceu o oposto. Ele aproxima-se e eu mantenho-me imóvel, e ele aproveitou as minhas pernas abertas para cheirar.
O toque daquele focinho molhado e proibido arrepiou-me. Ele deu uma leve lambida e eu já fiquei sem medo e ativei o modo puta.
Afastei mais as pernas e ele pareceu ter entendido perfeitamente o recado, senti as suas lambidelas mais vigorosas e a minha cona cada vez mais molhada e pulsante.
Afastei os lábios com os dedos para facilitar aquele consolo e saboriei. Soube incrivelmente bem, porqque além da língua ser enorme e lamber tudo de uma vez, o que sabe a proibido é sempre o mais apetecido.

Não me lambeu o olho do cu com muita pena minha, mas pelo menos lambeu até eu conseguir vir-me. Passei uma toalhita, dei um carinho ao cão e segui caminho para casa.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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