Delícia de acidente com a mamãe

Por: pi-deka-1 10/07/2026 1238 leituras
Capa do conto
Se você leu meu último conto já sabe como comecei a comer com a minha mãe. Desde então, transamos sempre que estamos sozinhos, e como moramos no mesmo prédio, isso é quase todos os dias.
Como sempre, minha mãe me avisou que tinha chegado, mas infelizmente comentou também que meu pai chegaria cedo, o que atrapalharia nossa rotina, porém como todos sabem, pau duro não respeita nada.
Lá fui eu, peguei o elevador e toquei sua campainha. Ela me atendeu com cara de surpresa e em silêncio fez sinal para que eu entrasse.

- Ai, meu filho. Não te falei que seu pai chega cedo hoje?
- Que que tem, dona Ana? Não posso visitar minha mãe? - respondi tentando disfarçar meu tesão.
- Então vai passar um café que eu ainda nem tomei meu banho. - disse enquanto saía da sala em direção ao seu quarto.

Como o filho obediente que sou, me dirigi a cozinha.
Enquanto passava o café, uma surpresa. Minha mãe entrou na cozinha com uma calcinha que apertava as gordurinhas da bunda e perna, e um sutiã que mal segurava os seios, o que seria normal se não fosse meu pau que já parecia rasgar a cueca de tão duro. Foi inevitável encarar sua buceta gorda que agora vivia raspada e aparente atrás de sua calcinha branca transparente.
Encostado no armário de sua cozinha apertada, fiz questão de dar uma chegadinha pra frente, para ela sentir a dureza, mas antes que pudesse sarrar em seu corpo a bolsa que carregava caiu no chão, forçando-a a se abaixar pra catar as coisas.
Nesse momento eu entrei em hipnose. O rabo enorme da minha mãe, que naquela posição parecia ainda maior, sua calcinha tão grande, mas perfeita praquela buceta igualmente gigante e suada que aparecia por trás dos panos.
Foi o suficiente para eu me descontrolar e segurar seu quadril com as duas mãos.

- Não fala nada, mãe. - ordenei.

Sob o olhar surpreso de dona Ana eu puxei sua calcinha para o lado, cuspi na cabeça do meu pau e escorreguei todo pra dentro. Ela mal estava molhada, mas com a minha saliva e seu suor meu pênis abria caminho aos poucos pela sua buceta, e cada vez que eu enfiava mais ela dava um gemido de dor, mas nem pensava em sair daquela posição.
Não demorou e eu já estava lá dentro por inteiro. Meu pau doía e latejava junto com aquela xota que já começava e se melar, e sem piedade recuei alguns centímetros e dei uma estocada certeira, arrancando urros da minha mãe. A partir daí eu só socava, botava e repetia os movimentos cada vez mais forte. Sua xota seca como ainda estava só aumentava minha vontade de eu mesmo deixá-la molhada com o litro de porra que guardava nas bolas. Fodi ela de quatro durante uns minutos e levantamos. Apoiei sua perna levantada e continuei a foder sua buceta, agora já encharcada de seu próprio tesão quando ela fez aquele pedido irrecusável.

- Filho, goza no meu cuzinho?

Não é sempre que eu como aquele cu, então aproveitei.
Devagarinho fui colocando em sua bunda da mesma forma que coloquei em sua buceta: no seco.
Ela gritava, gemia, tudo com muito tesão, e quando já botava com força no seu buraquinho e ela se masturbava com força muito próximo do orgasmo ouvimos o barulho de chave na porta. Meu pai tinha chegado.

- Não para, mãe.

Botava com mais força e ela se masturbava mais rápido, gozamos. Suas pernas bambearam e meu pau que ainda espirrava porra saiu de seu cu. Ela aproveitou para subir a calcinha, e eu guardei meu pau ainda gozando na cueca quando o corno entrou pela porta.

- Boa noite. - disse o corno, recebendo um aceno da minha puta que tentava esconder o quanto estava ofegante de seu orgasmo há alguns segundos.

Se ele conhecesse essa piranha como eu conheço, veria que sua buceta estava encharcada, seu peito suado e seu cuzinho pingando gozo ainda quente, mas ele nem desconfiou.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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