Deixou o pintor de pau duro e foi beber leite

Por: matheus-18 • 10/07/2026 • 269393 leituras
Capa do conto
Esse fato aconteceu poucos meses após eu conhecer a Diana. Nós estávamos naquela fase bem fogosa de início de namoro, transando quase todos os dias e aproveitando ao máximo nossos finais de semana, geralmente fazendo alguma viagem curta e indo dormir em alguma praia próxima. Já dava pra ver que a Diana era safadinha e que seria a mulher da minha vida. Afinal, na primeira semana de namoro já tinha liberado seu cuzinho e tomado leitinho direto da fonte, até a última gota. Sabe quando elas apertam o pau e vão drenando as últimas gotinhas e bebendo tudo? Pois é, ela faz exatamente assim.

Nessa época eu ainda não comprava roupas de puta pra ela, isso veio depois de um tempo, mas ela tinha um biquini cor de laranja que me deixava louco, e eu sempre escolhia ele quando ela me pedia opinião sobre qual vestir. A peça era até grande em cima, mas o corte dele deixava seus peitões elevados e juntos, valorizando ainda mais seus seios. A depender do movimento que ela fazia, parte das auréolas, que são perfeitamente lindas, ficavam de fora, atraindo os olhares mais atentos. A parte de baixo não era tão pequena mas era um pouco estreita, e deixava parte da sua buceta saltando pelas laterais, já que ela tem uma xana bem avantajada. Quando os pelinhos estavam nascendo, apareciam pela lateral da calcinha e isso me deixava com o pau estourando de tesão.

Naquele final de semana havíamos escolhido uma pousada bem pequena, acho que com uns 5 quartos apenas. No entanto, eles estavam fazendo uma ampliação e construindo um anexo que deveria comportar mais uns 8 quartos, 4 no piso inferior e mais 4 no primeiro andar. A parte já pronta, onde estávamos hospedados, era apenas térreo e não tinha vista para o mar. Portanto, logo após o café da manhã no nosso segundo dia ali, resolvemos ir no primeiro andar da parte em construção para ter uma melhor vista da praia. A Diana usava o tal biquine laranja e uma canga semi-transparente que deixava visíveis seu bundão e a tira fio-dental cor de laranja.

Subimos por uma escada de alvenaria externa à construção e já podíamos ver o mar e uma bela paisagem. A construção estava na fase inicial de pintura, e quando a Diana se encostou no parapeito para fazermos uma foto, sujou sua canga. Com isso, começamos a procurar em cada um dos quartos se havia algum deles onde o banheiro já estive com torneira e água, A Diana já tinha tirado a canga, e quando entramos no 3o quarto, em busca de água, havia um pintor trabalhando. O rapaz era novinho, magro e alto, e usava apenas um short. Ao ver a Diana de biquini o coitado ficou hipnotizado e quase não conseguia nem falar nem tirar os olhos dela. Meu pau já cresceu de tesão ao vê-la sendo devorada daquele jeito. Ela nem se dava conta da tara que causava nos dois machos no ambiente, quando perguntou se poderia usar a torneira do banheiro e o pintor claro que permitiu.

Ela entrou no banheiro e pegou uma mangueira, que saia de um ponto de água na parede, se curvando para lavar sua canga, e deixando aquela bunda deliciosa virada para nós dois que estávamos no quarto. O pintor não conseguia trabalhar e olhava sem parar para o rabo da minha namorada. Eu já tinha que reposicionar meu pau no short, pois ele estava duro ao extremo, já puxando meus pentelhos. Olhei para o short do pintor e pude ver também que ele já exibia claramente o contorno de um pau duro logo ali abaixo.

A Diana terminou, agradeceu e se dirigiu à janela que dava vista para o lado oposto que havíamos fotografado inicialmente, para contemplar também aquele belo visual, ficando a menos de 1 metro do José (o pintor).
- Nossa, a vista desse lado também é linda!
- É sim dona, é linda mesmo - disse o José olhando pra Diana e não pra janela
- Faz uma foto minha amor

Ela ficou de costas para a janela e apoiou seus cotovelos no parapeito, fazendo com que seu biquini afastasse um do outro e puxasse suas auréolas, cada uma, um pouco para fora do biquine. Ela nem notava, e eu enrolava pra fazer a foto enquanto via o José se contorcendo, tentando disfarçar seu pau duro que estava mais do que visível, pois ele tinha um short fino e certamente não usava nada por baixo. Ele olhava diretamente para seus peitos, boceta, tudo, varrendo cada centímetro da minha mulher, de cima a baixo. Fizemos algumas fotos e agradecemos ao José, que já foi indo ao banheiro enquanto saíamos, provavelmente pra aliviar o tesão e bater uma pra Diana.

- Você quase mata o coitado do pintor, Di!
- Eu??? O que foi que eu fiz?
- Não vai me dizer que você não viu que ele ficou de pau duro?
- Kkkkk Jura? Tadinho, é porque ele é novinho, não deve pegar ninguém ainda
- Só que não foi só ele que ficou de pau duro né…
- Ah não é, deixa ver?

Ela foi pegando meu pau enquanto nos dirigíamos à escada e aí na aguentei. Puxei ela pra dentro do primeiro quarto, que ficava 2 quartos após onde o pintor estava, levei-a para o espaço destinado a ser o futuro banheiro daquele aposento e já fui empurrando ela pra chupar o meu cacete. Ele se abaixou, chupou, punhetou, enquanto me olhava nos olhos e dizia:
- E se o pintor aparecer aí?
- Aí você vai ter que chupar o dele também
- Olha que eu chupo hein. Até que ele era gatinho
- Aí vai ter que beber leitinho dos dois sua vagabunda
- Eu bebo, adoro leitinho. Você sabe que não deixo sobrar nada

A Diana me chupando, só de biquine, falando sacanagem, logo alí ao lado do magrinho que naquele momento devia estar batendo uma pra ela, me deu um tesão louco e logo gozei na sua boca, que como prometido, limpou até o último vestígio de porra. Nos recompomos e ao sair do quarto em direção à escada, quase esbarramos com o José, que pelo jeito vinha tentar capturar as últimas imagens da Diana. Ele sorriu, como que sabendo o que estávamos fazendo, nos despedimos e fomos em direção à praia, onde aí foi a vez de um bugueiro comer a Diana com os olhos. Mas isso fica pra um próximo conto.

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