DEIXOU MINHA CAMISA CHEIA DE PORRA

Por: marcos-omicron-1 11/07/2026 1236 leituras
Capa do conto
Seguranças. Já transei com dois. São bem putões e não enrolam. Este, o terceiro, manteve a tradição.

Desci do carro para pedir uma informação, pois o aplicativo estava fora de área. Um negro meio gordinho, peludo, devidamente uniformizado, que guardava uma obra semi-acabada numa quadra quase deserta me esclareceu como deveria fazer para sair daquele bairro.

Como já disse, os caras são putões. Me deu uma secada e apertou o cacete por cima da calça. Eu não iria perder a oportunidade. Devolvi a encarada e passei a língua nos lábios.

“Vem comigo!” – ele foi ligeiro. “Não podemos demorar, estou indo a um cliente!” – respondi.

Segui seus passos para dentro da construção. Paramos num cômodo praticamente pronto. Dentro, um colchão e uma estante improvisada.

O segurança tirou rapidamente a roupa e deitou-se já me oferecendo a rola. Fiquei peladinho e caí de boca. Uma pica preta, grossa e de médio tamanho ficou estalando de dura entre meus lábios. Era suculenta, gostosa.

“Deixa eu comer seu rabo!” – ele praticamente ordenou já me pondo de quatro. Encapou rapidamente a pica e passou cuspe em todo meu rego.

“Põe só na portinha... você me pegou de improviso!”

Ele encaixou uma cabecinha macia e deu o primeiro tranco. Meu tesão era tanto que dilatei bem mais rápido do que imaginava. Meu cuzinho praticamente engoliu sua glande.

O safado começou a me punhetar enquanto empurrava, de pouquinho em pouquinho, aquela pica morena pra dentro da minha bunda. Eu estava quase gozando.

Quando sentiu meu pau na iminência de latejar, tirou a pica do meu cu, me virou de frente e começou a me boquetar rapidamente. “Goza, goza na minha boca!” – foi sua única frase. O filho da puta chupava com maestria e engolia todinha minha rola. Não dava pra segurar. Dei uma leitada que foi parar no seu queixo.

“Agora é minha vez!” – concluiu!

Me colocou novamente de quatro, empinou bem minhas nádegas e enfiou a tora toda de uma vez. O tesão era tanto que me pus a rebolar em sua vara feito uma vadia. Aliás, eu me sentia uma perfeita biscate ali numa construção dando para aquele trabalhador atrevido e marrento.   

Meia dúzia de bombadas e o putão tirou a piroca da minha bunda na hora de gozar. Arrancou a camisinha e uns cinco jatos bem fartos de uma porra grossa, quente, cremosa foram lançados em minhas costas. Que delícia.

Quando me virei, o cara ainda deixou uma colherada de gala no chão.

Bem nessa hora, seu rádio o chamou. Alguém o procurava bem naquele momento.

“Estava atendendo um corretor. Já estou saindo!” – Falou apressadamente.

Quando perguntei se não havia um lugar para eu me limpar ele disse que “não” e pediu para eu sair logo atrás dele. Já estava trocado e deu linha.

Eu ali com as costas toda melada. Escorria até o rego.

Me vesti também correndo, sentindo a camisa empapada atrás.

Em frente à rua, ele conversava com um alguém dentro de uma van de uma empresa de segurança. Caminhei em direção ao meu carro o mais natural possível. Todavia, um tecido grudava da minha nuca até a lombar.

Tive que mudar meus planos para o final do dia. Apesar do ‘incômodo’ naquela ocasião, agora, só de lembrar, me dá mais tesão ainda.

Uma foteeeenho minha pra quem gosta de putaria!

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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