Peguei mais afinidade com um homem chamado Carlos, muito educado, casado, moreno alto, sempre dizia que era pegador. Um dia ele me viu no ponto e perguntou onde morava e me ofereceu carona, aceitei, pois iria a me ajudar chegar mais rápido em casa. No caminho ele sempre contava suas aventuras com mulheres, o que fazia e acontecia
Faltando um mês para terminar o curso aconteceu algo que me surpreendeu, estava em seu carro a caminho de casa, ele olhou para mim e disse
Bem que você poderia aliviar seu amigo, pois da uma olhada
Seu pênis estava marcando a calça, de tão duro que estava, eu virei e disse
Não rola não, você vai ficar na febre
Mas minha vontade era de cair de boca
Andamos mais um pouco e ele estava com a mão no pênis tentando aliviar, então resolvi cooperar, levei minha mão para cima de seu pênis e comecei a massagear enquanto ele dirigia. Ele ficou em silêncio, abri seu cinto, seu zíper e comecei a alisar por cima de sua cueca branca, que já estava úmida.
Ele entrou em uma rua escura e deserta e parou o carro, me inclinei para cima de seu pênis e livrei da cueca, comecei a chupar sua cabecinha, ouvia seus urros, fui aos poucos abocanhando mais, até que tinha quase tudo pois tinha uns 20 cm de pica.
Massageava ele com a boca, até que senti a mão do Carlos dentro de minha calça , alisando minha bunda, ele percebeu que eu estava de calcinha, abri o zíper e afrouxei o cinto de minha calça, ele alisava e apertava minha bunda enquanto eu chupava, estava com uma calcinha de zebrinha cavada, ela entrava no meu rabo, como os dedos dele
Quando senti seu pênis inchar, acelerei a chupada e recebi aquele líquido gostoso, engoli tudinho, ele reclinou no banco e agradeceu
Nos arrumos e seguimos o caminho, sempre que podia eu dava alívio para meu amante